Category: Inovação

O que você sabe sobre o SUCESSO?

Pessoas de Sucesso

Todo mundo anseia por sucesso!

Na maioria das vezes, sem sequer definir o que é sucesso, felicidade, etc…

Perseguir algo que não se sabe o que é, parece tarefa impossível, certo?

E é por isso que causa tanta frustração. Porque a maioria das pessoas, busca o sucesso que enxerga nos outros…e não se alcança o que é dos outros, certo?

Para se ter sucesso, na verdade, não importa o que você é hoje ou o que você foi ontem, mas, principalmente o que, quem você quer se tornar, quem você quer ser…

Para isso, é necessário a aquisição sistemática de novos conhecimentos e habilidades.

Para isso, você precisa estar disposto a sacrificar, a entregar, a abrir mão daquilo que você é hoje,do que você tem, dos prazeres imediatos, em prol do que você quer ser, de quem você quer se tornar, ser, ter no futuro…

É preciso mudar!

O segredo da mudança é focar, não em lutar contra o antigo, mas na construção do novo.
– Sócrates –

O preço dessa mudança?

Ah, o preço disso é a melhoria contínua, a aquisição de novas habilidades, novos conhecimentos, a doação de você para você mesmo e depois, para o mundo lá fora…

Claro…sempre há conforto e segurança naquilo que está estabelecido, que todos usam, que foi criado por alguém e já está testado, que a maioria usa…

Porque fazer diferente?

Para mudar, tem que estar disposto a encarar as críticas, a opinião das pessoas mais próximas, as risadinhas de canto de boca, fazendo você se sentir bobo.

As perguntas constantes de…Porque fazer isso?
Qual a necessidade?
Você não está vendo que todo mundo já faz de outro jeito?

Todos nós temos um DOM e é nossa responsabilidade descobrir qual é esse dom e desenvolvê-lo ao máximo.
– Tim Grover – Coach do Michael Jordan –

E principalmente, enfrentar aquela voz fraca, em algum canto escondido da sua mente, do seu subconsciente falando constantemente para você desistir, fazendo as mesmas perguntas e principalmente, te garantindo conforto e segurança, se você simplesmente parar, desistir…

E sabe o que é pior?

Essa vozinha fraca, no fundo da sua mente, do seu subconsciente, tem razão. Ela está absolutamente certa…

Se você simplesmente desistir, parar, sentar, fechar os olhos, respirar, simplesmente relaxar…você está seguro…não corre mais riscos…

Nem de tristeza, nem de alegria…
Nem de vergonha, nem de elogios…
Nem de derrota, nem de vitória…
Nem de pequenez, nem de grandeza…

Simplesmente de NADA!

Então, se você quer mudar, se quer fazer algo na sua vida, da sua vida, se tornar alguém diferente, alguém que você admira…continue!

Continue enfrentando, principalmente a si mesmo, até atingir seu objetivo!

Isso dá trabalho, muito trabalho. Requer esforço, dedicação, foco, atenção, cometer erros, corrigir, persistir, persistir, persistir!

Torne-se tão bom no que você faz, de maneira que não possam ignorá-lo!
– Steve Martin –

Esse é o segredo. Pode estudar o caminho percorrido por qualquer pessoa de sucesso na história e acredito que você vai encontrar os mesmos elementos listados acima em todos os casos.

Porque lembre-se, sucesso, em qualquer área da vida, é um processo, um caminho a ser percorrido e não uma linha de chegada.

Um abraço e até o próximo post.

Sobre a MINHA zona de conforto…

Você sabe identificar a sua ZONA de Conforto?

Será?

Vou te contar aqui um pouco de como identifiquei a minha…

Tenho consciência de que desperdicei um tempo precioso da minha vida, zapeando em canais de TV, tentando entorpecer a mente, consumindo conteúdo irrelevante, que não me adicionaram nenhum valor.

Desperdicei tempo precioso da minha vida, vendo “POSTS” do cotidiano dos outros, lendo matérias sem sentido em sites e revistas, assistindo a vídeos que embora não tenham nenhum sentido, parecem engraçados e te fazem rir.

