Category: Saúde Mental

Sobre aprendizado e experiência

Sobre ser um eterno aprendiz…

Estou constantemente buscando aprender coisas novas. É uma necessidade.

Se não faço isso, é como se estivesse em período de abstinência.

Fico preocupado.

Uma das formas de aprendizado que adotei, foi a leitura diária.

Primeiro estabeleci a meta de ler pelo menos 1 livro por mês, depois 2 e assim por diante.

No ano de 2016 li 22 livros. Dei uma arrefecida em Dezembro e não cumpri a meta de ler 2 livros por mês. Mas sou um leitor quase que compulsivo.

No comecinho do ano, comecei a repensar se estou sendo efetivo na utilização/aplicação dessa forma de aprendizado e me veio à mente uma conversa que presenciei a muitos anos atrás…

Trabalhei numa empresa onde a direção se preocupava e estimulava as pessoas a aprender mais, desenvolver novas habilidades, a se reinventar, pensar fora da caixa…

Um dia presenciei uma reação um pouco incomum no escritório…

Isso me fez ligar algo como um alerta máximo…#DEFCON 3…hahahaha…como nos filmes de espionagem…

2 profissionais experientes estavam discutindo sobre um projeto e um discordou do outro. O mais velho falou algo do tipo:

“O que você está pensando?”
“Tenho 20 anos de experiência nessa área!”

O outro respondeu com a seguinte pergunta:

“20 anos de experiência ou 20 vezes o mesmo ano de experiência?”

Claramente o profissional “mais experiente” estava rejeitando uma nova ideia, sem simplesmente analisar, pelo simples fato de verdadeiramente acreditar que pelo tempo em que ele trabalhava na área, ele sabia mais e portanto, sua experiência, falava mais alto.

Passei e me questionar sobre isso. Sobre o meu conhecimento e sobre a experiência que eu achava que tinha na época e que invariavelmente, nos vem à mente, como se fosse uma tábua de salvação…

Tenho experiência nisso…

Imaginemos agora os profissionais da indústria financeira que ficaram tantos anos oferecendo sempre mais do mesmo e agora estão buscando se reinventar em função das FINTECHS, as empresas de tecnologia que embora sejam muito menores que os bancos, oferecem serviços financeiros diferenciados, por valores menores e muitas vezes, de graça. Isso mesmo, de GRAÇA!

Vide Nubank…

Vejam as industrias Hoteleira e automobilística tendo que se reinventar, em função de AirBnb e Uber, respectivamente…

Devemos constantemente nos questionar se estamos utilizando sabiamente os recursos que temos.

Devemos nos questionar se estamos tirando algum proveito, usando de forma efetiva o nosso aprendizado e experiência.

Como aplicarmos o aprendizado adquirido durante anos de trabalho em diferentes empresas no seu contexto atual?

Não estou falando somente do aprendizado profissional, do pessoal também…

Estamos quase sempre buscando mais e mais sem muitas vezes sequer nos darmos conta do que já temos e que na maioria das vezes, nem usamos…

Isso acontece com bens materiais, com nosso conhecimento, com nossos relacionamentos, enfim…

Por isso, devemos fazer periodicamente um “inventário” daquilo que temos, do que usamos e do que não…

É necessário que façamos uma limpeza periódica daquilo que não usamos, para que possamos abrir espaço para novas coisas, novas ideias, novas experiências e porque não, um nova vida, um novo você..

Um abraço e até o próximo post!

Tempo: Como você investe ou desperdiça o seu?

Tempo: Saiba aproveitar o seu!

O que você faria se tivesse 5 horas a mais de tempo livre todos os dias?

Toda vez que vou estudar alguma coisa a respeito de como as pessoas utilizam esse bem tão precioso, que é o tempo, fico estarrecido!

Li uma pesquisa do IBGE, publicada pela revista Exame no ano passado, falando que o brasileiro passou em média, 5 horas em frente à TV, o que fazendo conta de chegada, significa cerca de 2,5 meses por ano.

2,5 meses por ano!!

Significa que se você começou a ver TV com 5 anos de idade, seguindo essa média, aos 50 anos, você terá desperdiçado 9 anos de sua vida em frente à televisão!

Ainda de acordo com a pesquisa, o que mais chama a atenção do brasileiro são novelas, minisséries, esportes, filmes e reality shows.

É absolutamente lamentável!!

Imagine que em 2014 foi pior. O Brasileiro passou 3 meses do ano em frente a TV!

