Categoria: Liderança (Page 1 of 2)

Faça o que você pode fazer e ponto!

Dona Marlene Garcia faz o que pode fazer

Você pode fazer, sabe que pode, mas se sente paralisado, sem ação pelo simples fato de ficar o tempo todo pensando naquilo que não tem, pensando no quanto ficaria melhor o que você tem que fazer, se tivesse essa ou aquela ferramenta, esse ou aquele recurso?

Já se sentiu assim em algum momento?

John Wooden o lendário jogador e técnico de basquete norte-americano, em uma de suas frases famosas diz o seguinte:

Frase de John  Wooden - Faça o que você pode fazer

Quando você decide que realmente quer fazer algo, você faz e pronto!

Sem dúvida, a historia é recheada de exemplos a serem seguidos.

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O mito do talento na nossa sociedade!

O mito do talento - Connor Mc Gregor

O mito do talento, é talvez o que mais rouba sonhos na nossa sociedade, provavelmente o mais é utilizado como justificativa pelas pessoas, para não ir atrás dos sonhos, objetivos, etc.

Entre os anos 380 e 320 antes de cristo, viveu um grande orador e político grego chamado Demóstenes.
Naquela época, a atividade de falar em público , em praças, etc., era considerada uma atividade de celebridades.

Além disso, Demóstenes era gago e considerado sem qualquer talento para se tornar orador, para falar em público.
No entanto, ele aprendeu retórica estudando discursos de oradores antigos, estudou dicção, impostação da voz, postura e expressão corporal e se tornou um dos mais conhecidos oradores do seu tempo.
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Sucesso. O que você sabe sobre isso?

Pessoas de Sucesso

Sucesso é algo que todo mundo busca, anseia, mas…

Na maioria das vezes, sequer define o que é isso.

Perseguir algo que não se sabe o que é, parece tarefa impossível, certo?

Por isso, causa tanta frustração. A maioria das pessoas, busca o sucesso que enxerga nos outros…e não se alcança o que é dos outros, certo?

Nesse sentido, para se ter sucesso, na verdade não importa o que você é hoje ou o que você foi ontem, mas, principalmente o que, quem você quer se tornar, quem você quer ser…
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Amar aquilo que faz, para fazer aquilo que ama!

Amar aquilo que faz!

Amar aquilo que faz, é muito diferente de fazer aquilo que ama.
Leio muitos textos e livros de gurus e especialistas de RH, psicólogos, Headhunters, etc. e é quase unanimidade entre eles que para atingir a felicidade no campo profissional, tem-se que trabalhar com aquilo que ama.

Andei me questionando sobre isso!

Será mesmo?

Comecei a observar as pessoas e as coisas comuns à minha volta e…mais questionamentos!

Comecei a me perguntar coisas como:

Fazer aquilo que ama ou amar aquilo que faz?

Você acredita que as mães amam limpar banheiro, lavar roupa suja, lavar uma pia cheia de louça?

Do mesmo modo, será que os garis amam de verdade correr em média 30Km por dia, recolhendo lixo e correndo riscos de contaminação de toda espécie?

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Sobre escolhas, decisões e responsabilidades

Escolhas e decisões

Escolhas, decisões e a importância delas na nossa vida…

Morpheus: – “Infelizmente, é impossível dizer o que é Matrix. Você tem de ver por si mesmo. Esta é sua ultima chance. Depois não há como voltar. Se tomar a pílula azul…a historia acaba, e você acordará na sua cama acreditando no que quiser acreditar.
Se tomar a pílula vermelha ficará no País das Maravilhas e eu te mostrarei até onde vai a toca do coelho. Lembre-se, tudo que ofereço é a verdade. Nada mais.”

A foto e o parágrafo acima, referem-se ao filme Matrix de 1998, onde Morpheus(Lawrence Fishburne) explica ao Neo(Keanu Reeves), sobre escolher entre a pílula azul ou a vermelha.

