Categoria: Disciplina

O mito do talento na nossa sociedade!

O mito do talento - Connor Mc Gregor

O mito do talento, é talvez o que mais rouba sonhos na nossa sociedade, provavelmente o mais é utilizado como justificativa pelas pessoas, para não ir atrás dos sonhos, objetivos, etc.

Entre os anos 380 e 320 antes de cristo, viveu um grande orador e político grego chamado Demóstenes.
Naquela época, a atividade de falar em público , em praças, etc., era considerada uma atividade de celebridades.

Além disso, Demóstenes era gago e considerado sem qualquer talento para se tornar orador, para falar em público.
No entanto, ele aprendeu retórica estudando discursos de oradores antigos, estudou dicção, impostação da voz, postura e expressão corporal e se tornou um dos mais conhecidos oradores do seu tempo.
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Amar aquilo que faz, para fazer aquilo que ama!

Amar aquilo que faz!

Amar aquilo que faz, é muito diferente de fazer aquilo que ama.
Leio muitos textos e livros de gurus e especialistas de RH, psicólogos, Headhunters, etc. e é quase unanimidade entre eles que para atingir a felicidade no campo profissional, tem-se que trabalhar com aquilo que ama.

Andei me questionando sobre isso!

Será mesmo?

Comecei a observar as pessoas e as coisas comuns à minha volta e…mais questionamentos!

Comecei a me perguntar coisas como:

Fazer aquilo que ama ou amar aquilo que faz?

Você acredita que as mães amam limpar banheiro, lavar roupa suja, lavar uma pia cheia de louça?

Do mesmo modo, será que os garis amam de verdade correr em média 30Km por dia, recolhendo lixo e correndo riscos de contaminação de toda espécie?

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Zona de conforto. Como identifiquei a minha!

Conheça a sua zona de conforto!

Zona de conforto é algo que se tornou tão banal, de tanto as pessoas associarem isso a tudo, que a maioria das pessoas simplesmente ignora ou não dá a mínima. Mas, saiba que ignorar isso é um erro enorme e pode atrapalhar seu crescimento em diversas áreas da sua vida.

Você sabe identificar a sua zona de conforto?

Vou te contar aqui um pouco de como eu identifiquei a minha…
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Perseverar para realizar sonhos, objetivos e metas.

Perseverar

Perseverar é a chave para atingir seus sonhos!

Perseverar e persistir são praticamente, palavras de ordem nos dias atuais.

Vivemos num mundo onde tudo é efêmero, passa rápido, acaba rápido, não tem valor.

Todo mundo quer ficar milionário sem fazer força, sem perseverar, ganhar na loteria sem jogar e como diz a música, fazer o milésimo gol, sentado na mesa de um bar.

Em função disso, vemos as pessoas pulando de uma coisa para outra e procurando explicações para isso.

Quase ninguém tem ou quer ter a coragem de perseverar, de persistir, com foco no objetivo, até alcançá-lo.

Isso cansa e é chato.
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Qual o tamanho real dos seus problemas?

Tamanho real dos problemas

E se você estiver super dimensionando os seus problemas?

Você já se perguntou, de verdade, qual o tamanho real dos seus problemas?

Será que eles são mesmo grandes ou você que está super dimensionando?
Afinal, qual o tamanho real de um problema?

As vezes pegamos pequenos acontecimentos simples do dia a dia, como um olhar, uma frase dita de uma maneira mais rude, uma palavra pronunciada de uma forma mais grosseira e já colocamos uma enorme carga de emoções negativas em cima disso.
Em função disso, ficamos magoados, tristes, afetando nosso dia e o das pessoas à nossa volta.

É comum, pegarmos um fato absolutamente simples, corriqueiro e transformarmos em PROBLEMA.

Ninguém está imune a isso!

Afinal, somos humanos e de vez em quando estamos com as “defesas” em baixa, com baixa maturidade emocional e isso nos atinge em cheio.

Ninguém está imune, mas, podemos trabalhar tanto a inteligência intelectual quanto a emocional, para que possamos lidar melhor com essas situações.

Na verdade, devemos tratar de forma que possamos escolher se isso nos afeta, como e quando.

O poder de dimensionar o tamanho real dos seus problemas, é só SEU!

Não dê esse poder aos outros!

Inverta o jogo!

Ao invés de super dimensionar o problema, dê essa dimensão ao poder que você tem!
Não é fácil, mas acredite, é possível e absolutamente compensador.