Não bastasse isso, pesquisa divulgada no ano passado diz que em 2014, 70% da população brasileira não leu 1 Livro sequer. Significa que 140 Milhões de pessoas, não leu 1 livro sequer durante o ano inteiro, enquanto os indianos dedicam cerca de 10hs e 40 minutos semanais à leitura.

Mas, nesse caso vou me abster de fazer comparações com outros países, inclusive com nossos “hermanos” Sulamericanos.

É triste ver as pessoas seguindo na vida igual a zumbis, parecendo mortos-vivos, sem fazer nada para mudar. Vejo pessoas reclamando do trabalho, dos impostos, do transporte, do salário, da qualidade da educação e nesse caso específico, na maioria das vezes, sem sequer ter condições de avaliar se realmente a qualidade é baixa ou não.

Pense agora no que você faria com 5 horas livras a mais por dia e comece já!

Saia da frente da TV!

Não, não sou nenhum tipo de bitolado que fica só lendo. Também assisto TV. Embora confesso que a mais de 10 anos, não assisto jornais, noticiários, novelas, etc. Procuro escolher um pouco melhor o conteúdo que consumo desse veículo de entretenimento e que na maioria das vezes se coloca como veículo de informação. NÃO É!

A TV não informa. A programação da TV é feita para te vender e não para te informar!

Não bastasse o tempo em frente à TV e o diminuto tempo de leitura, ainda tem um percentual do tempo navegando na Web. Nesse caso, se você souber aproveitar o tempo em que está acessando a Internet, você pode sim, ter conteúdo de altíssimo valor, para absolutamente qualquer tópico que você queira aprender, conhecer melhor, etc.

Algumas dicas de como aproveitar melhor o seu tempo:

Imagine que você queira melhorar o seu conhecimento de uma área específica. Vendas por exemplo.

Se você se propuser a ler 10 páginas de 1 livro por dia, digamos que você não tenha desenvolvido o hábito da leitura e acha super chata essa atividade, talvez você leve cerca de 30, 40 minutos?

Mesmo assim. Daquelas 5 horas em frente à TV, ainda sobraram mais de 4 horas. No entanto, se você se propuser a fazer isso, além de desenvolver um hábito super importante, você terá lido 1 livro de cerca de 300 páginas por mês e consequentemente, 12 livros durante o período de 1 ano. Se você concentrar seus esforços de leitura na área de interesse, no caso vendas, terá aprendido mais do que num MBA, ao longo de 1 ano.

Pense nisso!

São apenas 10 páginas por dia!

Imagine ainda que você queira testar a teoria do Josh Kauffman e desenvolver uma nova habilidade em apenas 20 horas. Segundo a teoria, se você estudar qualquer assunto, 40 minutos por dia, durante cerca de 30 dias, você terá aprendido sobre o assunto. Mas, se além de estudar, você praticar o assunto por mais 40 minutos, todo dia, você se tornará bom no mesmo. Com tudo isso, ainda sobrou tempo, bastante tempo para ficar em frente a TV.

Você pode investir um pouco mais num curso online, que pode ser de inglês, uma pós-graduação, etc.

E ai?

Vai investir ou continuar desperdiçando o seu tempo?

Um abraço e até o próximo post.

Fé e crença como combustível para a Vida

Mantenha a crença e a FÉ!

 

Mantenha a FÉ!

Estamos passando por uma época muito difícil. Difícil mesmo. De total descredito e falta de em tudo. Não estou falando da situação financeira do pais, dos cidadãos, das famílias. Esta, apesar dos pesares, ainda está melhor do que já esteve diversas vezes, pelo que posso lembrar na minha, ainda curta, história de vida.

Não estou falando pelo desemprego que, embora tenha aumentado, é também menor do que em diversas outras épocas. Não estou falando de religião, porque embora vivamos uma época de quebra total de paradigmas em todos os sentidos, tem muita, mas muita gente indo atrás das religiões, das seitas, dos templos, buscando uma tal espiritualidade quase incompreensível.

Digo incompreensível porque o momento difícil que vivemos é de total perda de valores, total distorção da moral e dos bons costumes, total desrespeito às regras, leis, ordem, etc. Não falo isso querendo julgar ninguém, mas falo baseado na forma como fui criado, nos valores que me foram ensinados pelos meus pais, irmãos, tios, etc.