A principio, tudo na nossa vida, resume-se às nossas escolhas e as decisões, baseadas nelas

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Perseverar para realizar sonhos, objetivos e metas.

Perseverar

Perseverar é a chave para atingir seus sonhos!

Perseverar e persistir são praticamente, palavras de ordem nos dias atuais.

Vivemos num mundo onde tudo é efêmero, passa rápido, acaba rápido, não tem valor.

Todo mundo quer ficar milionário sem fazer força, sem perseverar, ganhar na loteria sem jogar e como diz a música, fazer o milésimo gol, sentado na mesa de um bar.

Em função disso, vemos as pessoas pulando de uma coisa para outra e procurando explicações para isso.

Quase ninguém tem ou quer ter a coragem de perseverar, de persistir, com foco no objetivo, até alcançá-lo.

Isso cansa e é chato.
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Responsabilidade ou culpa: como você lida com suas falhas?

Culpa ou Responsabilidade?

Culpa ou responsabilidade: Como você encara suas falhas?

Quero falar sobre 2 sentimentos que acessamos quase que diariamente em diversas situações cotidianas e em diversas áreas da nossa vida profissional, familiar, pessoal, etc.

Esse texto é sobre CULPA, RESPONSABILIDADE, que tipo de influência esses sentimentos têm na nossa energia, entusiasmo e autoestima e ainda, o que a forma como nos comunicamos tem a ver com eles.

Se estudarmos um pouco sobre a história da humanidade veremos que o ser humano aprendeu desde muito cedo a “terceirizar” suas responsabilidades, sonhos, desejos, etc., para seus Deuses, deidades, etc.

Num país como o nosso em que a população é majoritariamente cristã, o mais comum é transferirmos nossos desejos, nossos sonhos e responsabilidades para Deus.

Outro dia me enviaram um vídeo por WhatsApp, de uma menina de 7 ou 8 anos, colocando a culpa em Deus, por ela não lembrar nada da matéria que ela havia estudado 2 dias antes.

É comum de vez em quando nos pegarmos falando frases como as listadas abaixo e por muitas vezes, pessoas à nossa volta, fazendo o mesmo.

“Se Deus quiser vou ganhar na mega-sena e ficar rico!”

“Se Deus quiser, vou passar de ano!”

“Se Deus quiser, esse ano, troco de carro!”

“Se Deus quiser, esse ano, quito a minha casa!”

Acredito que todos nós, pelo menos uma vez na vida já pronunciamos alguma das frases acima.

Para alguns, elas são apenas “força de expressão“, mas para a maioria, elas se tornaram um modo de vida. É fácil perceber quando é transferência e quando não é. Basta verificar que quando o resultado não vem, normalmente se ouve algo do tipo:

“Não aconteceu porque Deus não quis!”

“Deus não permitiu que acontecesse dessa forma. Quem sabe da próxima vez!”

Além de transferir nossos sonhos e desejos para Deus, também cultivamos, muitas vezes o péssimo hábito de atribuir CULPA a terceiros, pelas nossas falhas.

Certamente, e digo isso sem quase nenhuma sombra de dúvidas, você já viu alguém conhecido falando alguma das frases abaixo mais de uma vez e provavelmente você também já fez uso de alguma delas:

demissão: “A culpa foi do meu chefe, que não gostava de mim, não entendia meu trabalho!”

estudo: “A culpa foi do professor de matemática…ele não explicava direito a matéria…”

Infração: “Foi o filho da mãe do guarda de trânsito que me multou…nunca tinha ninguém lá…como é que eu ia saber?”

“A culpa é do governo, do mercado financeiro, da alta do dólar, do desemprego, da crise…etc…etc…etc…”

Se identificou com alguma situação acima?

Se você fizer um exame de consciência, certamente vai identificar mais de uma  situação em que você fez uso desses recursos, tanto o de terceirizar sonhos e responsabilidades, quanto o de culpar terceiros pelas suas falhas.

