Category: decisões

Sobre a MINHA zona de conforto…

Você sabe identificar a sua ZONA de Conforto?

Será?

Vou te contar aqui um pouco de como identifiquei a minha…

Tenho consciência de que desperdicei um tempo precioso da minha vida, zapeando em canais de TV, tentando entorpecer a mente, consumindo conteúdo irrelevante, que não me adicionaram nenhum valor.

Desperdicei tempo precioso da minha vida, vendo “POSTS” do cotidiano dos outros, lendo matérias sem sentido em sites e revistas, assistindo a vídeos que embora não tenham nenhum sentido, parecem engraçados e te fazem rir.

Eu sei disso, porque por diversas vezes, me peguei justificando pra mim mesmo:

Eu mereço!

Afinal, preciso descansar a mente. Já trabalho muito. Preciso de alguns momentos de lazer!

Traz certo alivio, quando nos falamos isso, não é verdade?

Pois é…, mas…

Em algum momento, parei alguns segundos e comecei a olhar à minha volta, simplesmente observar!

Você já teve aquela sensação de que tudo anda à sua volta, o mundo se movimenta, o tempo se move, as pessoas se movem e você tem a sensação de estar parado?

Como se tivesse “Brizando”?

Pois é… quando tive esse “clique”, comecei a me questionar. Via alguns dos meus amigos anos luz à minha frente em termos de aprendizado, de educação, de viajar e conhecer outros países, buscar especialização em diferentes áreas, etc.

Me senti pequeno. Muito pequeno!

Corri atrás!

Comecei a perceber à minha volta, alguns poucos entre a multidão, que costumavam falar sozinhos, como se tivessem conversando com alguém, algum ser superior, que sorriam também sozinhos, as vezes no meio da multidão, mas um sorriso que parecia de satisfação, de redenção, de quem sabe que deu um passo a mais e principalmente, um passo diferente do que se costuma dar e descobriu que um outro caminho se abriu.

Gente a quem os demais, a multidão, costumam chamar de loucos, que parecem não cansar, que tem uma energia quase infinita, que buscam incessantemente e insanamente dar um passo a mais e mudar de nível.

Comecei a segui-los!

Comecei a observar que tipo de caminho eles costumavam seguir, o que costumavam consumir, como alimentavam as suas mentes, de onde buscavam essa energia encantadora. Comecei a observar a minha forma de pensar, de ver as coisas, o mundo e percebi que isso eu podia mudar, que poderia mudar minha perspectiva de vida e com isso mudar a minha vida, o meu mundo, o mundo à minha volta.

Zona de Conforto!

Comecei a ler, mas dessa vez conteúdo que me adicionasse algum tipo de valor, que me permitisse aprender.

Continuei assistindo a videos, mas dessa vez, procurei filtrar o tipo de conteúdo que queria consumir.

Deixei de ouvir rádio e comecei a ouvir podcasts de motivação, de negócios, de liderança, etc., todos os dias no meu trajeto de casa para o trabalho.

Comecei a ler 1 livro por mês, depois passei a ler 2, procurar e ler artigos na Internet que me trouxessem efetivamente informação que adicionasse algum valor na minha vida, etc.

De repente me peguei escrevendo e criei esse blog!

Passei a procurar, pesquisar canais no Youtube que me trouxessem conteúdo relevante, que me levassem a entender algumas coisas que eu não entendia, ou pelo menos a pensar nelas.

Comecei a assinar alguns canais e ver conteúdo relevante pelo menos 1 vez por dia. Algumas vezes, copiava o conteúdo no celular e via no carro, no trajeto de volta para casa.

Quase sempre, conteúdo em inglês, assim eu podia trabalhar 2 coisas ao mesmo tempo:

Melhorar minha compreensão de alguns assuntos e ainda melhorar meu inglês.

Comecei a gravar vídeos!

Criei meu próprio canal!

Comecei a sair da minha ZONA de CONFORTO!

Logo, logo eu também estava rindo e falando sozinho, muitas vezes travando longas conversas comigo mesmo e de repente passei a rir mais, porque me identifiquei com aqueles malucos, que citei anteriormente.

Identifique você também e SAIA da sua zona de conforto.

VOCÊ e somente VOCÊ pode transformar a sua vida!

Abraços e até o próximo post!

Sobre aprendizado e experiência

Sobre ser um eterno aprendiz…

Estou constantemente buscando aprender coisas novas. É uma necessidade.

Se não faço isso, é como se estivesse em período de abstinência.

Fico preocupado.

Uma das formas de aprendizado que adotei, foi a leitura diária.

Primeiro estabeleci a meta de ler pelo menos 1 livro por mês, depois 2 e assim por diante.

