Category: Liderança

Fazer aquilo que AMA ou AMAR aquilo que faz?

AMAR aquilo que faz!

AMAR aquilo que faz!

Leio muitos textos e livros de gurus e especialistas de RH, psicólogos, Headhunters, etc. e é quase unanimidade entre esses especialistas que para atingir a felicidade no campo profissional, tem-se que trabalhar com aquilo que AMA fazer.

Andei me questionando sobre isso!

Será mesmo?

Comecei a observar as pessoas e as coisas comuns à minha volta e…mais questionamentos!

Comecei a me perguntar coisas como:

Fazer aquilo que AMA ou AMAR aquilo que faz?

Será que as mães AMAM limpar banheiro, lavar roupa suja, lavar uma pia cheia de louça?

Será que os garis AMAM de verdade correr em média 30Km por dia, recolhendo lixo e correndo riscos de contaminação de toda espécie?

Será mesmo que aqueles que se dedicam a cuidar de pessoas nas ruas, por vezes correndo perigo de vida, realmente AMAM estar por ai na madrugada, por vezes passando muito frio, vendo o sofrimento dos outros, quando podiam estar com a família, no conforto de suas casas?

Acho que acredito mais que essas pessoas devem AMAR aquilo que fazem, independente de isso ser aquilo que elas AMAM fazer!

Nós sabemos perfeitamente, sem que ninguém nos diga, quando foi a mãe ou esposa que limpou a casa ou arrumou a roupa no guarda roupa e quando foi outra pessoa.

Isso significa:

AMAR aquilo que faz!

Acredito que os atletas, como os jogadores de futebol por exemplo, AMAM jogar bola, aquele momento que estão em campo, com a torcida gritando, deve ser emocionante, mas, duvido que eles amem o PROCESSO para estar ali. Treinar todos os dias, ter o sono regrado e controlado, alimentação regrada e controlada, os finais de semana longe da família, as críticas da imprensa e da torcida, etc….

A meu ver, só alcançam a glória aqueles que fazem toda a parte ruim com MUITO AMOR, se aperfeiçoam e ai sim, podem curtir o momento de glória, quando estão dentro de campo, colhendo os frutos de todos os momentos dos quais não gostaram, mas fizeram assim mesmo.

E sabem que gostando ou não, tem que fazer bem feito, dar o seu melhor, se quiserem estar em campo com os demais.

AMAR aquilo que faz!

Tem uma das frases do Muhammad Ali que gosto muito, que diz o seguinte:

“Odiei cada segundo de treino, mas disse a mim mesmo: Não desista! Sofra agora e viva o resto da vida como campeão”

Pra mim está claro que ele “AMAVA” o momento de estar no ringue, disputando um cinturão, com o mundo todo olhando e com todas as expectativas sobre ele, mas….ele simplesmente ODIAVA o processo para chegar ali.

Não tinha outro jeito e ele sabia disso!

Para estar onde ele AMAVA e fazendo aquilo que AMAVA (Disputar Títulos), ele precisava colocar AMOR no resto do processo.

Quando falo aqui de colocar AMOR, não estou falando só de sentimento. Estou falando de mostrar vontade, de colocar a mente, o coração e o corpo naquilo que se está fazendo.

Só assim temos chance de dar o nosso melhor!

As vezes acho que as pessoas simplesmente “passam” pela vida porque estão esperando encontrara aquilo que AMAM fazer para dar o seu melhor. E como nunca encontram, vivem frustradas, achando que o mundo é injusto, que a vida é injusta, etc.

Acredito realmente que as pessoas que alcançam sucesso na vida, traçam um objetivo e colocam tudo nisso: AMOR, CORAÇÃO, CORPO, as ENTRANHAS se for preciso, até atingirem seu objetivo.

Esse é o segredo:

AMAR aquilo que faz!

Cristiano Ronaldo, um dos melhores jogadores do mundo na atualidade, ano passado disse a seguinte frase:

“Quando eu me aposentar, vou viver como um REI! Até lá, sou um atleta!”

Fantástico não?

Sabe porque ele fala isso?

Simples, ele se cuida mais do que a maioria dos atletas de alto nível. Mesmo quando sai de férias, ele leva um nutricionista e um preparador físico com ele. Por isso, está sempre em excelente forma. Dizem os especialistas que ele pode jogar em altíssimo nível até os 37, 38 anos de idade.

Isso é fenomenal!

Acredito que aqueles que colocam AMOR NO QUE FAZEM, quando menos esperam, quase sem perceber, se encontram fazendo AQUILO QUE AMAM!

Dá uma olhada nesse vídeo que gravei sobre o tema também…

https://youtu.be/1-8-0NrFIs8

Um abraço e até o próximo post.

Sobre escolhas, decisões e responsabilidades

Escolhas e decisões

Sobre escolhas e decisões…

Morpheus: – “Infelizmente, é impossível dizer o que é Matrix. Você tem de ver por si mesmo. Esta é sua ultima chance. Depois não há como voltar. Se tomar a pílula azul…a historia acaba, e você acordará na sua cama acreditando no que quiser acreditar. Se tomar a pílula vermelha ficará no País das Maravilhas e eu te mostrarei até onde vai a toca do coelho. Lembre-se, tudo que ofereço é a verdade. Nada mais.”