Só para ilustrar, toda vez que me surge um problema, gosto de recorrer a 2 frases que são atribuídas a um pastor americano:

1 – Se você tem algum problema que o homem ou o dinheiro podem resolver, você não tem nenhum problema.
2 – Se o seu problema não tem solução, então não é um problema. Você não precisa se preocupar.

Problema, presume-se, algo a ser resolvido.

Especialistas em neurolinguística falam que algo só se torna realmente um problema, dependendo da importância que você dá para aquilo.

As vezes, tenho a sensação de que algumas pessoas, literalmente se “apegam” aos seus problemas, como se tivessem um “casso de amor” com eles

Além de não resolver, sempre que tem oportunidade, ficam revivendo, relembrando, contando novamente para qualquer pessoa que esteja disposta a ouvir suas mazelas, numa espécie de autoflagelo, auto piedade, esperando pelos afagos e pela piedade dos outros.

Problemas existem para todos e tem que ser resolvidos, senão vão consumindo energia, vida, vitalidade.

Desapegue, resolva. Termine de uma vez por todas seu caso de amor por eles.

Preste bastante atenção no tamanho e na importância que você tem atribuído à esses pequenos fatos, pequenas coisas cotidianas, e veja se você não está efetivamente tornando-os, problemas.

É importante desenvolver a inteligência emocional e a maturidade necessárias para que você possa escolher o que pode lhe afetar, quando e como.

Não dê esse poder aos outros. Esse poder é seu!

Se você tem realmente um problema e acha que o fardo está grande, pesado demais, utilize uma técnica muito utilizada na gestão de projetos:

Divida ele em problemas menores, mais fáceis de resolver e vá trabalhando em cada um dos pontos separadamente até finalizar.

Dessa forma, você vai alcançando pequenas vitórias, se fortalecendo emocionalmente, verá o seu problema diminuir de tamanho/importância e quando menos esperar, ele está resolvido.

Então, na sequência, minhas dicas para você são:

1 – Não dê aos outros o poder de atingi-lo, afetá-lo emocionalmente. Desenvolva inteligência/maturidade emocional para escolher o que pode te afetar.

2 – Termine de uma vez o caso de amor com seus problemas. Resolva-os!

3 – Se seu problema realmente existe e é grande, fatie-o em problemas menores que ficará mais fácil de ter uma visão do todo e resolver, ok?

Dá um pouquinho de trabalho, leva tempo, mas posso te garantir que vai valer a pena.

Com isso, você terá uma vida mais feliz e saudável.

Um abraço e até o próximo post.

Responsabilidade ou culpa: como você lida com suas falhas?

Culpa ou Responsabilidade?

Culpa ou responsabilidade: Como você encara suas falhas?

Quero falar sobre 2 sentimentos que acessamos quase que diariamente em diversas situações cotidianas e em diversas áreas da nossa vida profissional, familiar, pessoal, etc.

Esse texto é sobre CULPA, RESPONSABILIDADE, que tipo de influência esses sentimentos têm na nossa energia, entusiasmo e autoestima e ainda, o que a forma como nos comunicamos tem a ver com eles.

Se estudarmos um pouco sobre a história da humanidade veremos que o ser humano aprendeu desde muito cedo a “terceirizar” suas responsabilidades, sonhos, desejos, etc., para seus Deuses, deidades, etc.

Num país como o nosso em que a população é majoritariamente cristã, o mais comum é transferirmos nossos desejos, nossos sonhos e responsabilidades para Deus.

Outro dia me enviaram um vídeo por WhatsApp, de uma menina de 7 ou 8 anos, colocando a culpa em Deus, por ela não lembrar nada da matéria que ela havia estudado 2 dias antes.

É comum de vez em quando nos pegarmos falando frases como as listadas abaixo e por muitas vezes, pessoas à nossa volta, fazendo o mesmo.

“Se Deus quiser vou ganhar na mega-sena e ficar rico!”

“Se Deus quiser, vou passar de ano!”

“Se Deus quiser, esse ano, troco de carro!”

“Se Deus quiser, esse ano, quito a minha casa!”

Acredito que todos nós, pelo menos uma vez na vida já pronunciamos alguma das frases acima.

Para alguns, elas são apenas “força de expressão“, mas para a maioria, elas se tornaram um modo de vida. É fácil perceber quando é transferência e quando não é. Basta verificar que quando o resultado não vem, normalmente se ouve algo do tipo:

“Não aconteceu porque Deus não quis!”

“Deus não permitiu que acontecesse dessa forma. Quem sabe da próxima vez!”