Baseado nesse conjunto de valores que aprendi e incorporei na minha vida, os quais tento diariamente ensinar ao meu filho, não doutrinando-o como se faz nas seitas, mas explicando e exemplificando para ele diariamente porque acredito nessa forma de pensar, agir e viver. Conversando e explicando. Falando para ele sobre responsabilidade ao invés de culpa, falando para ele aprender a tomar decisões baseando-se no que aprendeu, no que acredita, e não no que os outros estão falando sobre esse ou aquele assunto, falando para ele procurar se informar melhor, buscar informação de mais de uma fonte, procurar saber o outro lado da história, antes de simplesmente tomar qualquer assunto por verdade absoluta.

Mesmo quando vejo as verdadeiras barbáries que são divulgadas minuto a minuto nos diversos meios de comunicação, da total falta de caráter da maioria das pessoas públicas do nosso país, da ganância generalizada, da busca incensante pelo ter ao invés de ser, da busca incensante da fama pela fama, da total falta de conteúdo, falo para ele ter , acreditar no que é BOM e CORRETO, acreditar que as pessoas, as coisas, podem ser mudadas, que ele tem que olhar para dentro de si, ao invés de olhar para os lados e para fora, para achar as respostas.

Mesmo nesse momento tão surreal que a humanidade vive, de imagens de pessoas sendo decapitadas em grupo, de inocentes sendo mortos a esmo, por essa ou aquela seita fanática, por tantas pessoas perdidas, vazias, buscando sempre algo que parece que nem elas mesmo parecem saber o que é, eu falo. É PRECISO TER FÉ!

Se olharmos para todos os momentos históricos da humanidade, veremos que já vivemos situações iguais ou piores, em diversas partes do mundo. A grande diferença é que só ficamos sabendo disso, séculos depois, em alguns casos. Hoje, ficamos sabendo no minuto seguinte. Em alguns casos, até um pouco antes de acontecer.

Sempre, em todos os momentos difíceis pelos quais a humanidade passou, a mudança, a virada, veio de grupos que continuavam acreditando ser possível, que tinham que tudo poderia ser diferente, que acreditavam serem eles mesmos, agentes da mudança. Por isso, insisto, TENHA FÉ!

no sentido de se comprometer com o que você acredita. no sentido de continuar fazendo as coisas da forma que você acredita que é correto, sem se preocupar com o que as pessoas a sua volta estão falando.

Sim, porque se preocupar com o que as pessoas à volta estão falando é um veneno. Porque por medo de se tornarem impopulares, os jovens não externam sua opinião, mas sim a dos artistas ou personalidades as quais eles seguem diariamente, como se fosse uma religião. Se preocupar com o que os outros vão pensar, se tornou um veneno para a nossa sociedade.

Vivemos uma época estranha. Nos tornamos consumidores ávidos de todas as coisas materiais imagináveis. Não, estou sendo hipócrita, também sou um consumidor voraz. Mas, o mais triste e que a maioria não esta consumindo o que gosta, o que quer, mas sim o que os outros querem que se consuma.

Muito mais do que coisas materiais, vivemos um momento de consumo máximo de conteúdo sem qualidade, sem nenhuma profundidade e na grande maioria das vezes, sem qualquer veracidade. Nesse contexto, os jovens não tem opinião própria, não sabem sequer no que acreditam. Nesse contexto, não existe , CRENÇA em algo verdadeiro, um objetivo maior, uma meta. Existe somente o próximo vídeo, o próximo post, o próximo tweet.

É muito triste olhar à volta e ver isso acontecendo a todo momento. É muito triste ver muitos jovens saudáveis, inteligentes, sendo levados por esse consumo massificante de moda, tendências, futuros, criados por toda a espécie de “profetas” modernos.

Ninguém quer mais ler um livro, um texto, analisar e fazer anotações, assistir a um documentário, etc. Isso é antiquado e “besteira”. Ninguém faz nada e ninguém tem tempo pra nada. Todos vivem cansados, apáticos, sem energia para lutar por nada.

Ate mesmo os protestos contra a atual situação do nosso pais, que deveriam ser considerados um ato cívico, de luta por direitos e deveres, virou uma briga de quem pode mais na mídia, nas redes sociais. A grande maioria vai a esse ou aquele protesto, passeata, sem sequer saber os reais motivos que os levam. Mesmo com todo esse cenário caótico, lhes digo:

TENHAM E MANTENHAM A FÉ!

Desculpas pelo texto longo e pelo desabafo.

Esse é o meu recado para iniciarmos o ano. Que tenhamos todos um ano maravilhoso e absolutamente produtivo em todos os aspectos de nossas vidas.