A foto e o parágrafo acima, referem-se ao filme Matrix de 1998, onde Morpheus(Lawrence Fishburne) explica ao Neo(Keanu Reeves), sobre escolher entre a pílula azul ou a vermelha.

Escolhas e decisões

Essa semana, particularmente estive pensando em como nossas escolhas e decisões, pequenas ou grandes, certas ou erradas, afetam nosso julgamento das situações.

Algumas semanas atrás, estava eu, com voo marcado para Brasilia, saindo de São Paulo as 09:00hs. Então, decidi que não iria de carro até o aeroporto porque o trânsito estava muito “pesado”.

Ai começa a minha aventura…

Decidi que iria de táxi pela facilidade de poder pegar o corredor de ônibus e quem sabe, evitar o trânsito mais pesado no caminho até o aeroporto.

Chamei o táxi pelo aplicativo e recebi confirmação de que o motorista chegaria em 8 minutos. Resolvi checar aonde estava o motorista e percebi que de onde ele estava vindo, dificilmente ele estaria no local em 8 minutos, considerando que já eram 8 horas…

“BAD CHOICE”…

Cancelei o Táxi e chamei um Uber.

3 minutos até o local, dizia o aplicativo. Fiquei aguardando e só para variar, sinal a operadora, sumiu e com isso veio ainda mais expectativa, stress e desespero.

O motorista demorou pelo menos 15 minutos para chegar e percebi que ele estava perdido.

Pelo horário, eu também.

Para tornar curta uma história longa, perdí meu voo ainda no caminho para o aeroporto e ao ligar para a companhia aérea me disseram que o próximo voo deles para Brasilia, seria as 12:40.

Tinha reunião agendada com cliente as 14:30.

Fiquei bastante tenso com a situação, porque tinha a expectativa de aproveitar mais o tempo lá em Brasilia e visitar outros clientes, o stress chegou no ápice, de tal modo que eu quase não respirava direito.

Então, chateado, respirei fundo e me perguntei:

Porque estou nervoso se EU fiz as escolhas e tomei as decisões que me levaram a essa situação?

Fazemos dezenas de escolhas e tomamos dezenas de decisões todos os dias.

Escolhemos ir a algum lugar ou não, tomar água ou não, comer comida saudável ou gordurosa, nos exercitar ou curtir a preguiça em frente à TV e aproveitar o prazer imediato que isso nos dá.

Escolhemos estudar ou ocupar nosso tempo com algo que não nos traz nenhum retorno, escolhemos ficar reclamando da empresa onde trabalhamos ou buscarmos nos tornar melhores no que fazemos, etc, etc, etc.

O fato e que fazemos centenas de escolhas e tomamos muitas decisões a todo momento. Algumas conscientes outras nem tanto, decisões boas ou ruins, enfim…escolhas e decisões.

Assumir as consequências…

O grande problema é que a maioria das pessoas não quer assumir as consequências pelas suas escolhas e decisões.

Geralmente o que acontece é o seguinte:

Quando fazemos uma escolha acertada ou tomamos uma decisão boa, corremos para a galera para falar que já sabiamos que ia ser assim.

É comum corrermos para proclamar e ganhar os louros pelos nossos acertos.
Quando acontece o contrario, o primeiro ato é procurar o culpado pelas nossas ações e decisões, começando por Deus…

A questão é que enquanto não assumirmos o controle, a responsabilidade pelas consequências das nossas ações e decisões, parece que estamos terceirizando o controle de nossas vidas e portanto…

Não temos clareza do caminho a seguir, estamos sempre atribuindo nossos próximos passos a terceiros ou situações externas a nós.

É claro que as condições externas podem influenciar nossas escolhas e decisões, mas, é importante ter consciência que ainda assim, foi nossa escolha e nossa decisão que nos levou a determinada situação, boa ou ruim.

A partir do momento que tomamos consciência das nossas escolhas e assumimos a responsabilidade por nossas decisões, passamos a ter mais clareza, mais autonomia e determinamos melhor o rumo da nossa vida, quais passos damos e o porque.

Senso comum…

Parece mais fácil simplesmente terceirizar as escolhas e decisões difíceis, mas é porque faz parte do senso comum que o mundo nos deve algo, que alguém tem que ser responsável pelo que acontece conosco, não é mesmo?

Mas sabemos que o senso comum, nem sempre é prática comum.

Sabemos que deveríamos ser mais gentis e nem sempre somos, que devemos agir de maneira imparcial e nem sempre agimos, que deveriamos nos alimentar de maneira correta e sadia, e nem sempre fazemos…

Enfim…o senso comum quase nunca é prática comum, a não ser nos casos que em nos é conveniente.

Responsabilidade pelas escolhas e decisões…

No meu caso, eu decidi tomar as rédeas da situação e assumir a responsabilidade pelas minhas escolhas.