No ano de 2016 li 22 livros. Dei uma arrefecida em Dezembro e não cumpri a meta de ler 2 livros por mês. Mas sou um leitor quase que compulsivo.

No comecinho do ano, comecei a repensar se estou sendo efetivo na utilização/aplicação dessa forma de aprendizado e me veio à mente uma conversa que presenciei a muitos anos atrás…

Trabalhei numa empresa onde a direção se preocupava e estimulava as pessoas a aprender mais, desenvolver novas habilidades, a se reinventar, pensar fora da caixa…

Um dia presenciei uma reação um pouco incomum no escritório…

Isso me fez ligar algo como um alerta máximo…#DEFCON 3…hahahaha…como nos filmes de espionagem…

2 profissionais experientes estavam discutindo sobre um projeto e um discordou do outro. O mais velho falou algo do tipo:

“O que você está pensando?”
“Tenho 20 anos de experiência nessa área!”

O outro respondeu com a seguinte pergunta:

“20 anos de experiência ou 20 vezes o mesmo ano de experiência?”

Claramente o profissional “mais experiente” estava rejeitando uma nova ideia, sem simplesmente analisar, pelo simples fato de verdadeiramente acreditar que pelo tempo em que ele trabalhava na área, ele sabia mais e portanto, sua experiência, falava mais alto.

Passei e me questionar sobre isso. Sobre o meu conhecimento e sobre a experiência que eu achava que tinha na época e que invariavelmente, nos vem à mente, como se fosse uma tábua de salvação…

Tenho experiência nisso…

Imaginemos agora os profissionais da indústria financeira que ficaram tantos anos oferecendo sempre mais do mesmo e agora estão buscando se reinventar em função das FINTECHS, as empresas de tecnologia que embora sejam muito menores que os bancos, oferecem serviços financeiros diferenciados, por valores menores e muitas vezes, de graça. Isso mesmo, de GRAÇA!

Vide Nubank…

Vejam as industrias Hoteleira e automobilística tendo que se reinventar, em função de AirBnb e Uber, respectivamente…

Devemos constantemente nos questionar se estamos utilizando sabiamente os recursos que temos.

Devemos nos questionar se estamos tirando algum proveito, usando de forma efetiva o nosso aprendizado e experiência.

Como aplicarmos o aprendizado adquirido durante anos de trabalho em diferentes empresas no seu contexto atual?

Não estou falando somente do aprendizado profissional, do pessoal também…

Estamos quase sempre buscando mais e mais sem muitas vezes sequer nos darmos conta do que já temos e que na maioria das vezes, nem usamos…

Isso acontece com bens materiais, com nosso conhecimento, com nossos relacionamentos, enfim…

Por isso, devemos fazer periodicamente um “inventário” daquilo que temos, do que usamos e do que não…

É necessário que façamos uma limpeza periódica daquilo que não usamos, para que possamos abrir espaço para novas coisas, novas ideias, novas experiências e porque não, um nova vida, um novo você..

Um abraço e até o próximo post!

Sobre escolhas, decisões e responsabilidades

Escolhas e decisões

Sobre escolhas e decisões…

Morpheus: – “Infelizmente, é impossível dizer o que é Matrix. Você tem de ver por si mesmo. Esta é sua ultima chance. Depois não há como voltar. Se tomar a pílula azul…a historia acaba, e você acordará na sua cama acreditando no que quiser acreditar. Se tomar a pílula vermelha ficará no País das Maravilhas e eu te mostrarei até onde vai a toca do coelho. Lembre-se, tudo que ofereço é a verdade. Nada mais.”

A foto e o parágrafo acima, referem-se ao filme Matrix de 1998, onde Morpheus(Lawrence Fishburne) explica ao Neo(Keanu Reeves), sobre escolher entre a pílula azul ou a vermelha.

Escolhas e decisões

Essa semana, particularmente estive pensando em como nossas escolhas e decisões, pequenas ou grandes, certas ou erradas, afetam nosso julgamento das situações.

Algumas semanas atrás, estava eu, com voo marcado para Brasilia, saindo de São Paulo as 09:00hs. Então, decidi que não iria de carro até o aeroporto porque o trânsito estava muito “pesado”.

Ai começa a minha aventura…

Decidi que iria de táxi pela facilidade de poder pegar o corredor de ônibus e quem sabe, evitar o trânsito mais pesado no caminho até o aeroporto.

Chamei o táxi pelo aplicativo e recebi confirmação de que o motorista chegaria em 8 minutos. Resolvi checar aonde estava o motorista e percebi que de onde ele estava vindo, dificilmente ele estaria no local em 8 minutos, considerando que já eram 8 horas…

“BAD CHOICE”…

Cancelei o Táxi e chamei um Uber.