Abraços e até o próximo post.

Em tempos de crise, Resiliência.

Para tempos de crise: Resiliência!

Física – Resiliência ou resiliência é um conceito oriundo da física, que se refere à propriedade de que são dotados alguns sub-materiais, de acumular energia, quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Após a tensão cessar poderá ou não haver uma deformação residual causada pela histerese do material – como um elástico ou uma vara de salto em altura, que verga-se até um certo limite sem se quebrar e depois retorna à forma original dissipando a energia acumulada e lançando o atleta para o alto.

Psicologia – A resiliência é um aspecto psicológico, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse etc. – sem entrar em surto psicológico.

Resiliência

É um termo que o mundo corporativo, ou seja, os gurus de negócios, pegaram emprestado da física e da psicologia para definir aqueles profissionais que tem a capacidade de suportar alta pressão, de suportar adversidades no ambiente corporativo e no mercado, sem entrar em parafuso (se abalar física e/ou emocionalmente) e melhor ainda, sem colocar o time ou as equipes que trabalham juntos, em parafuso. Descrevendo assim, parece ser algo plausível para alguns poucos seres humanos, os iluminados. Certo?

Existem diversos artigos muito bem escritos na Internet sobre o tema, abordando-o do ponto de vista psicológico, da Física, Biologia, Administração e assim por diante. Não pretendo aqui de maneira alguma, competir com esses textos escritos, a maioria deles por profissionais especializados, com formação específica, etc. Estou trazendo o tema a tona em função do ambiente em que vivemos atualmente, que parece uma permanente panela de pressão em ebulição, sempre prestes a explodir.

Durante períodos de crise, é comum surgirem os “tiranos” nos escritórios. Aqueles profissionais que, seja cumprindo ordens, seja por perfil, gostam de infernizar a vida dos outros no ambiente de trabalho. Seja cobrando de maneira desmedida, seja falando com ironia, seja sendo sarcástico, seja falando de maneira inadequada, esses profissionais costumam tornar a vida dos outros, um verdadeiro inferno. Alguns profissionais, tem a capacidade de absorver essas demandas, protegendo o time e procurando não se deixar abalar ou ser afetado por isso.

Os profissionais que tem a capacidade, de suportar esse tipo de adversidade, seja durante os períodos de crise, seja no dia a dia, geralmente trabalham muito bem, diversas outras características de liderança, tais como:

Paciência, tolerância, compreensão, perdão, fé e por fim, sabedoria.

Para atingir esse nível de maturidade, muito mais do que experiência, requer muito autoconhecimento, estudo, um aprendizado constante com os próprios erros e uma observação constante do que acontece a sua volta. Requer altos níveis de flexibilidade e adaptação ao ambiente em que se trabalha e porque não, se vive. A maioria das pessoas não consegue conviver muito bem com isso, e aí, os níveis de stress vão para a estratosfera, causando sérios problemas de saúde, relacionamentos e frustração.

Mas, em momentos de crise como o que estamos vivendo, faz-se necessário mais e mais, o desenvolvimento e a prática dessa habilidade/característica. Em momentos como esse é que vemos “aflorar” a tirania no ambiente de trabalho e o clima de terror geralmente se instaura. Vê-se pelos corredores das empresas, pessoas tensas, com a sensação constante de que vão ser demitidas, olhando as notícias ruins na mídia e apavoradas por essa sensação de medo/stress constante. É exatamente nesse tipo de cenário que se sobressaem as pessoas que tem autocontrole e autoconhecimento, que conseguem fazer uma análise menos alarmante da situação, que conseguem manter o otimismo olhando a situação como um todo, buscando as oportunidades que ela traz, e sempre traz, ao invés de olhar para as limitações.

O desenvolvimento de características como a resiliência, conforme citado acima, requer também o conhecimento/pratica de diversas outras habilidades. Mas, obviamente, devemos começar por uma. Pode ser aquela com a qual mais nos identificamos. Minha sugestão: Comece praticando a GRATIDÃO, diariamente.

Agradecer diariamente pelo que somos, temos, pela família, trabalho, vida, etc., começa a ficar mais fácil perdoar. Muitas vezes o exercício do PERDÃO é para nós mesmos, porque estamos habituados a nos culpar, porque foi assim que aprendemos, foi assim que fomos criados.