Entendi que se eu perdesse a reunião agendada com o cliente, seria exatamente por causa das minhas escolhas e decisões e o mundo, o universo, o taxista, o motorista do Uber, a atendente da companhia aérea, não tinham absolutamente nada a ver com isso.

Digo o mesmo para você:

A partir do momento que você decidir assumir a responsabilidade pelas suas escolhas e decisões e parar de tentar culpar ou responsabilizar o mundo, o vento, o tempo, o que quer que seja, você se verá tomando de volta o controle da sua vida e consequentemente verá um mundo de oportunidades se abrindo á sua frente.

Então meu amigo, assuma a responsabilidade pelos seus atos, pelas suas escolhas e decisões, tome de volta o controle da sua vida e você verá a oportunidade de transformar não somente a sua vida, mas o universo à sua volta.

Um abraço e até o próximo post.

Perseverar para realizar sonhos, objetivos e metas

Perseverar

Perseverar é a chave para atingir seus sonhos!

Perseverar, persistir são quase palavras de ordem nos dias atuais.

Vivemos num mundo onde tudo é efêmero, passa muito rápido, acaba muito rápido, não tem valor.

Todo mundo quer ficar milionário sem fazer força, sem perseverar, ganhar na loteria sem jogar e como diz a música, fazer o milésimo gol, sentado na mesa de um bar.

Em função disso, vemos as pessoas pulando de uma coisa para outra e procurando explicações para isso.

Quase ninguém tem ou quer ter a coragem de perseverar, de persistir, com foco no objetivo, até alcançá-lo.

Isso cansa e é chato, deixa eu buscar uma fórmula rápida no Youtube ou no Google.

Queremos sempre o máximo prazer e conforto, sem esforço.

Sempre que me pego pensando em alguma situação em que se tem que persistir, perseverar, ter força de vontade, perseguir incansavelmente o objetivo, me vem a mente um desenho que assisti muito e que muita gente assiste ainda hoje.

Papa-léguas.

No desenho, o coiote persegue incansável e infinitamente o papa-léguas, como se não existisse nada mais no universo.

Ele se ferra direto, cai de precipícios, é atropelado por trens, por pedras, bigorna na cabeça, etc.

Ele não desiste nunca.

Caiu, bateu, se ferrou, na próxima cena está ele lá com um sorriso malicioso no rosto e traçando a proxima estratégia para capturar o seu alvo e atingir seu objetivo.

Como o coiote, também devemos persistir.

Claro que devemos utilizar inteligência intelectual e emocional para planejar e executar melhor do que ele, até porque, ele é incansável e imortal. É um personagem de desenho animado.

Temos que tomar muito cuidado para distinguir o que é persistência do que é teimosia.

Persistência é o que o coiote faz. Ele traça diferentes estratégias, busca diferentes caminhos, mas continua perseguindo o mesmo objetivo.

Teimosia é fazer a mesma coisa repetidas vezes, do mesmo jeito, nos mesmos cenários, com as mesmas pessoas e querer obter resultados diferentes.

Isso é TEIMOSIA. Isso é INSISTIR no erro.

Se você está executando algum projeto de vida, seja de educação, seja você um empreendedor corporativo ou está nesse momento cheio de energia e criando seu proprio negócio, PERSISTA.

Busque diferentes caminhos, tenha um plano e execute.

Falhou?

Senta novamente e volta para a prancheta. Veja o que falhou e o que você poderia ter feito melhor, diferente, de maneira mais eficiente, eficaz.

Procure quem já empreendeu nessa área, chame para tomar um café, pergunte, peça orientação, tente aprender com os erros dele.

Procure fazer parte de grupos que tenham interesses parecidos com os seus. Procure um mentor.

Porque é importante tem um mentor?

Imagine que Oprah Winfrey, Tiger Woods, Michael Jordan, todos tem mentores. Se pessoas que conseguiram atingir um nível tão alto de performance tem um mentor, porque você não teria?

Busque as estratégias corretas, envolva as pessoas corretas e necessárias, reveja seus planos e PERSISTA, persiga seu objetivo até atingi-lo.

Com isso, você não só sentirá um nível de satisfação enorme, como desenvolverá a inteligência emocional necessária para superar quaisquer obstáculos que venham a surgir na sua frente.

Um abraço e até o próximo post.

Responsabilidade ou culpa: como você lida com suas falhas?

Culpa ou Responsabilidade?

Culpa ou responsabilidade: Como você encara suas falhas?

Quero falar sobre 2 sentimentos que acessamos quase que diariamente em diversas situações cotidianas e em diversas áreas da nossa vida profissional, familiar, pessoal, etc.

Esse texto é sobre CULPA, RESPONSABILIDADE, que tipo de influência esses sentimentos têm na nossa energia, entusiasmo e autoestima e ainda, o que a forma como nos comunicamos tem a ver com eles.

Se estudarmos um pouco sobre a história da humanidade veremos que o ser humano aprendeu desde muito cedo a “terceirizar” suas responsabilidades, sonhos, desejos, etc., para seus Deuses, deidades, etc.