Minha intenção com o texto, não é ser didático nem técnico, até mesmo porque não tenho formação nessa área, mas sim, mostrar como pequenas coisas e a importância que damos a elas, podem influenciar no nosso estado de espirito, motivação, energia e entusiasmo.

Vamos começar identificando as principais diferenças entre CULPA e RESPONSABILIDADE.

A palavra CULPA, na sua própria pronuncia, remete a acusação, castigo, quase que um crime.
Remete a passividade ou impossibilidade de tomar ação, de resolver a situação. Quando nos atribuímos CULPA, além de sofrermos com isso, por ser um sentimento carregado de muita emoção negativa, é como se estivéssemos nos declarando vítimas da situação, por nos acharmos incapazes de tomar qualquer ação para reverter a situação ou resultado atual, não acreditamos e não confiamos em nos mesmos e por isso, assumimos essa posição. Não há mais o que fazer. Vamos conviver com isso. Tenha dó de mim.

Quando assumimos a responsabilidade por algo, a situação é bem diferente.

RESPONSABILIDADE remete a empoderamento, confiança, ação, futuro. Quando você assume a responsabilidade por algo, é como se batesse no peito e falasse: Isso é minha responsabilidade!

É como se estivesse falando: ocorreu um problema, nessa situação, nessas circunstâncias, mas confie em mim que tenho a capacidade para resolver, para reverter a situação!

Quando atribuímos CULPA a um terceiro, geralmente estamos com expressão fechada, apontando o dedo, claramente configurando uma acusação. A CULPA disso é SUA!

Quando atribuímos RESPONSABILIDADE, ao invés de apontarmos o dedo acusando, geralmente damos um tapa no ombro ou simplesmente falamos: Isso é sua RESPONSABILIDADE!

É como se estivéssemos falando: Ok, seu que houveram problemas aqui, nessas circunstâncias, mas eu confio que você tem a capacidade para resolver a situação, para reverter o quadro.

Essas são as diferenças básicas entre CULPA e RESPONSABILIDADE.

O Primeiro remete a passividade, passado, incapacidade de resolver e o outro remete a empoderamento, confiança, atividade, ação, solução, futuro.

E o que nossa forma de se comunicar tem a ver com isso?

Muito!

Está diretamente ligado à forma como estamos comunicando o problema pra nós ou para outros.

Qual a carga de emoção que estamos colocando nessa comunicação, nossa expressão facial, corporal, respiração, etc.

Especialistas dizem que somente 15% da nossa comunicação é verbal. Os outros 85% são a percepção do que nossa expressão corporal, facial, nossos gestos, respiração, olhar, tom e timbre de voz, estão realmente falando.

Por isso, as vezes temos a impressão de estarmos falando com alguem e pessoa aparentemente não estar nos ouvindo, entendendo o que estamos falando.

Isso pode ser verdade!

Pode ser que o que você está verbalizando não condiz com o que o seu corpo, sua respiração, seu olhar, estão transmitindo.

Preste um pouco mais de atenção na sua forma de comunicação e você irá perceber isso. Isso faz parte do exercício do autoconhecimento, da busca pela evolução, melhoria.

Se você cometeu alguma falha e está se sentindo culpado, substitua imediatamente isso por RESPONSABILIDADE!

CULPA é um sentimento ruim, que remete a acusação, mágoa, rancor. Enquanto que responsabilidade, remete à possibilidade, ação, empoderamento, força.

Torne-se responsável pelos seus atos, atitudes, pela sua vida e você verá todo um mundo novo de possibilidades surgir à sua frente. Porque quando você fizer isso, você terá mudado sua forma de sentir, de pensar e consequentemente, sua forma de agir.

Um abraço e até o próximo post.

Você é um profissional REPOLHO ou ROSA?

Profissional Repolho ou Rosa?

REPOLHO ou ROSA?

É claro que esse post não se trata nem de comida, nem de decoração.