Quando aprendemos a perdoar, tanto a nós quanto aos outros, começamos a falar de responsabilidade ao invés de culpa e, acredite, a diferença é brutal. Quando se começa a praticar gratidão e perdão, sentimentos que parecem triviais e tão simples, mas não são, começamos a criara uma “camada”, uma “segunda pele” de proteção contra o negativismo, contra o pessimismo e consequentemente, contra a tirania. Com essas práticas, fica mais fácil ser flexível, envergar com a pressão e depois voltar ao estado natural e não se deixar levar e nem vencer pelas interpéries.

Vejo pessoas criticando a psicologia positiva, mas a meu ver ela é infinitamente melhor do que a psicologia do negativismo, que vê tudo com pessimismo, que traz desmotivação, e essas, definitivamente, não são características que vão ajudar ninguém a se tornar resiliente. Lembre-se que os jornais vivem de lhe “vender” notícias e não para lhe trazer informações. Cada telejornal dá a notícia do jeito que lhe convém, da forma que chame mais a atenção, como entretenimento. Claro, que existem jornais, programas de TV e revistas sérios, mas são raros e até por essa razão, não são os mais populares.

A resiliência quando desenvolvida, é aplicada na verdade em todas as áreas da vida, pois te dá a consciência, a compreensão e a flexibilidade necessárias para lidar com situações cotidianas e não só com situações do trabalho.

Faça regularmente uma autoanalise, pratique o autoconhecimento, procure sempre melhorar seus conhecimentos e habilidades. Isso te dará auto-confiança, melhora a auto-estima e te deixa menos vulnerável aos tiranos.

Segundo Darwin, quem vence não é o mais forte, nem o mais inteligente, mas sim o que melhor se adapta. Acredito que essa descrição se encaixa muito bem no contexto descrito acima.

Abraços e até o próximo post.

Saúde mental: Como você cuida da sua?

Saúde mental: Como você cuida da sua?

Como você cuida da sua Saúde mental?

Nos dias de hoje em que vemos a maioria das pessoas literalmente cultuando o físico em nome da saúde, que a meu ver tem muito mais a ver com um apelo estético extremado, padronizado pela sociedade e que leva as pessoas, principalmente os jovens a quase loucura, deixando de viver por muitas vezes, vidas realmente saudáveis, por se privarem de muitas coisas em nome dessa estética.

No entanto, falando de saúde física, existem várias recomendações de médicos, profissionais de saúde em geral, professores de educação física, personal trainers, etc, de como se deve agir, o que comer, quais tipos de exercícios se deve fazer, etc., para que se tenha uma perfeita saúde física e uma vida de bem estar. Recomenda-se o consumo de muita água, frutas, verduras e legumes, alimentação balanceada, prática de exercícios físicos regularmente, etc.

Quando falamos de saúde mental, quase sempre se fala de manutenção da sanidade ou fuga da insanidade. Nos dias em que vivemos e que todos tem acesso a um montante de informação incrível mas sem filtros, o que causa stress e falta de foco/atenção, trânsito caotico, mais atividades do que se acha que pode realizar, etc, etc, etc.

No caso da saúde mental, as recomendações são quase sempre as mesmas:

“Procure não se estressar”;

“Durma pelo menos 8 horas por dia”;

“Procure atividades de lazer”;

“Tente fazer meditação ou alguma outra atividade que te ajude a descansar a mente e relaxar”;

Enfim, as recomendações são muitas. É claro que as recomendações acima são importantes e certamente ajudam a manter a mente sã e melhoram a qualidade de vida. Sem sombra de dúvidas.

Mas, como o corpo físico, a mente também precisa de exercícios e alimentação de qualidade, balanceada.

Você tem exercitado sua mente?

Como e com o que você “alimenta” sua mente diariamente?

Procure pensar.

O que vejo diariamente são pessoas fugindo do ato de pensar, fazendo coisas superficiais, sem profundidade, copiando e colando conteúdo de sites da Internet, sem checar a credibilidade do autor ou mesmo seu nível de conhecimento/proficiência no assunto.

Fugimos tanto do ato de pensar que sempre que temos uma oportunidade de ficar em silêncio e refletir sobre qualquer coisa, buscamos imediatamente ver ou ouvir algo. Se estamos no trânsito e temos algum tempo para reflexão, ou simplesmente dirigir em silêncio para acalmar a mente, ligamos o rádio e ficamos literalmente “zapeando” entre estações de rádio.

Quando chegamos em casa, imediatamente sentamos na frente da TV, quase que automaticamente e ficamos vendo programas que normalmente não adicionam absolutamente nada às nossas vidas. Sem querer generalizar, mas isso é o que a grande maioria das pessoas faz.