Num país como o nosso em que a população é majoritariamente cristã, o mais comum é transferirmos nossos desejos, nossos sonhos e responsabilidades para Deus.

Outro dia me enviaram um vídeo por WhatsApp, de uma menina de 7 ou 8 anos, colocando a culpa em Deus, por ela não lembrar nada da matéria que ela havia estudado 2 dias antes.

É comum de vez em quando nos pegarmos falando frases como as listadas abaixo e por muitas vezes, pessoas à nossa volta, fazendo o mesmo.

“Se Deus quiser vou ganhar na mega-sena e ficar rico!”

“Se Deus quiser, vou passar de ano!”

“Se Deus quiser, esse ano, troco de carro!”

“Se Deus quiser, esse ano, quito a minha casa!”

Acredito que todos nós, pelo menos uma vez na vida já pronunciamos alguma das frases acima.

Para alguns, elas são apenas “força de expressão“, mas para a maioria, elas se tornaram um modo de vida. É fácil perceber quando é transferência e quando não é. Basta verificar que quando o resultado não vem, normalmente se ouve algo do tipo:

“Não aconteceu porque Deus não quis!”

“Deus não permitiu que acontecesse dessa forma. Quem sabe da próxima vez!”

Além de transferir nossos sonhos e desejos para Deus, também cultivamos, muitas vezes o péssimo hábito de atribuir CULPA a terceiros, pelas nossas falhas.

Certamente, e digo isso sem quase nenhuma sombra de dúvidas, você já viu alguém conhecido falando alguma das frases abaixo mais de uma vez e provavelmente você também já fez uso de alguma delas:

demissão: “A culpa foi do meu chefe, que não gostava de mim, não entendia meu trabalho!”

estudo: “A culpa foi do professor de matemática…ele não explicava direito a matéria…”

Infração: “Foi o filho da mãe do guarda de trânsito que me multou…nunca tinha ninguém lá…como é que eu ia saber?”

“A culpa é do governo, do mercado financeiro, da alta do dólar, do desemprego, da crise…etc…etc…etc…”

Se identificou com alguma situação acima?

Se você fizer um exame de consciência, certamente vai identificar mais de uma  situação em que você fez uso desses recursos, tanto o de terceirizar sonhos e responsabilidades, quanto o de culpar terceiros pelas suas falhas.

Minha intenção com o texto, não é ser didático nem técnico, até mesmo porque não tenho formação nessa área, mas sim, mostrar como pequenas coisas e a importância que damos a elas, podem influenciar no nosso estado de espirito, motivação, energia e entusiasmo.

Vamos começar identificando as principais diferenças entre CULPA e RESPONSABILIDADE.

A palavra CULPA, na sua própria pronuncia, remete a acusação, castigo, quase que um crime.
Remete a passividade ou impossibilidade de tomar ação, de resolver a situação. Quando nos atribuímos CULPA, além de sofrermos com isso, por ser um sentimento carregado de muita emoção negativa, é como se estivéssemos nos declarando vítimas da situação, por nos acharmos incapazes de tomar qualquer ação para reverter a situação ou resultado atual, não acreditamos e não confiamos em nos mesmos e por isso, assumimos essa posição. Não há mais o que fazer. Vamos conviver com isso. Tenha dó de mim.

Quando assumimos a responsabilidade por algo, a situação é bem diferente.

RESPONSABILIDADE remete a empoderamento, confiança, ação, futuro. Quando você assume a responsabilidade por algo, é como se batesse no peito e falasse: Isso é minha responsabilidade!

É como se estivesse falando: ocorreu um problema, nessa situação, nessas circunstâncias, mas confie em mim que tenho a capacidade para resolver, para reverter a situação!

Quando atribuímos CULPA a um terceiro, geralmente estamos com expressão fechada, apontando o dedo, claramente configurando uma acusação. A CULPA disso é SUA!

Quando atribuímos RESPONSABILIDADE, ao invés de apontarmos o dedo acusando, geralmente damos um tapa no ombro ou simplesmente falamos: Isso é sua RESPONSABILIDADE!

É como se estivéssemos falando: Ok, seu que houveram problemas aqui, nessas circunstâncias, mas eu confio que você tem a capacidade para resolver a situação, para reverter o quadro.

Essas são as diferenças básicas entre CULPA e RESPONSABILIDADE.

O Primeiro remete a passividade, passado, incapacidade de resolver e o outro remete a empoderamento, confiança, atividade, ação, solução, futuro.

E o que nossa forma de se comunicar tem a ver com isso?

Muito!

Está diretamente ligado à forma como estamos comunicando o problema pra nós ou para outros.

Qual a carga de emoção que estamos colocando nessa comunicação, nossa expressão facial, corporal, respiração, etc.

Especialistas dizem que somente 15% da nossa comunicação é verbal. Os outros 85% são a percepção do que nossa expressão corporal, facial, nossos gestos, respiração, olhar, tom e timbre de voz, estão realmente falando.