O REPOLHO representa o profissional apático, desiludido, parado no tempo, enquanto que a ROSA representa o profissional entusiasmado, antenado, cheio de energia positiva e aberto ao novo.

Vi essa metáfora em um vídeo de palestra e achei interessante. O Repolho nasce com as pétalas abertas e vai se fechando com o tempo.

O profissional REPOLHO é aquele que acha que já sabe tudo, está com a mente e o coração fechados para coisas novas, novos aprendizados, novos conhecimentos e via de regra, novos relacionamentos. Esse é o profissional que por vezes alardeia seus muitos anos de experiência, mas na verdade, mal sabe ele que o que tem é muitas vezes o MESMO ANO de experiência.

Ao contrário do repolho, a ROSA nasce fechada, tímida, e vai se abrindo com o tempo, até se tornar algo maravilhoso. Assim é o profissional ROSA, que chega tímido, até meio retraído, desconfiado, mas que com o tempo vai abrindo a mente, vai buscando novos conhecimentos, novas habilidades, novos relacionamentos e com isso vai criando uma camada de aprendizado, experiência, e com o tempo vai se abrindo e compartilhando aquilo que adquiriu com os colegas, familiares, com as pessoas à sua volta, contribuindo para mudar seu mundo e o mundo a sua volta.

E isso é prazeroso.

Para identificarmos se somos mais REPOLHO ou ROSA, é necessário um exercício de autoconhecimento. Isso é o começo de tudo.

É comum ouvirmos pessoas ao nosso lado falar assim:

“Eu me conheço! Sei como funciono.”

Na maioria das vezes isso é verdade nosso comportamento em certas situações a alguns dos nosso hábitos enraizados na alma, vontades, etc.

Mas é difícil encontrar alguém que faça uma avaliação sincera, profunda de si mesmo.

Para que possamos evoluir em qualquer área da nossa vida, é necessário que se dê o primeiro passo. E o primeiro passo é saber aonde estamos. Dificilmente saberemos aonde estamos realmente, sem um exercício profundo de autoconhecimento.

Uma vez identificado efetivamente em que ponto nos encontramos, devemos saber aonde queremos chegar. Isso para qualquer área da nossa vida que queiramos evoluir, mudar, enfim…

Após identificarmos em que ponto efetivamente estamos e aonde queremos chegar, é necessário que tenhamos claro o caminho a percorrer, as ferramentas necessárias, etc.

É tão simples quanto parece:

O QUE, QUANDO, ONDE e COMO queremos alcançar.

Isso é muito mais difícil, mais doloroso, para o profissional que tem um perfil mais REPOLHO, ou seja, mais fechado, que acha que já sabe tudo, que acha que tem a experiência necessária para qualquer coisa.

É menos complicado e menos doloroso para o profissional que se identifica mais com o perfil ROSA. Mais aberto para novos aprendizados, para tomar novos caminhos, para conhecer novas pessoas, para reconstruir o que quer que seja.

Um exemplo de que temos que manter sempre a mente aberta, se quisermos prosperar em qualquer área de nossas vidas, Antony Robbins, um dos palestrantes motivacionais mais requisitados e bem pagos do mundo, multimilionário, requisitado por celebridades, empresários, governantes, militares, etc.,

Tony Robbins, como é conhecido mundialmente, supostamente já sabe tudo no seu campo, porque ele foi quem levou o mercado de palestra motivacionais à estratosfera, lotando estádios, etc.

Tony Robbins, de 56 anos de idade, acabou de iniciar um projeto de PODCAST, porque ele disse que ficou maravilhado com a possiblidade de expandir sua mensagem a mais e mais pessoas e percebeu que não estava explorando corretamente todos os canais de distribuição de conteúdo.

Você acha que o Tony Robbins é profissional REPOLHO ou ROSA?

E você?

Se identifica mais com o quê?

REPOLHO ou ROSA?

Já fez sua autoanálise sincera?

Um abraço e até o próximo post.