Eu sei disso, porque por diversas vezes, me peguei justificando pra mim mesmo:

Eu mereço!

Afinal, preciso descansar a mente. Já trabalho muito. Preciso de alguns momentos de lazer!

Traz certo alivio, quando nos falamos isso, não é verdade?

Pois é…, mas…

Em algum momento, parei alguns segundos e comecei a olhar à minha volta, simplesmente observar!

Você já teve aquela sensação de que tudo anda à sua volta, o mundo se movimenta, o tempo se move, as pessoas se movem e você tem a sensação de estar parado?

Como se tivesse “Brizando”?

Pois é… quando tive esse “clique”, comecei a me questionar. Via alguns dos meus amigos anos luz à minha frente em termos de aprendizado, de educação, de viajar e conhecer outros países, buscar especialização em diferentes áreas, etc.

Me senti pequeno. Muito pequeno!

Corri atrás!

Comecei a perceber à minha volta, alguns poucos entre a multidão, que costumavam falar sozinhos, como se tivessem conversando com alguém, algum ser superior, que sorriam também sozinhos, as vezes no meio da multidão, mas um sorriso que parecia de satisfação, de redenção, de quem sabe que deu um passo a mais e principalmente, um passo diferente do que se costuma dar e descobriu que um outro caminho se abriu.

Gente a quem os demais, a multidão, costumam chamar de loucos, que parecem não cansar, que tem uma energia quase infinita, que buscam incessantemente e insanamente dar um passo a mais e mudar de nível.

Comecei a segui-los!

Comecei a observar que tipo de caminho eles costumavam seguir, o que costumavam consumir, como alimentavam as suas mentes, de onde buscavam essa energia encantadora. Comecei a observar a minha forma de pensar, de ver as coisas, o mundo e percebi que isso eu podia mudar, que poderia mudar minha perspectiva de vida e com isso mudar a minha vida, o meu mundo, o mundo à minha volta.

Zona de Conforto!

Comecei a ler, mas dessa vez conteúdo que me adicionasse algum tipo de valor, que me permitisse aprender.

Continuei assistindo a videos, mas dessa vez, procurei filtrar o tipo de conteúdo que queria consumir.

Deixei de ouvir rádio e comecei a ouvir podcasts de motivação, de negócios, de liderança, etc., todos os dias no meu trajeto de casa para o trabalho.

Comecei a ler 1 livro por mês, depois passei a ler 2, procurar e ler artigos na Internet que me trouxessem efetivamente informação que adicionasse algum valor na minha vida, etc.

De repente me peguei escrevendo e criei esse blog!

Passei a procurar, pesquisar canais no Youtube que me trouxessem conteúdo relevante, que me levassem a entender algumas coisas que eu não entendia, ou pelo menos a pensar nelas.

Comecei a assinar alguns canais e ver conteúdo relevante pelo menos 1 vez por dia. Algumas vezes, copiava o conteúdo no celular e via no carro, no trajeto de volta para casa.

Quase sempre, conteúdo em inglês, assim eu podia trabalhar 2 coisas ao mesmo tempo:

Melhorar minha compreensão de alguns assuntos e ainda melhorar meu inglês.

Comecei a gravar vídeos!

Criei meu próprio canal!

Comecei a sair da minha ZONA de CONFORTO!

Logo, logo eu também estava rindo e falando sozinho, muitas vezes travando longas conversas comigo mesmo e de repente passei a rir mais, porque me identifiquei com aqueles malucos, que citei anteriormente.

Identifique você também e SAIA da sua zona de conforto.

VOCÊ e somente VOCÊ pode transformar a sua vida!

Abraços e até o próximo post!

Você sabe o que significa aprender?

Você sabe o que significa aprender?

O que significa aprender?

Significa “Não prender”, deixar o velho ir embora, estar aberto ao novo…

Absorver informação, não necessariamente significa aprender.