Por isso, as vezes temos a impressão de estarmos falando com alguem e pessoa aparentemente não estar nos ouvindo, entendendo o que estamos falando.

Isso pode ser verdade!

Pode ser que o que você está verbalizando não condiz com o que o seu corpo, sua respiração, seu olhar, estão transmitindo.

Preste um pouco mais de atenção na sua forma de comunicação e você irá perceber isso. Isso faz parte do exercício do autoconhecimento, da busca pela evolução, melhoria.

Se você cometeu alguma falha e está se sentindo culpado, substitua imediatamente isso por RESPONSABILIDADE!

CULPA é um sentimento ruim, que remete a acusação, mágoa, rancor. Enquanto que responsabilidade, remete à possibilidade, ação, empoderamento, força.

Torne-se responsável pelos seus atos, atitudes, pela sua vida e você verá todo um mundo novo de possibilidades surgir à sua frente. Porque quando você fizer isso, você terá mudado sua forma de sentir, de pensar e consequentemente, sua forma de agir.

Um abraço e até o próximo post.

Você é um profissional REPOLHO ou ROSA?

Profissional Repolho ou Rosa?

REPOLHO ou ROSA?

É claro que esse post não se trata nem de comida, nem de decoração.

O REPOLHO representa o profissional apático, desiludido, parado no tempo, enquanto que a ROSA representa o profissional entusiasmado, antenado, cheio de energia positiva e aberto ao novo.

Vi essa metáfora em um vídeo de palestra e achei interessante. O Repolho nasce com as pétalas abertas e vai se fechando com o tempo.

O profissional REPOLHO é aquele que acha que já sabe tudo, está com a mente e o coração fechados para coisas novas, novos aprendizados, novos conhecimentos e via de regra, novos relacionamentos. Esse é o profissional que por vezes alardeia seus muitos anos de experiência, mas na verdade, mal sabe ele que o que tem é muitas vezes o MESMO ANO de experiência.

Ao contrário do repolho, a ROSA nasce fechada, tímida, e vai se abrindo com o tempo, até se tornar algo maravilhoso. Assim é o profissional ROSA, que chega tímido, até meio retraído, desconfiado, mas que com o tempo vai abrindo a mente, vai buscando novos conhecimentos, novas habilidades, novos relacionamentos e com isso vai criando uma camada de aprendizado, experiência, e com o tempo vai se abrindo e compartilhando aquilo que adquiriu com os colegas, familiares, com as pessoas à sua volta, contribuindo para mudar seu mundo e o mundo a sua volta.

E isso é prazeroso.

Para identificarmos se somos mais REPOLHO ou ROSA, é necessário um exercício de autoconhecimento. Isso é o começo de tudo.

É comum ouvirmos pessoas ao nosso lado falar assim:

“Eu me conheço! Sei como funciono.”

Na maioria das vezes isso é verdade nosso comportamento em certas situações a alguns dos nosso hábitos enraizados na alma, vontades, etc.

Mas é difícil encontrar alguém que faça uma avaliação sincera, profunda de si mesmo.

Para que possamos evoluir em qualquer área da nossa vida, é necessário que se dê o primeiro passo. E o primeiro passo é saber aonde estamos. Dificilmente saberemos aonde estamos realmente, sem um exercício profundo de autoconhecimento.

Uma vez identificado efetivamente em que ponto nos encontramos, devemos saber aonde queremos chegar. Isso para qualquer área da nossa vida que queiramos evoluir, mudar, enfim…

Após identificarmos em que ponto efetivamente estamos e aonde queremos chegar, é necessário que tenhamos claro o caminho a percorrer, as ferramentas necessárias, etc.

É tão simples quanto parece:

O QUE, QUANDO, ONDE e COMO queremos alcançar.

Isso é muito mais difícil, mais doloroso, para o profissional que tem um perfil mais REPOLHO, ou seja, mais fechado, que acha que já sabe tudo, que acha que tem a experiência necessária para qualquer coisa.

É menos complicado e menos doloroso para o profissional que se identifica mais com o perfil ROSA. Mais aberto para novos aprendizados, para tomar novos caminhos, para conhecer novas pessoas, para reconstruir o que quer que seja.

Um exemplo de que temos que manter sempre a mente aberta, se quisermos prosperar em qualquer área de nossas vidas, Antony Robbins, um dos palestrantes motivacionais mais requisitados e bem pagos do mundo, multimilionário, requisitado por celebridades, empresários, governantes, militares, etc.,

Tony Robbins, como é conhecido mundialmente, supostamente já sabe tudo no seu campo, porque ele foi quem levou o mercado de palestra motivacionais à estratosfera, lotando estádios, etc.

Tony Robbins, de 56 anos de idade, acabou de iniciar um projeto de PODCAST, porque ele disse que ficou maravilhado com a possiblidade de expandir sua mensagem a mais e mais pessoas e percebeu que não estava explorando corretamente todos os canais de distribuição de conteúdo.

Você acha que o Tony Robbins é profissional REPOLHO ou ROSA?