Em tempos de crise, Resiliência.

Na Física, o conceito de resiliência se refere à propriedade de que são dotados alguns sub-materiais, de acumular energia, quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Após a tensão cessar poderá ou não haver uma deformação residual causada pela histerese do material – como um elástico ou uma vara de salto em altura, que verga-se até um certo limite sem se quebrar e depois retorna à forma original dissipando a energia acumulada e lançando o atleta para o alto.

Na Psicologia, a resiliência é um aspecto psicológico, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse etc. – sem entrar em surto psicológico.

Resiliência no mundo corporativo

É também um termo que o mundo corporativo, ou seja, os gurus de negócios, pegaram emprestado da Física e da Psicologia para definir aqueles profissionais que tem a capacidade de suportar alta pressão, de suportar adversidades no ambiente corporativo e no mercado, sem entrar em parafuso (se abalar física e/ou emocionalmente) e melhor ainda, sem colocar o time ou as equipes que trabalham juntos, em parafuso.

Descrevendo assim, parece ser algo possível somente para alguns poucos seres humanos iluminados, certo?

Existem diversos artigos muito bem escritos na Internet sobre o tema, abordando-o do ponto de vista psicológico, da Física, Biologia, Administração e assim por diante. Não pretendo aqui de maneira alguma, competir com esses textos escritos, a maioria deles por profissionais especializados, com formação específica, etc. Estou trazendo o tema a tona em função do ambiente em que vivemos atualmente, que parece uma permanente panela de pressão em ebulição, sempre prestes a explodir.

Resiliência e a “tirania” nos escritórios

Durante períodos de crise, é comum surgirem os “tiranos” nos escritórios. Aqueles profissionais que, seja cumprindo ordens, seja por perfil, gostam de infernizar a vida dos outros no ambiente de trabalho.

Seja cobrando de maneira desmedida, seja falando com ironia, seja sendo sarcástico, seja falando de maneira inadequada, esses profissionais costumam tornar a vida dos outros, um verdadeiro inferno. Alguns profissionais, tem a capacidade de absorver essas demandas, protegendo o time e procurando não se deixar abalar ou ser afetado por isso.

Os profissionais que tem a capacidade, de suportar esse tipo de adversidade, seja durante os períodos de crise, seja no dia a dia, geralmente trabalham muito bem, diversas outras características de liderança, tais como:
Paciência, tolerância, compreensão, perdão, fé e por fim, sabedoria.

Autoconhecimento

Para atingir esse nível de maturidade, mais do que experiência, requer muito autoconhecimento, estudo, um aprendizado constante com os próprios erros e uma observação constante do que acontece a sua volta. Requer altos níveis de flexibilidade e adaptação ao ambiente em que se trabalha e porque não, se vive.

A maioria das pessoas não consegue conviver muito bem com isso, e aí, os níveis de stress vão para a estratosfera, causando sérios problemas de saúde, relacionamentos e frustração.

Mas, em momentos de crise como o que estamos vivendo, faz-se necessário mais e mais, o desenvolvimento e a prática dessa habilidade/característica. Em momentos como esse é que vemos “aflorar” a tirania no ambiente de trabalho, e o clima de terror geralmente se instaura.

Vê-se pelos corredores das empresas, pessoas tensas, com a sensação constante de que vão ser demitidas, olhando as notícias ruins na mídia e apavoradas por essa sensação de medo/stress constante.

É exatamente nesse tipo de cenário que se sobressaem as pessoas que tem autocontrole e autoconhecimento, que conseguem fazer uma análise menos alarmante da situação, que conseguem manter o otimismo olhando a situação como um todo, buscando as oportunidades que ela traz, e sempre traz, ao invés de olhar para as limitações.

Pratique a gratidão!

O desenvolvimento de características como a resiliência, conforme citado acima, requer também o conhecimento/prática de diversas outras habilidades. Mas, obviamente, devemos começar por uma. Pode ser aquela com a qual mais nos identificamos. Minha sugestão: Comece praticando a GRATIDÃO, diariamente.