Além de transferir nossos sonhos e desejos para Deus, também cultivamos, muitas vezes o péssimo hábito de atribuir CULPA a terceiros, pelas nossas falhas.

Certamente, e digo isso sem quase nenhuma sombra de dúvidas, você já viu alguém conhecido falando alguma das frases abaixo mais de uma vez e provavelmente você também já fez uso de alguma delas:

demissão: “A culpa foi do meu chefe, que não gostava de mim, não entendia meu trabalho!”

estudo: “A culpa foi do professor de matemática…ele não explicava direito a matéria…”

Infração: “Foi o filho da mãe do guarda de trânsito que me multou…nunca tinha ninguém lá…como é que eu ia saber?”

“A culpa é do governo, do mercado financeiro, da alta do dólar, do desemprego, da crise…etc…etc…etc…”

Se identificou com alguma situação acima?

Se você fizer um exame de consciência, certamente vai identificar mais de uma  situação em que você fez uso desses recursos, tanto o de terceirizar sonhos e responsabilidades, quanto o de culpar terceiros pelas suas falhas.

Minha intenção com o texto, não é ser didático nem técnico, até mesmo porque não tenho formação nessa área, mas sim, mostrar como pequenas coisas e a importância que damos a elas, podem influenciar no nosso estado de espirito, motivação, energia e entusiasmo.

Vamos começar identificando as principais diferenças entre CULPA e RESPONSABILIDADE.

A palavra CULPA, na sua própria pronuncia, remete a acusação, castigo, quase que um crime.
Remete a passividade ou impossibilidade de tomar ação, de resolver a situação. Quando nos atribuímos CULPA, além de sofrermos com isso, por ser um sentimento carregado de muita emoção negativa, é como se estivéssemos nos declarando vítimas da situação, por nos acharmos incapazes de tomar qualquer ação para reverter a situação ou resultado atual, não acreditamos e não confiamos em nos mesmos e por isso, assumimos essa posição. Não há mais o que fazer. Vamos conviver com isso. Tenha dó de mim.

Quando assumimos a responsabilidade por algo, a situação é bem diferente.

RESPONSABILIDADE remete a empoderamento, confiança, ação, futuro. Quando você assume a responsabilidade por algo, é como se batesse no peito e falasse: Isso é minha responsabilidade!

É como se estivesse falando: ocorreu um problema, nessa situação, nessas circunstâncias, mas confie em mim que tenho a capacidade para resolver, para reverter a situação!

Quando atribuímos CULPA a um terceiro, geralmente estamos com expressão fechada, apontando o dedo, claramente configurando uma acusação. A CULPA disso é SUA!

Quando atribuímos RESPONSABILIDADE, ao invés de apontarmos o dedo acusando, geralmente damos um tapa no ombro ou simplesmente falamos: Isso é sua RESPONSABILIDADE!

É como se estivéssemos falando: Ok, seu que houveram problemas aqui, nessas circunstâncias, mas eu confio que você tem a capacidade para resolver a situação, para reverter o quadro.

Essas são as diferenças básicas entre CULPA e RESPONSABILIDADE.

O Primeiro remete a passividade, passado, incapacidade de resolver e o outro remete a empoderamento, confiança, atividade, ação, solução, futuro.

E o que nossa forma de se comunicar tem a ver com isso?

Muito!

Está diretamente ligado à forma como estamos comunicando o problema pra nós ou para outros.

Qual a carga de emoção que estamos colocando nessa comunicação, nossa expressão facial, corporal, respiração, etc.

Especialistas dizem que somente 15% da nossa comunicação é verbal. Os outros 85% são a percepção do que nossa expressão corporal, facial, nossos gestos, respiração, olhar, tom e timbre de voz, estão realmente falando.

Por isso, as vezes temos a impressão de estarmos falando com alguem e pessoa aparentemente não estar nos ouvindo, entendendo o que estamos falando.

Isso pode ser verdade!

Pode ser que o que você está verbalizando não condiz com o que o seu corpo, sua respiração, seu olhar, estão transmitindo.

Preste um pouco mais de atenção na sua forma de comunicação e você irá perceber isso. Isso faz parte do exercício do autoconhecimento, da busca pela evolução, melhoria.

Se você cometeu alguma falha e está se sentindo culpado, substitua imediatamente isso por RESPONSABILIDADE!

CULPA é um sentimento ruim, que remete a acusação, mágoa, rancor. Enquanto que responsabilidade, remete à possibilidade, ação, empoderamento, força.