Procuro exercitar a mente resolvendo problemas, pensando em projetos que ajudem à minha família e às pessoas a minha volta, como melhorar processos de trabalho, de estudo, etc. É assim que eu cuido da minha saúde mental.

Especialistas já comprovaram que aquelas pessoas que “exercitam” a mente, o raciocínio, tem menor propensão a sofrer de doenças mentais.

E quanto ao alimento da nossa mente?

A muito tempo deixei de assistir aos telejornais e ouvir noticiário nos rádios. Já fui chamado de alienado diversas vezes por causa disso, ou então ouço perguntas do tipo:

Como é que você se informa?

Acredito que temos que alimentar a mente com coisas boas, positivas, com informação relevante que vais nos trazer conhecimento e informação que pode ser utilizada no nosso dia a dia para adicionara valor às nossas vidas, ao que fazemos, aos nossos relacionamentos, etc. Não consigo enxergar qual o benefício de depois de um longo dia de trabalho, assistir aos noticiários falando sobre corrupção, mortes, acidentes de transito, falta de infra-estrutura, crise, alta de inflação, alta de juros, etc., ao invés disso prefiro ler um bom livro sobre prosperidade, motivação, liderança, transformação ou mesmo um bom livro de ficção, que no mínimo me ajuda a melhorar o vocabulário e me traz mais informação/conhecimento.

Moro em São Paulo, que é conhecida com a 5a. maior metrópole do mundo e certamente com um dos piores trânsitos do mundo. Sabedor disso, não consigo enxergar qualquer valor ou vantagem em dirigir de casa ao trabalho, ouvindo que a cidade está com 100 ou mais KM de vias congestionadas, que temos acidentes nas principais vias, que as marginais estão paradas, etc, etc, etc.

Isso não causa mais stress?

Isso não aumenta o nível de ansiedade?

Ao invés disso, prefiro ouvir boa música, ouvir áudio books ou simplesmente, dirigir em silêncio, pensando, refletindo, procurando respirar calmamente. Isso me deixa mais calmo, menos ansioso e me permite chegar no trabalho melhor, e ter um dias mais produtivo, mais efetivo.

Obviamente pratico exercícios físicos pelo menos 3 vezes por semana, o que me ajuda a manter a saúde física em dia e melhora o nível de sanidade mental.

Essas são as forma que encontrei de exercitar corpo, mente e de alimentar a minha mente com coisas boas e positivas.

E você…como anda a sua saúde mental?

Um abraço e até o próximo post.

Como você aproveita seu tempo livre?

Acho que a melhor forma de começar esse texto é com a pergunta:

O quê você considera tempo livre?

Li o livro do Abilio Diniz, fundador do Grupo Pão de Açúcar e em uma passagem do livro ele fala que ter liberdade, na verdade é ter total controle sobre a agenda. Não sei se concordo plenamente, mas certamente, não discordo.

Estou eu aqui, na espera de um pronto socorro, por quase 2 horas e navegando entre uma coisa e outra. Lendo artigos no LinkedIn Pulse, olhando meu Gmail quando literalmente “popam (de pop up)” notificações no tablet e desviando minha atenção para os emails corporativos que são notificados no meu smartphome.

Isso significa que não estou com a mente descansando ou simplesmente vagando, o que seria quase impossível, dado o local onde me encontro, mas ao mesmo tempo, não estou necessariamente focado em nada, porquê estou com a atenção sendo desviada a todo momento.

No ritmo atual em que vivemos, é quase impossível termos “tempo livre”, porque a miríade de informações a que somos submetidos, bem como as interrupções constantes nos trazem essa sensação de estresse constante e também, certa angustia. Muitas vezes, me sinto improdutivo, embora tenha a sensação de não parar 1 minuto sequer. A sensação de improdutividade, traz frustração e obviamente, mais stress. Tenho convicção de que embora sofra constantes interrupções, é responsabilidade minha organizar minha agenda e priorizar minhas atividades de maneira que possa claramente cumprir com minhas atividades e me tornar produtivo, de maneira que possa definitivamente eliminar essa sensação de frustração e todos os malefícios advindos dela.

Mas que é difícil se preparar física e mentalmente para isso, ah, isso é.

E olha que estudo assuntos como produtividade, gestão do tempo/atividades, poder da mente, etc., a mais de 10 anos, o que não desenvolvi ainda foi a disciplina necessária para fazer isso de maneira constante e consistente

Alguma dica?

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