3 minutos até o local, dizia o aplicativo. Fiquei aguardando e só para variar, sinal a operadora, sumiu e com isso veio ainda mais expectativa, stress e desespero.

O motorista demorou pelo menos 15 minutos para chegar e percebi que ele estava perdido.

Pelo horário, eu também.

Para tornar curta uma história longa, perdí meu voo ainda no caminho para o aeroporto e ao ligar para a companhia aérea me disseram que o próximo voo deles para Brasilia, seria as 12:40.

Tinha reunião agendada com cliente as 14:30.

Fiquei bastante tenso com a situação, porque tinha a expectativa de aproveitar mais o tempo lá em Brasilia e visitar outros clientes, o stress chegou no ápice, de tal modo que eu quase não respirava direito.

Então, chateado, respirei fundo e me perguntei:

Porque estou nervoso se EU fiz as escolhas e tomei as decisões que me levaram a essa situação?

Fazemos dezenas de escolhas e tomamos dezenas de decisões todos os dias.

Escolhemos ir a algum lugar ou não, tomar água ou não, comer comida saudável ou gordurosa, nos exercitar ou curtir a preguiça em frente à TV e aproveitar o prazer imediato que isso nos dá.

Escolhemos estudar ou ocupar nosso tempo com algo que não nos traz nenhum retorno, escolhemos ficar reclamando da empresa onde trabalhamos ou buscarmos nos tornar melhores no que fazemos, etc, etc, etc.

O fato e que fazemos centenas de escolhas e tomamos muitas decisões a todo momento. Algumas conscientes outras nem tanto, decisões boas ou ruins, enfim…escolhas e decisões.

Assumir as consequências…

O grande problema é que a maioria das pessoas não quer assumir as consequências pelas suas escolhas e decisões.

Geralmente o que acontece é o seguinte:

Quando fazemos uma escolha acertada ou tomamos uma decisão boa, corremos para a galera para falar que já sabiamos que ia ser assim.

É comum corrermos para proclamar e ganhar os louros pelos nossos acertos.
Quando acontece o contrario, o primeiro ato é procurar o culpado pelas nossas ações e decisões, começando por Deus…

A questão é que enquanto não assumirmos o controle, a responsabilidade pelas consequências das nossas ações e decisões, parece que estamos terceirizando o controle de nossas vidas e portanto…

Não temos clareza do caminho a seguir, estamos sempre atribuindo nossos próximos passos a terceiros ou situações externas a nós.

É claro que as condições externas podem influenciar nossas escolhas e decisões, mas, é importante ter consciência que ainda assim, foi nossa escolha e nossa decisão que nos levou a determinada situação, boa ou ruim.

A partir do momento que tomamos consciência das nossas escolhas e assumimos a responsabilidade por nossas decisões, passamos a ter mais clareza, mais autonomia e determinamos melhor o rumo da nossa vida, quais passos damos e o porque.

Senso comum…

Parece mais fácil simplesmente terceirizar as escolhas e decisões difíceis, mas é porque faz parte do senso comum que o mundo nos deve algo, que alguém tem que ser responsável pelo que acontece conosco, não é mesmo?

Mas sabemos que o senso comum, nem sempre é prática comum.

Sabemos que deveríamos ser mais gentis e nem sempre somos, que devemos agir de maneira imparcial e nem sempre agimos, que deveriamos nos alimentar de maneira correta e sadia, e nem sempre fazemos…

Enfim…o senso comum quase nunca é prática comum, a não ser nos casos que em nos é conveniente.

Responsabilidade pelas escolhas e decisões…

No meu caso, eu decidi tomar as rédeas da situação e assumir a responsabilidade pelas minhas escolhas.

Entendi que se eu perdesse a reunião agendada com o cliente, seria exatamente por causa das minhas escolhas e decisões e o mundo, o universo, o taxista, o motorista do Uber, a atendente da companhia aérea, não tinham absolutamente nada a ver com isso.

Digo o mesmo para você:

A partir do momento que você decidir assumir a responsabilidade pelas suas escolhas e decisões e parar de tentar culpar ou responsabilizar o mundo, o vento, o tempo, o que quer que seja, você se verá tomando de volta o controle da sua vida e consequentemente verá um mundo de oportunidades se abrindo á sua frente.

Então meu amigo, assuma a responsabilidade pelos seus atos, pelas suas escolhas e decisões, tome de volta o controle da sua vida e você verá a oportunidade de transformar não somente a sua vida, mas o universo à sua volta.

Um abraço e até o próximo post.

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