Agradecer diariamente pelo que somos, temos, pela família, trabalho, vida, etc., começa a ficar mais fácil perdoar. Muitas vezes o exercício do PERDÃO é para nós mesmos, porque estamos habituados a nos culpar, porque foi assim que aprendemos, foi assim que fomos criados.

Crie uma camada de proteção contra o negativismo e o pessimismo

Quando aprendemos a perdoar, tanto a nós quanto aos outros, começamos a falar de responsabilidade ao invés de culpa e, acredite, a diferença é brutal. Quando se começa a praticar gratidão e perdão, sentimentos que parecem triviais e tão simples, mas não são, começamos a criar uma “camada”, uma “segunda pele” de proteção contra o negativismo, contra o pessimismo e consequentemente, contra a tirania.

Com essas práticas, fica mais fácil ser flexível, envergar com a pressão e depois voltar ao estado natural e não se deixar levar e nem vencer pelas intempéries.

Vejo pessoas criticando a psicologia positiva, mas a meu ver ela é infinitamente melhor do que a psicologia do negativismo, que vê tudo com pessimismo, que traz desmotivação, e essas, definitivamente, não são características que vão ajudar alguém a se tornar resiliente. Lembre-se que os jornais vivem de lhe “vender” notícias e não para lhe trazer informações.

Cada telejornal dá a notícia do jeito que lhe convém, da forma que chame mais a atenção, como entretenimento. Claro, que existem jornais, programas de TV e revistas sérios, mas são raros e até por essa razão, não são os mais populares.

A resiliência quando desenvolvida, acaba sendo aplicada em todas as áreas da vida, pois te dá a consciência, a compreensão e a flexibilidade necessárias para lidar com situações cotidianas e não só com situações do trabalho.

Faça regularmente uma autoanalise, pratique o autoconhecimento, procure sempre melhorar seus conhecimentos e habilidades. Isso te dará autoconfiança, melhora a autoestima e te deixa menos vulnerável aos tiranos.

Segundo Darwin, quem vence não é o mais forte, nem o mais inteligente, mas sim o que melhor se adapta. Acredito que essa descrição se encaixa muito bem no contexto descrito acima.

Abraços e até o próximo post.

Pensar Grande

Pensar grande. O esforço é o mesmo!

Pensar grande exige o mesmo nível de esforço que pensar pequeno!

Segundo o empresário e mega investidor Donald Trump, se você tem que pensar de qualquer jeito, Pense Grande. O esforço é o mesmo. Ou seja, pensar grande, exige o mesmo nível de esforço que pensar pequeno!

Sonhar alto, não quer dizer ser megalomaníaco. Não é isso.

Significa que você tem que pensar além do minimo, do que você pensa ser possível agora com o que você tem em mãos. Na grande maioria das vezes, as pessoas se limitam em função de visão limitada, curta, de pensar apenas no momento, do que se tem em mãos, sem olhar as possibilidades.

Aprenda a pensar grande!

Lembro de um episódio em que um dos maiores varejistas do Brasil ia abrir novas lojas e pediu um projeto para um escritório de arquitetura e falou de limitações de budget. Quando os arquitetos trouxeram o projeto, ouviram diversos impropérios. Voltaram para a prancheta e trouxeram um novo projeto e ouviram: “Agora sim. Vamos ver como esse projeto se encaixa no meu orçamento.”

Basicamente, os arquitetos nivelaram por baixo e fizeram um projeto “Chinfrim”, pobre, por assim dizer. No segundo projeto eles olharam as possibilidades e não as limitações. É disso que estou falando, olhar as possibilidades ao invés das limitações.

