
E se você estiver super dimensionando os seus problemas?
Você já se perguntou, de verdade, qual o tamanho real dos seus problemas?
Será que eles são mesmo grandes ou você que está super dimensionando?
Afinal, qual o tamanho real de um problema?
As vezes pegamos pequenos acontecimentos simples do dia a dia, como um olhar, uma frase dita de uma maneira mais rude, uma palavra pronunciada de uma forma mais grosseira e já colocamos uma enorme carga de emoções negativas em cima disso.
Em função disso, ficamos magoados, tristes, afetando nosso dia e o das pessoas à nossa volta.
É comum, pegarmos um fato absolutamente simples, corriqueiro e transformarmos em PROBLEMA.
Ninguém está imune a isso!
Afinal, somos humanos e de vez em quando estamos com as “defesas” em baixa, com baixa maturidade emocional e isso nos atinge em cheio.
Ninguém está imune, mas, podemos trabalhar tanto a inteligência intelectual quanto a emocional, para que possamos lidar melhor com essas situações.
Na verdade, devemos tratar de forma que possamos escolher se isso nos afeta, como e quando.
O poder de dimensionar o tamanho real dos seus problemas, é só SEU!
Não dê esse poder aos outros!
Inverta o jogo!
Ao invés de super dimensionar o problema, dê essa dimensão ao poder que você tem!
Não é fácil, mas acredite, é possível e absolutamente compensador.
Só para ilustrar, toda vez que me surge um problema, gosto de recorrer a 2 frases que são atribuídas a um pastor americano:
1 – Se você tem algum problema que o homem ou o dinheiro podem resolver, você não tem nenhum problema.
2 – Se o seu problema não tem solução, então não é um problema. Você não precisa se preocupar.
Problema, presume-se, algo a ser resolvido.
Especialistas em neurolinguística falam que algo só se torna realmente um problema, dependendo da importância que você dá para aquilo.
As vezes, tenho a sensação de que algumas pessoas, literalmente se “apegam” aos seus problemas, como se tivessem um “casso de amor” com eles
Além de não resolver, sempre que tem oportunidade, ficam revivendo, relembrando, contando novamente para qualquer pessoa que esteja disposta a ouvir suas mazelas, numa espécie de autoflagelo, auto piedade, esperando pelos afagos e pela piedade dos outros.
Problemas existem para todos e tem que ser resolvidos, senão vão consumindo energia, vida, vitalidade.
Desapegue, resolva. Termine de uma vez por todas seu caso de amor por eles.
Preste bastante atenção no tamanho e na importância que você tem atribuído à esses pequenos fatos, pequenas coisas cotidianas, e veja se você não está efetivamente tornando-os, problemas.
É importante desenvolver a inteligência emocional e a maturidade necessárias para que você possa escolher o que pode lhe afetar, quando e como.
Não dê esse poder aos outros. Esse poder é seu!
Se você tem realmente um problema e acha que o fardo está grande, pesado demais, utilize uma técnica muito utilizada na gestão de projetos:
Divida ele em problemas menores, mais fáceis de resolver e vá trabalhando em cada um dos pontos separadamente até finalizar.
Dessa forma, você vai alcançando pequenas vitórias, se fortalecendo emocionalmente, verá o seu problema diminuir de tamanho/importância e quando menos esperar, ele está resolvido.
Então, na sequência, minhas dicas para você são:
1 – Não dê aos outros o poder de atingi-lo, afetá-lo emocionalmente. Desenvolva inteligência/maturidade emocional para escolher o que pode te afetar.
2 – Termine de uma vez o caso de amor com seus problemas. Resolva-os!
3 – Se seu problema realmente existe e é grande, fatie-o em problemas menores que ficará mais fácil de ter uma visão do todo e resolver, ok?
Dá um pouquinho de trabalho, leva tempo, mas posso te garantir que vai valer a pena.
Com isso, você terá uma vida mais feliz e saudável.
Um abraço e até o próximo post.
COMENTÁRIOS RECENTES