Vejo muita gente falando de fazer cursos, MBA’s, participar de seminários, só para poder fazer constar no currículo, para ter mais títulos, mais status, enfim…

A real questão é:

Você está aprendendo alguma coisa com isso?

Realmente?

O segundo ponto é:

Se está aprendendo, o que você está aprendendo é relevante pra você, para sua carreira, para a sua vida?

Ou é somente algo que você está fazendo porque está “em alta” e porque todo mundo do mercado, quem trabalha nas empresa X, Y e Z estão fazendo?

Seja criterioso com a sua educação!

Investir em educação, não significa necessariamente fazer cursos em instituições tradicionais. Pode ser investir no seu auto-conhecimento, desenvolver uma nova habilidade, aprender a editar vídeos, gastronomia, pode ser investir em coaching, etc.

O seu cérebro é como um músculo do seu corpo e como todo e qualquer músculo, precisa de alimentação correta, precisa ser exercitado constantemente, precisa de repouso, etc.

O que não pode é o cérebro ficar parado, sem se exercitar, sem aprender nada de novo, senão, como qualquer músculo, atrofia.

Outro dia li um artigo em que a autora falava que ficou desempregada e imediatamente se ofereceu para trabalhar um periodo sem remuneração em uma empresa, só para aprender como funcionava aquele mercado…

olha que fantástico!

Adivinha o que aconteceu?

Ela recebeu uma proposta de trabalho, claro!

Isso é estar aberto para aprender!

Investir na sua educação, pode ser fazer alguma atividade voluntária, onde você possa compartilhar seu conhecimento e experiência com outras pessoas, porque quando você compartilha conhecimento, informação, seus interlocutores também compartilham com você, criando um ambiente de colaboração e aprendizado mútuo.

O processo de aprendizado é e tem que ser prazeroso. A não ser que estejamos tentando “aprender” algo que não vai ser usado, que não vemos aplicação na prática na nossa vida. Isso nos deixa entediados, chateados e obvio, sem motivação para continuar…

Invista na sua educação, abra sua mente para novas possibilidades, para o novo…

Um abraço e até o próximo post.

Como aprender rápido?

Tornar-se um expert ou aprender rápido?

Tornar-se um expert ou aprender rápido?

Tenho buscado a muitos anos, incessantemente, aprender coisas novas sempre, buscar aprimorar algum conhecimento que já adquiri, desenvolver novas habilidades e assim por diante. Tornei isso parte essencial do meu cotidiano e comecei isso a vários anos atrás, como uma forma de manter minha “empregabildade”. Depois de um tempo, comecei a pesquisar formar de aprender rápido, nova habilidades.

Quando eu trabalhava com Delivery de software/soluções, embora quase nunca tivesse que utilizar/fazer apresentações, comecei a estudar a fundo técnicas de apresentação, como fazer, como “harmonizar” cores, imagens, fontes e como dar ênfase a um conteúdo especifico, além de estudar qual a melhor forma de apresentar. Comprei livros, acessei vasto material online, assisti a videos de especialistas, enfim. Quando achei que já sabia razoavelmente bem fazer apresentações, mantive o hábito de semanalmente pelo menos, praticar. Fazer uma apresentação sobre qualquer assunto. Depois, comecei a estudar como preparar planilhas de maneira inteligente e visualmente fáceis de entender. São duas ferramentas que são utilizadas na maior parte do tempo, todos os dias em empresas do mundo inteiro. Isso só para citar alguns exemplos.

Depois de praticar durante bastante tempo, percebi que comecei a aprender rápido novas funcionalidades nas ferramentas utilizadas, em função da familiaridade adquirida com os menus, telas, etc.

Com a prática, tudo fica mais e mais fácil!

O desafio de aprender coisas novas, desenvolver novas habilidades é cada vez mais constante nos dias atuais. Se exige cada vez mais dos profissionais e os desafios do dia a dia são cada vez maiores. No entanto, atualmente temos acesso a mais informação do que nunca. Qualquer coisa que você queira aprender, literalmente qualquer coisa, você encontrará livros, vídeos, vídeo aulas, artigos na Internet, etc. O Problema continua sendo o mesmo de todos os tempos: TEMPO!