Isso, qualquer um pode e deve fazer. Pensar grande e sonhar alto são coisas que ao meu ver, deveriam ser ensinadas nas escolas de ensino básico. Infelizmente, acontece exatamente o contrário. Quando um aluno da escola pública pensa alto ou fala de seus sonhos, o primeiro trabalho que o professor faz é desencorajá-lo, dizendo que isso não é para ele, que é impossível, que precisa de recursos, de dinheiro, de ajuda, de influência, etc. A lista das coisas que tornam a realização daquilo impossível é gigante.

As pessoas geralmente se limitam por tudo ao redor. Pelas condições meteorológicas, pela idade, por falta de dinheiro, por falta de transporte, por ser feio, por ser bonito, enfim, por uma infinidade de motivos irrelevantes. Quando falo as pessoas, para não ficar muito genérico, falo de pessoas que vejo diariamente no meu ambiente de trabalho, no bairro onde moro, no meu circulo de amizades, etc.

O que todo mundo quer de verdade é ganhar na mega sena acumulada e se possível sem nem ter que jogar.

O que todo mundo quer de verdade é se tornar uma celebridade da noite para o dia sem ter que fazer nenhum esforço.

O que todo mundo quer de verdade é ter no currículo um curso no exterior, em universidade americana de ponta, sem ter que fazer esforço pra isso.

Isso não é sonhar alto. Isso é querer se dar bem sem esforço.

Tenho visto cada vez mais, os jovens, garotos mesmo, se interessando por empreendedorismo, por startups, por se desenvolver e desenvolver negócios. Isso é absolutamente fantástico. Tenho aprendido muito com esses novos empreendedores. Muito mesmo.

No entanto, infelizmente a parcela da população jovem ou não, que vive vegetando, literalmente, é infinitamente maior. Aquela parcela que vive em função dos noticiários, do pessimismo, que acredita que o mundo vai ruir a qualquer momento, que os EUA vão invadir o Pais e viraremos colônia (Como se já não fossemos…), que acredita que a realidade é a novela das 8, os reality shows, etc.

Essa parcela da população, deveria se conscientizar sim, de outra forma, buscando melhorar seu conhecimento, suas habilidades, sua maneira de ver pelo menos o “seu” mundo. Um olhar de otimismo para o mundo a sua volta, um olhar construtivo, de possibilidades, o olhar necessário para se construir ou reconstruir qualquer coisa.

É verdade que o momento é de descrença. Descrença nas instituições, sejam elas politicas, esportivas, religiosas ou de cunho social. As instituições ao nosso redor estão todas impregnadas de corrupção, de falta de integridade moral, de falta de dignidade, enfim, falta de tudo aquilo que é bom e caro à humanidade.

Mas há que ainda se acreditar no ser humano e na sua capacidade de superação, de recuperação, de construção. Há que se buscar novos heróis que não os de quadrinhos ou os de outras culturas/países. Devemos olhar as histórias de cidadãos que a despeito de tudo de ruim a sua volta, a despeito do fato de aos olhos dos outros estarem abaixo da linha da pobreza, da ignorância as vezes, buscaram soluções, saídas para melhorar suas vidas e as vidas dos seus.

Para refletir, vou tomar a liberdade de citar pelo menos 4 matérias que ilustram os exemplos acima, de personagens que devemos certamente adotar como heróis, como exemplos.

http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/educacao/cearense-e-aprovada-para-mestrado-em-5-universidades-da-europa/

http://raimundomoura.blogspot.com/2014/05/exemplo-agricultor-de-pentecoste-sai-da.html

http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Visao/noticia/2015/04/como-janguie-diniz-passou-de-engraxate-dono-do-maior-grupo-de-educacao-do-nordeste.html

http://vestibular.uol.com.br/noticias/redacao/2014/02/27/jovem-da-periferia-de-sp-abandona-duas-graduacoes-para-tentar-medicina.htmhttp://www.estudarfora.org.br/estudante-baiana-e-disputada-por-9-universidades-dos-eua/

Pense Grande, Sonhe Alto. o Esforço é o mesmo.

Abraços e até o próximo post.

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