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O mito do talento na nossa sociedade!

Deixe sua marca no mundo!

Demóstenes foi um orador e político grego que viveu entre os anos 380 e 320 antes de cristo. Naquela época, a atividade de falar em público, em praças, etc., era considerada de celebridade. Demóstenes era gago e considerado sem qualquer talento ou aptidão para se tornar orador. No entanto, ele aprendeu retórica, estudando discursos de oradores antigos, estudou dicção, empostação da voz, postura e expressão corporal e se tornou um dos mais proeminentes oradores do seu tempo.

Recentemente, o mais conhecido lutadpr de MMA da atualidade, Connor McGregor, disse o seguinte em uma entrevista:

“Não tem talento aqui. Isto é trabalho duro. Isto é uma obsessão. Talento não existe, somos todos iguais como seres humanos Você pode ser qualquer um se você investir tempo nisso. Você vai atingir o topo e é isso. Eu não sou talentoso, eu sou obcecado!”
– Connor McGregor –

Acredito que os 2 exemplos acima, derrubam o mito de que as pessoas que se destacam na multidão, é porque tem um dom especial, um talento nato dado a elas por Deus ou alguma outra divindade!

Se estudarmos exemplos de pessoas que se destacaram em quaisquer áreas, seja na ciência, educação, artes, esportes, negócios, etc., de séculos atrás ou de agora, muito provavelmente, encontraremos os mesmos ingredientes. Se olharmos os geradores de conteúdos nas principais redes sociais, como LinkedIn, Facebook, Instagram, etc., veremos eles cooperando, colaborando, produzindo e consumindo conteúdo de qualidade, nos finais de semana, feriados, etc. Mesma fórmula, mesmos ingredientes.

Talento sem preparação e disciplina, não significa nada!

Eles consomem, produzem e compartilham conteúdo de qualidade. Vejam, estou falando de conteúdo, não de ficar falando de si mesmo, mas de compartilhar informação que podem agregar valor à vida das pessoas que acompanham suas postagens. Estão sempre buscando aprender, ler algo novo, buscando crescer como pessoas, se aperfeiçoando diariamente através de diversos canais e formas e aprendizado e ai, “de repente”, passam a ser reconhecidos como tal. Eles não param nem de aprender, nem de compartilhar aquilo que estão aprendendo.

É comum vermos pessoas procurando por fórmulas mágicas, atalhos, maneiras de cortar passos do caminho a ser percorrido, querendo atingir níveis mais altos de desempenho e serem reconhecidos no seu campo de atuação, num passe de mágica.

Mas, como dizem os americanos, tenho más notícias: “There’s no Shortcut!”. Não existem atalhos.

Se alguem tentar te convencer que tem, tentar te vender um caminho fácil para conseguir isso, desconfie.

Não quer dizer que vai levar anos, você pode estudar aqueles que conseguiram chegar aonde você quer, modelar o que eles fizeram e possivelmente não cometer os mesmos erros, ou pelo menos não cometê-los com a mesma intensidade, mas, não tem como fugir de percorrer co caminho. Conhecendo o caminho, pode ser que você consiga percorrê-lo num tempo meno que os demais, mas, tem que percorrê-lo.

A fórmula está ai a séculos e os ingredientes são os mesmos!

Trabalho duro, esforço, disciplina, persistência, resistência, resiliência, estudo, autoconhecimento, conhecimento das pessoas e do ambiente à sua volta, etc!

Se estudar a vida daqueles que conseguiram chegar lá, certamente vai achar doses grandes desses ingredientes na história.

Se você também quer se diferenciar, quer fazer história, aplique esses ingredientes na sua vida e repentinamente você TAMBÉM verá que quase do nada, estará deixando a sua marca no mundo!

Um abraço e até o próximo post!

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Sobre escolhas, decisões e responsabilidades

Escolhas e decisões

Sobre escolhas e decisões…

Morpheus: – “Infelizmente, é impossível dizer o que é Matrix. Você tem de ver por si mesmo. Esta é sua ultima chance. Depois não há como voltar. Se tomar a pílula azul…a historia acaba, e você acordará na sua cama acreditando no que quiser acreditar. Se tomar a pílula vermelha ficará no País das Maravilhas e eu te mostrarei até onde vai a toca do coelho. Lembre-se, tudo que ofereço é a verdade. Nada mais.”

A foto e o parágrafo acima, referem-se ao filme Matrix de 1998, onde Morpheus(Lawrence Fishburne) explica ao Neo(Keanu Reeves), sobre escolher entre a pílula azul ou a vermelha.

Escolhas e decisões

Essa semana, particularmente estive pensando em como nossas escolhas e decisões, pequenas ou grandes, certas ou erradas, afetam nosso julgamento das situações.

Algumas semanas atrás, estava eu, com voo marcado para Brasilia, saindo de São Paulo as 09:00hs. Então, decidi que não iria de carro até o aeroporto porque o trânsito estava muito “pesado”.