Sempre que falamos para qualquer um sobre aprender algo novo ou desenvolver uma nova habilidade, quase sempre ouvimos a mesma coisa:

Não tenho tempo!

Quem não gostaria de aprender como no filme Matrix, onde eles plugam um conector na cabeça do personagem Neo, inserem um disco com o conhecimento que querem transmitir e segundos depois, voilá!

Ele já sabe tudo. Lembro muito bem da famosa cena em que logo após a primeira “carga” de conhecimento ele abre os olhos e fala “I KNOW KUNG FU!”

Fantástico, não é mesmo?

Mas infelizmente, ainda não atingimos esse nível.

Segundo a teoria de K. Anders Ericsson, cientista comportamental que estudou durante anos pessoas de altissima performance, qualquer ser humano pode se tornar um EXPERT em qualquer assunto, desde que invista pelo menos 10.000 horas no desenvolvimento dessa nova habilidade. Após isso, você atingirá o nirvana. Será uma estrela em sua área. Parece mais impossivel ainda para nós, reles mortais, certo?

A teoria de Ericsson foi popularizada no livro Outliers, de Malcom Gladwell. Já existe um estudo feito por vários cientistas, contestando a teoria, mas de fato, a mesma é quem ganhou notoriedade e ainda é bastante divulgada.

Mas, na verdade, precisamos aprender uma série de coisas novas e desenvolver novas habilidades, seja para diversão, seja para o trabalho. Podemos querer aprender a surfar e não necessariamente nos tornarmos um Kelly Slater ou um Gabriel Medina, certo?

Esses são experts, campeões mundiais. Precisamos aprender rápido, para termos conhecimentos básicos ou no máximo razoáveis sobre o assunto e não necessariamente nos tornarmos experts, correto?

De acordo com Josh Kaufmman, como ele próprio se denomina, “Geek” e autor de sucesso da literatura de negócios americana, é possivel aprender/desenvolver qualquer habilidade em, pasme, apenas 20 horas. É isso mesmo, 20 horas. O Próprio Josh prova a teoria, aplicando-a em várias áreas de sua vida. No seu livro “The first 20 hours”(Não traduzido para o Português ainda), Josh explica quais as ferramentas e estratégias necessárias para aprender em um bom nivel, qualquer coisa, em 20 horas. Seja uma nova lingua, seja desenvolver programas de computador, tocar um instrumento musical ou surfar. Dedicando cerca de 40 minutos por dia, com o foco e as ferramentas corretas e dedicando mais cerca de 40 minutos de prática daquilo que estudou, Josh garante que em cerca de 1 mês você terá adquirido a nova habilidade ou conhecimento.

Vale a pena ler o livro.

Estou testando a teoria, quando finalizar minhas 20 horas, publico aqui o resultado.

Abraços e até o próximo post.

Pensamento Disruptivo

Business Vision

disruptivo
dis.rup.ti.vo
adj (lat disruptu+ivo) 1 Que causa ou tende a causar disrupção; que rompe.

Tenho pensado cada vez mais nos avanços tecnológicos que vemos ou ouvimos falar todos os dias. Tecnologias disruptivas, inovadoras. Mas também, tenho pensado se veremos mais tantas teconologias disruptivas ou se veremos cada vez mais o uso disruptivo das tecnologias já existentes.

Costumo citar como exemplo o Microsoft Office, pacote de ferramentas de produtividade para escritórios que estão instaladas e em uso em mais de 80% dos computadores no mundo e me arrisco a dizer que a maioria dos usuários não utiliza nem 10% dos recursos disponíveis nessas ferramentas. Outro bom exemplo são os smartphones que todo mundo quer e na maioria dos casos é absolutamente subutilizado.