E você?

Se identifica mais com o quê?

REPOLHO ou ROSA?

Já fez sua autoanálise sincera?

Um abraço e até o próximo post.

Em tempos de crise, Resiliência.

Para tempos de crise: Resiliência!

Física – Resiliência ou resiliência é um conceito oriundo da física, que se refere à propriedade de que são dotados alguns sub-materiais, de acumular energia, quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Após a tensão cessar poderá ou não haver uma deformação residual causada pela histerese do material – como um elástico ou uma vara de salto em altura, que verga-se até um certo limite sem se quebrar e depois retorna à forma original dissipando a energia acumulada e lançando o atleta para o alto.

Psicologia – A resiliência é um aspecto psicológico, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse etc. – sem entrar em surto psicológico.

Resiliência

É um termo que o mundo corporativo, ou seja, os gurus de negócios, pegaram emprestado da física e da psicologia para definir aqueles profissionais que tem a capacidade de suportar alta pressão, de suportar adversidades no ambiente corporativo e no mercado, sem entrar em parafuso (se abalar física e/ou emocionalmente) e melhor ainda, sem colocar o time ou as equipes que trabalham juntos, em parafuso. Descrevendo assim, parece ser algo plausível para alguns poucos seres humanos, os iluminados. Certo?

Existem diversos artigos muito bem escritos na Internet sobre o tema, abordando-o do ponto de vista psicológico, da Física, Biologia, Administração e assim por diante. Não pretendo aqui de maneira alguma, competir com esses textos escritos, a maioria deles por profissionais especializados, com formação específica, etc. Estou trazendo o tema a tona em função do ambiente em que vivemos atualmente, que parece uma permanente panela de pressão em ebulição, sempre prestes a explodir.

Durante períodos de crise, é comum surgirem os “tiranos” nos escritórios. Aqueles profissionais que, seja cumprindo ordens, seja por perfil, gostam de infernizar a vida dos outros no ambiente de trabalho. Seja cobrando de maneira desmedida, seja falando com ironia, seja sendo sarcástico, seja falando de maneira inadequada, esses profissionais costumam tornar a vida dos outros, um verdadeiro inferno. Alguns profissionais, tem a capacidade de absorver essas demandas, protegendo o time e procurando não se deixar abalar ou ser afetado por isso.

Os profissionais que tem a capacidade, de suportar esse tipo de adversidade, seja durante os períodos de crise, seja no dia a dia, geralmente trabalham muito bem, diversas outras características de liderança, tais como:

Paciência, tolerância, compreensão, perdão, fé e por fim, sabedoria.

Para atingir esse nível de maturidade, muito mais do que experiência, requer muito autoconhecimento, estudo, um aprendizado constante com os próprios erros e uma observação constante do que acontece a sua volta. Requer altos níveis de flexibilidade e adaptação ao ambiente em que se trabalha e porque não, se vive. A maioria das pessoas não consegue conviver muito bem com isso, e aí, os níveis de stress vão para a estratosfera, causando sérios problemas de saúde, relacionamentos e frustração.

Mas, em momentos de crise como o que estamos vivendo, faz-se necessário mais e mais, o desenvolvimento e a prática dessa habilidade/característica. Em momentos como esse é que vemos “aflorar” a tirania no ambiente de trabalho e o clima de terror geralmente se instaura. Vê-se pelos corredores das empresas, pessoas tensas, com a sensação constante de que vão ser demitidas, olhando as notícias ruins na mídia e apavoradas por essa sensação de medo/stress constante. É exatamente nesse tipo de cenário que se sobressaem as pessoas que tem autocontrole e autoconhecimento, que conseguem fazer uma análise menos alarmante da situação, que conseguem manter o otimismo olhando a situação como um todo, buscando as oportunidades que ela traz, e sempre traz, ao invés de olhar para as limitações.

O desenvolvimento de características como a resiliência, conforme citado acima, requer também o conhecimento/pratica de diversas outras habilidades. Mas, obviamente, devemos começar por uma. Pode ser aquela com a qual mais nos identificamos. Minha sugestão: Comece praticando a GRATIDÃO, diariamente.

Agradecer diariamente pelo que somos, temos, pela família, trabalho, vida, etc., começa a ficar mais fácil perdoar. Muitas vezes o exercício do PERDÃO é para nós mesmos, porque estamos habituados a nos culpar, porque foi assim que aprendemos, foi assim que fomos criados.

Quando aprendemos a perdoar, tanto a nós quanto aos outros, começamos a falar de responsabilidade ao invés de culpa e, acredite, a diferença é brutal. Quando se começa a praticar gratidão e perdão, sentimentos que parecem triviais e tão simples, mas não são, começamos a criara uma “camada”, uma “segunda pele” de proteção contra o negativismo, contra o pessimismo e consequentemente, contra a tirania. Com essas práticas, fica mais fácil ser flexível, envergar com a pressão e depois voltar ao estado natural e não se deixar levar e nem vencer pelas interpéries.