Torne-se responsável pelos seus atos, atitudes, pela sua vida e você verá todo um mundo novo de possibilidades surgir à sua frente. Porque quando você fizer isso, você terá mudado sua forma de sentir, de pensar e consequentemente, sua forma de agir.

Um abraço e até o próximo post.

Foco, disciplina e a diferença entre sonho, objetivo e meta

Foco, disciplina e a diferença entre sonho, objetivo e meta.

Ter um objetivo e foco, é fundamental para sua energia e entusiasmo

Existem 3 pontos básicos, que considero fundamentais para que possamos atingir resultados, cumprir metas e realizar sonhos em quaisquer áreas de nossas vidas. Seja com a família, no ambiente de trabalho, na vida pessoal, etc., eles são:

– Ter um OBJETIVO definido

FOCO

DISCIPLINA de execução

Primeiro, vamos falar um pouco sobre as diferenças entre SONHO, OBJETIVO e META.

Vou partir da premissa que todos nós, devemos ter objetivos a alcançar na vida, sonhos a serem realizados, etc., por que sem isso, perdemos o sentido da vida, o entusiasmo, a força para realizarmos coisas, vivemos como robôs, zumbis, numa rotina maçante que nos tira toda a energia. Sem isso, não temos motivos para agir, para dar o próximo passo, sair do lugar.

No filme “Alice no País das maravilhas”, em certo momento acontece o seguinte diálogo:

Alice: Para que lado fica a saída?

Gato: Depende. Para onde você quer ir?

Alice: Não sei. Estou perdida.

Gato: Então tanto faz, qualquer caminho serve.

Isso ilustra bem o que descrevi acima Se não temos objetivos, metas, sonhos a serem realizados, tanto faz para onde vamos, o que fazemos, etc.

Tudo fica sem motivo, sem razão.

Partindo da premissa de que todos devemos sonhar, vamos falar um pouco sobre o que é sonho. Sonho é a manifestação de um forte desejo de fazer, ter algo. Geralmente, começamos a “sonhar acordados” durante a adolescência. Alguns de nós perde a capacidade de sonhar, ao longo do tempo, em função da rotina maçante, do stress, dos problemas cotidianos e alguns outros, continuam sonhando até a velhice, ,mas infelizmente, a maioria não toma qualquer ação para realizar seus sonhos.

É comum ouvirmos coisas do tipo:

“Meu sonho é morar numa casa grande, num bairro bem legal!”

Veja, isso é a manifestação de um desejo, de morar numa casa grande e num bairro legal, mas não especifica absolutamente nada além disso. Parece algo abstrato, distante, pois não define nem o tamanho da casa, nem o que seria um bairro legal. Chamemos a isso de sonho, ou manifestação de um desejo.

Qual a diferença disso para OBJETIVO?

Quando defino um objetivo, a partir desse sonho ou desejo manifestado, seria mais ou menos assim:

“Quero morar numa casa de pelo menos 300m2, no bairro do Morumbi em São Paulo, que tenha pelo menos 4 dormitórios e 4 vagas na garagem”

Dá pra notar a diferença da definição acima e da manifestação do desejo de morar numa casa grande descrito antes?

Isso pode ser considerado um OBJETIVO.

Qual a diferença de OBJETIVO para META?

Quando se estabelece uma meta, se quantifica, temporiza, coloca-se um “alvo”, um prazo a ser atingido. Explico:

Continuando no caso da casa, vamos estabelecer a seguinte META:

No prazo máximo de 3 anos, a partir de agora, estarei morando na minha casa, com as características descritas acima, no bairro do Morumbi.

Veja que nesse caso, eu estabeleci um prazo para atingir meu objetivo e assim, realizar o meu sonho ou desejo manifestado.

O próximo passo, seria definir o como atingirei essa meta, mas ai, já esteremos falando de PLANO, que deverá ser assunto para um outro post.

Uma vez que já manifestei meu desejo, baseado nele defini um OBJETIVO e uma META a ser cumprida, chegou a hora de falarmos de FOCO.

O que é FOCO?

FOCO é o que nos permite concentrar, direcionar nossas energias, nossas forças, direcionar todos os nossos recursos disponiveis, sejam eles físicos, financeiros, intelectuais ou emocionais, para atingir nosso objetivo e consequentemente, realizar nosso sonho.