Hoje temos à disposição, uma verdadeira miríade de aplicativos para os mais diversos usos, mas ainda assim acredito que em breve teremos uma utilização ainda mais efetiva desses aplicativos. Porque a meu modo de ver, são poucas as pessoas que tentam maximizar o uso dos recursos disponíveis nos dispositivos. Nos mais diversos. Da TV ao Smartphone.

Já temos gente utilizado o smartphone para fazer reportagens, para gravar entrevistas, para gravar e editar vídeos e fotos e em muitos casos o smartphone e/ou o Tablet são as únicas ferramentas de trabalho. Mas imagine se a grande massa, a maioria das pessoas conseguisse enxergar nesses equipamentos uma ferramenta para realmente ajudá-los no dia a dia. Utiliza-se muito para escrever textos curtos nas redes sociais ou nas ferramentas de Chat, como o WhatsApp. Vejo por exemplo alunos escrevendo um monte de texto, observações com caneta e papel pra depois passar a “limpo” o texto. E não estou falando somente de alunos do ensino fudamental e do colegial não.  Esses, acredito que até fazem mais uso dos recursos eletrônicos disponíveis. Só não usam mais pela absoluta falta de capacidade dos professores de procurar incentivar e até mesmo de adequar o conteúdo da aula para permitir maior uso dessas tecnologias, para engajar mais os alunos e fazer com que eles tenham mais interesse pelo conteúdo.

Vejo alunoas de curso superior gravando horas e horas de observações e transcrevendo esse material depois. Hoje já temos aplicativos e recursos disponíveis, de texto para voz e vice-versa. Com uma precisão bem razoável. Isso aumentaria bastante a produtividade. Isso a meu ver é uso “disruptivo” das tecnologias existentes.

Fico imaginando como seria a utilização de Apps para uma espécie de “cross-marketing”. Imagine um App de jogos de carros fazendo propaganda de maneira não agressiva ou mesmo invasiva de um fabricante de veículos. Não promoção, mas informação institucional, relevante, interessante que chame a atenção do usuário de forma que ele se interesse e vá ao site do fabricante. Outro exemplo de cross-marketing seria por exemplo a utilização da barra de ferramentas ou dos painéis laterais do Microsoft Outlook para veicular propaganda institucional. Mas não quero dizer simplesmente passar qualquer tipo de propaganda, mas sim a propaganda contextual e direcionada. Tento explicar. Essas ferramentas de produtividade nos escritórios são utilizadas por vezes por períodos ininterruptos de 8, 9 horas. Que tal fazer pequenas inserções de 5 segundos, com mensagens subliminares, para os usuários de uma indústria de eletrônicos sobre viagens, lugares exóticos, praias, etc. Ou sobre uma marca de roupas especificas, tudo contextual.

Por contextual digo que o usuário de Excel que utiliza a ferramenta por longos períodos, poderia receber informações financeiras ou ainda sobre cursos de especialização em finanças, diretamente na ferramenta, sem ter que necessariamente ter que abrir um browser e navegar pela Internet para ver banners de promoções e afins.

Provavelmente, o cruzamento de informações de diversas fontes utlizando o Big Data, e com mudanças na legislação, obviamente, teremos alguns desses cenários sendo explorados, como no filme Minority Report que mosta o Tom Cruise caminhando pelas ruas ou pelo shopping e tendo a sua iris lida em tempo real e recebendo ofertas que condizem com seu comportamento de consumo.

Imagino não mais do mesmo, utilizar isso para ficar enchendo o saco do usuário enviando promoções, ofertas e piscando na tela mensagens do tipo “Compre Agora!!”. Imagino conteúdo que traga informação, que chame a atgenção do interlocutor e não que encha o saco dele e o deixe com vontade de formatar o micro ou dispositivos à sua frente.

Pode até ser que já existam empresas fazendo isso e que eu esteja sem informação, mas com certeza, se o tiver é em pequena escala, porque senão estaríamos vendo isso com mais frequência, na mesa ao nosso lado, no celular do amigo, etc.

Um abraço e até o próximo post.

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