Ai começa a minha aventura…

Decidi que iria de táxi pela facilidade de poder pegar o corredor de ônibus e quem sabe, evitar o trânsito mais pesado no caminho até o aeroporto.

Chamei o táxi pelo aplicativo e recebi confirmação de que o motorista chegaria em 8 minutos. Resolvi checar aonde estava o motorista e percebi que de onde ele estava vindo, dificilmente ele estaria no local em 8 minutos, considerando que já eram 8 horas…

“BAD CHOICE”…

Cancelei o Táxi e chamei um Uber.

3 minutos até o local, dizia o aplicativo. Fiquei aguardando e só para variar, sinal a operadora, sumiu e com isso veio ainda mais expectativa, stress e desespero.

O motorista demorou pelo menos 15 minutos para chegar e percebi que ele estava perdido.

Pelo horário, eu também.

Para tornar curta uma história longa, perdí meu voo ainda no caminho para o aeroporto e ao ligar para a companhia aérea me disseram que o próximo voo deles para Brasilia, seria as 12:40.

Tinha reunião agendada com cliente as 14:30.

Fiquei bastante tenso com a situação, porque tinha a expectativa de aproveitar mais o tempo lá em Brasilia e visitar outros clientes, o stress chegou no ápice, de tal modo que eu quase não respirava direito.

Então, chateado, respirei fundo e me perguntei:

Porque estou nervoso se EU fiz as escolhas e tomei as decisões que me levaram a essa situação?

Fazemos dezenas de escolhas e tomamos dezenas de decisões todos os dias.

Escolhemos ir a algum lugar ou não, tomar água ou não, comer comida saudável ou gordurosa, nos exercitar ou curtir a preguiça em frente à TV e aproveitar o prazer imediato que isso nos dá.

Escolhemos estudar ou ocupar nosso tempo com algo que não nos traz nenhum retorno, escolhemos ficar reclamando da empresa onde trabalhamos ou buscarmos nos tornar melhores no que fazemos, etc, etc, etc.

O fato e que fazemos centenas de escolhas e tomamos muitas decisões a todo momento. Algumas conscientes outras nem tanto, decisões boas ou ruins, enfim…escolhas e decisões.

Assumir as consequências…

O grande problema é que a maioria das pessoas não quer assumir as consequências pelas suas escolhas e decisões.

Geralmente o que acontece é o seguinte:

Quando fazemos uma escolha acertada ou tomamos uma decisão boa, corremos para a galera para falar que já sabiamos que ia ser assim.

É comum corrermos para proclamar e ganhar os louros pelos nossos acertos.
Quando acontece o contrario, o primeiro ato é procurar o culpado pelas nossas ações e decisões, começando por Deus…

A questão é que enquanto não assumirmos o controle, a responsabilidade pelas consequências das nossas ações e decisões, parece que estamos terceirizando o controle de nossas vidas e portanto…

Não temos clareza do caminho a seguir, estamos sempre atribuindo nossos próximos passos a terceiros ou situações externas a nós.

É claro que as condições externas podem influenciar nossas escolhas e decisões, mas, é importante ter consciência que ainda assim, foi nossa escolha e nossa decisão que nos levou a determinada situação, boa ou ruim.

A partir do momento que tomamos consciência das nossas escolhas e assumimos a responsabilidade por nossas decisões, passamos a ter mais clareza, mais autonomia e determinamos melhor o rumo da nossa vida, quais passos damos e o porque.

Senso comum…

Parece mais fácil simplesmente terceirizar as escolhas e decisões difíceis, mas é porque faz parte do senso comum que o mundo nos deve algo, que alguém tem que ser responsável pelo que acontece conosco, não é mesmo?

Mas sabemos que o senso comum, nem sempre é prática comum.

Sabemos que deveríamos ser mais gentis e nem sempre somos, que devemos agir de maneira imparcial e nem sempre agimos, que deveriamos nos alimentar de maneira correta e sadia, e nem sempre fazemos…

Enfim…o senso comum quase nunca é prática comum, a não ser nos casos que em nos é conveniente.

Responsabilidade pelas escolhas e decisões…

No meu caso, eu decidi tomar as rédeas da situação e assumir a responsabilidade pelas minhas escolhas.

Entendi que se eu perdesse a reunião agendada com o cliente, seria exatamente por causa das minhas escolhas e decisões e o mundo, o universo, o taxista, o motorista do Uber, a atendente da companhia aérea, não tinham absolutamente nada a ver com isso.

Digo o mesmo para você:

A partir do momento que você decidir assumir a responsabilidade pelas suas escolhas e decisões e parar de tentar culpar ou responsabilizar o mundo, o vento, o tempo, o que quer que seja, você se verá tomando de volta o controle da sua vida e consequentemente verá um mundo de oportunidades se abrindo á sua frente.

Então meu amigo, assuma a responsabilidade pelos seus atos, pelas suas escolhas e decisões, tome de volta o controle da sua vida e você verá a oportunidade de transformar não somente a sua vida, mas o universo à sua volta.

Um abraço e até o próximo post.

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