FOCO é o que nos dá energia para colocarmos de lado as distrações que nos assolam diariamente e voltar novamente nossas energias para cumprir a META estabelecida. Exemplo:

Imagine que durante a sua jornada em prol do seu objetivo, surge uma daquelas oportunidades mirabolantes, trazida por algum parente, amigo ou mesmo por algum App ou site que você acessa, falando sobre um apartamento em Santos-SP a 2 quadras da praia, por um preço muito abaixo do valor de mercado. Embora, possa parecer uma oportunidade excelente, lembre-se que sua META é atingir o OBJETIVO de morar na sua casa no Morumbi em no máximo 3 anos. Se você estiver realmente focado, determinado, você considerará essa oportunidade uma distração e a colocará de lado, voltando novamente sua atenção para o que é necessário para atingir seu OBJETIVO.

“Quem tem FOCO, faz o que tem que ser feito e não o que quer fazer!”

Ok. Agora que você já manifestou seu desejo, definiu um OBJETIVO, estabeleceu um META para atingi-lo e definiu que vai colocar todo o seu FOCO nisso, chegou a hora de falarmos sobre DISCIPLINA de execução.

É isso amigos. Sem ação, sem execução, nada acontece. E sem disciplina para executar aquilo que tem que ser feito, continuamente, consistentemente, nada acontece. É a ação que nos permite materializar qualquer coisa. Exemplo:

Você precisa definir, escrever e executar algumas ações básicas que se não o fizer, pode ser que a oportunidade bata à sua porta e você não esteja preparado para agarrá-la, tais como:

Definir em que região do bairro do Morumbi você quer morar. Numa rua ou quadra específica?

A casa pode ser germinada ou tem que ser totalmente isolada dos lados?

Você quer o sol banhando a sua sala pela manhã ou no final do dia?

A casa deve ter jardim?

Qual o valor médio de um imóvel com essas características nesse bairro?

Qual o valor máximo você está disposto a pagar para realizar seu sonho?

Vale a pena fazer financiamento?

Quais as melhores taxas de financiamento imobiliário do mercado?

Quais as imobiliárias que oferecem os melhores imóveis nessa região?

Quando você começará a visitar imóveis e com qual frequência?

 

Veja que são coisas, definições, ações aparentemente simples, mas se você não definir, escrever, executar, corre o risco de não realizar absolutamente nada.

Se você se propuser a estabelecer OBJETIVOS de curto, médio e longo prazo, estabelecer METAS agressivas para atingì-los, mantiver o FOCO e a DISCIPLINA de execução do seu plano, o sucesso é garantido.

Pode acreditar!

Um abraço e até o próximo post.

Como você aproveita seu tempo livre?

Acho que a melhor forma de começar esse texto é com a pergunta:

O quê você considera tempo livre?

Li o livro do Abilio Diniz, fundador do Grupo Pão de Açúcar e em uma passagem do livro ele fala que ter liberdade, na verdade é ter total controle sobre a agenda. Não sei se concordo plenamente, mas certamente, não discordo.

Estou eu aqui, na espera de um pronto socorro, por quase 2 horas e navegando entre uma coisa e outra. Lendo artigos no LinkedIn Pulse, olhando meu Gmail quando literalmente “popam (de pop up)” notificações no tablet e desviando minha atenção para os emails corporativos que são notificados no meu smartphome.

Isso significa que não estou com a mente descansando ou simplesmente vagando, o que seria quase impossível, dado o local onde me encontro, mas ao mesmo tempo, não estou necessariamente focado em nada, porquê estou com a atenção sendo desviada a todo momento.

No ritmo atual em que vivemos, é quase impossível termos “tempo livre”, porque a miríade de informações a que somos submetidos, bem como as interrupções constantes nos trazem essa sensação de estresse constante e também, certa angustia. Muitas vezes, me sinto improdutivo, embora tenha a sensação de não parar 1 minuto sequer. A sensação de improdutividade, traz frustração e obviamente, mais stress. Tenho convicção de que embora sofra constantes interrupções, é responsabilidade minha organizar minha agenda e priorizar minhas atividades de maneira que possa claramente cumprir com minhas atividades e me tornar produtivo, de maneira que possa definitivamente eliminar essa sensação de frustração e todos os malefícios advindos dela.

Mas que é difícil se preparar física e mentalmente para isso, ah, isso é.

E olha que estudo assuntos como produtividade, gestão do tempo/atividades, poder da mente, etc., a mais de 10 anos, o que não desenvolvi ainda foi a disciplina necessária para fazer isso de maneira constante e consistente

Alguma dica?

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