Vejo pessoas criticando a psicologia positiva, mas a meu ver ela é infinitamente melhor do que a psicologia do negativismo, que vê tudo com pessimismo, que traz desmotivação, e essas, definitivamente, não são características que vão ajudar ninguém a se tornar resiliente. Lembre-se que os jornais vivem de lhe “vender” notícias e não para lhe trazer informações. Cada telejornal dá a notícia do jeito que lhe convém, da forma que chame mais a atenção, como entretenimento. Claro, que existem jornais, programas de TV e revistas sérios, mas são raros e até por essa razão, não são os mais populares.

A resiliência quando desenvolvida, é aplicada na verdade em todas as áreas da vida, pois te dá a consciência, a compreensão e a flexibilidade necessárias para lidar com situações cotidianas e não só com situações do trabalho.

Faça regularmente uma autoanalise, pratique o autoconhecimento, procure sempre melhorar seus conhecimentos e habilidades. Isso te dará auto-confiança, melhora a auto-estima e te deixa menos vulnerável aos tiranos.

Segundo Darwin, quem vence não é o mais forte, nem o mais inteligente, mas sim o que melhor se adapta. Acredito que essa descrição se encaixa muito bem no contexto descrito acima.

Abraços e até o próximo post.

Pensar Grande

Pensar grande. O esforço é o mesmo!

Pensar grande exige o mesmo nível de esforço que pensar pequeno!

Segundo o empresário e mega investidor Donald Trump, se você tem que pensar de qualquer jeito, Pense Grande. O esforço é o mesmo. Ou seja, pensar grande, exige o mesmo nível de esforço que pensar pequeno!

Sonhar alto, não quer dizer ser megalomaníaco. Não é isso.

Significa que você tem que pensar além do minimo, do que você pensa ser possível agora com o que você tem em mãos. Na grande maioria das vezes, as pessoas se limitam em função de visão limitada, curta, de pensar apenas no momento, do que se tem em mãos, sem olhar as possibilidades.

Aprenda a pensar grande!

Lembro de um episódio em que um dos maiores varejistas do Brasil ia abrir novas lojas e pediu um projeto para um escritório de arquitetura e falou de limitações de budget. Quando os arquitetos trouxeram o projeto, ouviram diversos impropérios. Voltaram para a prancheta e trouxeram um novo projeto e ouviram: “Agora sim. Vamos ver como esse projeto se encaixa no meu orçamento.”

Basicamente, os arquitetos nivelaram por baixo e fizeram um projeto “Chinfrim”, pobre, por assim dizer. No segundo projeto eles olharam as possibilidades e não as limitações. É disso que estou falando, olhar as possibilidades ao invés das limitações.

Isso, qualquer um pode e deve fazer. Pensar grande e sonhar alto são coisas que ao meu ver, deveriam ser ensinadas nas escolas de ensino básico. Infelizmente, acontece exatamente o contrário. Quando um aluno da escola pública pensa alto ou fala de seus sonhos, o primeiro trabalho que o professor faz é desencorajá-lo, dizendo que isso não é para ele, que é impossível, que precisa de recursos, de dinheiro, de ajuda, de influência, etc. A lista das coisas que tornam a realização daquilo impossível é gigante.

As pessoas geralmente se limitam por tudo ao redor. Pelas condições meteorológicas, pela idade, por falta de dinheiro, por falta de transporte, por ser feio, por ser bonito, enfim, por uma infinidade de motivos irrelevantes. Quando falo as pessoas, para não ficar muito genérico, falo de pessoas que vejo diariamente no meu ambiente de trabalho, no bairro onde moro, no meu circulo de amizades, etc.

O que todo mundo quer de verdade é ganhar na mega sena acumulada e se possível sem nem ter que jogar.

O que todo mundo quer de verdade é se tornar uma celebridade da noite para o dia sem ter que fazer nenhum esforço.

O que todo mundo quer de verdade é ter no currículo um curso no exterior, em universidade americana de ponta, sem ter que fazer esforço pra isso.

Isso não é sonhar alto. Isso é querer se dar bem sem esforço.

Tenho visto cada vez mais, os jovens, garotos mesmo, se interessando por empreendedorismo, por startups, por se desenvolver e desenvolver negócios. Isso é absolutamente fantástico. Tenho aprendido muito com esses novos empreendedores. Muito mesmo.

No entanto, infelizmente a parcela da população jovem ou não, que vive vegetando, literalmente, é infinitamente maior. Aquela parcela que vive em função dos noticiários, do pessimismo, que acredita que o mundo vai ruir a qualquer momento, que os EUA vão invadir o Pais e viraremos colônia (Como se já não fossemos…), que acredita que a realidade é a novela das 8, os reality shows, etc.

Essa parcela da população, deveria se conscientizar sim, de outra forma, buscando melhorar seu conhecimento, suas habilidades, sua maneira de ver pelo menos o “seu” mundo. Um olhar de otimismo para o mundo a sua volta, um olhar construtivo, de possibilidades, o olhar necessário para se construir ou reconstruir qualquer coisa.

É verdade que o momento é de descrença. Descrença nas instituições, sejam elas politicas, esportivas, religiosas ou de cunho social. As instituições ao nosso redor estão todas impregnadas de corrupção, de falta de integridade moral, de falta de dignidade, enfim, falta de tudo aquilo que é bom e caro à humanidade.

Mas há que ainda se acreditar no ser humano e na sua capacidade de superação, de recuperação, de construção. Há que se buscar novos heróis que não os de quadrinhos ou os de outras culturas/países. Devemos olhar as histórias de cidadãos que a despeito de tudo de ruim a sua volta, a despeito do fato de aos olhos dos outros estarem abaixo da linha da pobreza, da ignorância as vezes, buscaram soluções, saídas para melhorar suas vidas e as vidas dos seus.

Para refletir, vou tomar a liberdade de citar pelo menos 4 matérias que ilustram os exemplos acima, de personagens que devemos certamente adotar como heróis, como exemplos.

http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/educacao/cearense-e-aprovada-para-mestrado-em-5-universidades-da-europa/

http://raimundomoura.blogspot.com/2014/05/exemplo-agricultor-de-pentecoste-sai-da.html

http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Visao/noticia/2015/04/como-janguie-diniz-passou-de-engraxate-dono-do-maior-grupo-de-educacao-do-nordeste.html

http://vestibular.uol.com.br/noticias/redacao/2014/02/27/jovem-da-periferia-de-sp-abandona-duas-graduacoes-para-tentar-medicina.htmhttp://www.estudarfora.org.br/estudante-baiana-e-disputada-por-9-universidades-dos-eua/

Pense Grande, Sonhe Alto. o Esforço é o mesmo.

Abraços e até o próximo post.

Liderar pelo Exemplo. Você está preparado?

Liderar pelo exemplo. Você está preparado?

Quer liderar?  – Dê o exemplo!

Ouvimos muito falar sobre lideres extraordinários, que conseguem apresentar resultados fantásticos de maneira constante e consistentemente. Muitas vezes, não temos conhecimento do estilo de liderança desses líderes, a não ser que consigamos conversar com alguém de seu time direto, ou indireto. Muitas vezes, são alçados ao título de líderes somente pelos seus resultados e nem sempre pelo seu estilo de liderança.

Os grandes líderes da história, sejam eles do mundo empresarial, esportes ou política, buscaram liderar pelo exemplo, recorrendo quase sempre à regra do ouro: Fazer aos outros, aquilo que gostariam que fizessem a eles próprios.

Liderar pelo exemplo requer altas doses de disciplina, seja ela física ou emocional e de auto liderança. Ilude-se quem pensa que realmente lidera sem esses componentes. Alguns acham que são líderes, mas na verdade, tem apenas subordinados.

Seu time, ou seus liderados estão dispostos a fazer o necessário para que as coisas aconteçam da forma correta, com integridade, consistência, ou eles irão cumprir suas tarefas por que você é o chefe e disse que é para fazer?

Eles vão tentar entender os porquês e tentar melhorar, se empenhar efetivamente com coração e alma dando o seu melhor ou quando algo der errado eles vão dizer que só fizeram o que você pediu e como pediu?

Já vivenciou alguma situação dessas em que acha que seu time não está comprometido?

Provavelmente sim.

O time só se comprometerá se eles sentirem seu líder comprometido. Note que eu escrevi “sentirem”. Isso é muito forte e passa o mesmo tipo de energia para o time.

Quer seu time chegando no horário?

Esteja lá quando eles chegarem e ao invés de criticá-los caso cheguem atrasados, tente entender suas razões.

Quer seu time focado nas atividades mais importantes?

Dê o exemplo, engaje-os, mostre a eles a importância do que estão fazendo.

Quer o seu time fazendo reuniões produtivas?

Toda vez que chama-los para uma reunião, defina a pauta da reunião, os tópicos, o tempo de discussão de cada um deles, qual o resultado esperado da reunião e comece a reunião no horário definido e termine-a no horário definido. Dê o exemplo.

Quer seu time engajado com os objetivos da sua área, empresa, etc.?

Explique claramente os objetivos. Cada um deles. Mostre a importância deles para o negócio, para a empresa, dê sentido a eles. Mostre a cada um deles a importância de sua participação no todo. Faça-os sentirem-se importantes, parte do negócio, não importando em que área eles trabalham, seja na limpeza, seja em vendas, seja no administrativo, não importa a área, todos são importantes.

Se não se sentirem parte do negócio, não conseguirão ver a importância do que fazem nos resultados do mesmo.

Quer ver seu time pensando positivo?

Mostre a eles. Como alguém pode querer motivar os outros, sempre reclamando, achando que nada vai dar certo, pensando negativamente a toda hora?

Se quer ver mudança à sua volta, comece mudando a si mesmo. Como disse Gandhi, seja a mudança que você quer ver.

Isso requer muita disciplina, concentração e foco

Isso é liderar pelo exemplo.

Abraços e até o próximo post.

© 2017 Evento Motivador

Theme by Anders NorenUp ↑