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Fazer aquilo que AMA ou AMAR aquilo que faz?

AMAR aquilo que faz!

AMAR aquilo que faz!

Leio muitos textos e livros de gurus e especialistas de RH, psicólogos, Headhunters, etc. e é quase unanimidade entre esses especialistas que para atingir a felicidade no campo profissional, tem-se que trabalhar com aquilo que AMA fazer.

Andei me questionando sobre isso!

Será mesmo?

Comecei a observar as pessoas e as coisas comuns à minha volta e…mais questionamentos!

Comecei a me perguntar coisas como:

Fazer aquilo que AMA ou AMAR aquilo que faz?

Será que as mães AMAM limpar banheiro, lavar roupa suja, lavar uma pia cheia de louça?

Será que os garis AMAM de verdade correr em média 30Km por dia, recolhendo lixo e correndo riscos de contaminação de toda espécie?

Será mesmo que aqueles que se dedicam a cuidar de pessoas nas ruas, por vezes correndo perigo de vida, realmente AMAM estar por ai na madrugada, por vezes passando muito frio, vendo o sofrimento dos outros, quando podiam estar com a família, no conforto de suas casas?

Acho que acredito mais que essas pessoas devem AMAR aquilo que fazem, independente de isso ser aquilo que elas AMAM fazer!

Nós sabemos perfeitamente, sem que ninguém nos diga, quando foi a mãe ou esposa que limpou a casa ou arrumou a roupa no guarda roupa e quando foi outra pessoa.

Isso significa:

AMAR aquilo que faz!

Acredito que os atletas, como os jogadores de futebol por exemplo, AMAM jogar bola, aquele momento que estão em campo, com a torcida gritando, deve ser emocionante, mas, duvido que eles amem o PROCESSO para estar ali. Treinar todos os dias, ter o sono regrado e controlado, alimentação regrada e controlada, os finais de semana longe da família, as críticas da imprensa e da torcida, etc….

A meu ver, só alcançam a glória aqueles que fazem toda a parte ruim com MUITO AMOR, se aperfeiçoam e ai sim, podem curtir o momento de glória, quando estão dentro de campo, colhendo os frutos de todos os momentos dos quais não gostaram, mas fizeram assim mesmo.

E sabem que gostando ou não, tem que fazer bem feito, dar o seu melhor, se quiserem estar em campo com os demais.

AMAR aquilo que faz!

Tem uma das frases do Muhammad Ali que gosto muito, que diz o seguinte:

“Odiei cada segundo de treino, mas disse a mim mesmo: Não desista! Sofra agora e viva o resto da vida como campeão”

Pra mim está claro que ele “AMAVA” o momento de estar no ringue, disputando um cinturão, com o mundo todo olhando e com todas as expectativas sobre ele, mas….ele simplesmente ODIAVA o processo para chegar ali.

Não tinha outro jeito e ele sabia disso!

Para estar onde ele AMAVA e fazendo aquilo que AMAVA (Disputar Títulos), ele precisava colocar AMOR no resto do processo.

Quando falo aqui de colocar AMOR, não estou falando só de sentimento. Estou falando de mostrar vontade, de colocar a mente, o coração e o corpo naquilo que se está fazendo.

Só assim temos chance de dar o nosso melhor!

As vezes acho que as pessoas simplesmente “passam” pela vida porque estão esperando encontrara aquilo que AMAM fazer para dar o seu melhor. E como nunca encontram, vivem frustradas, achando que o mundo é injusto, que a vida é injusta, etc.

Acredito realmente que as pessoas que alcançam sucesso na vida, traçam um objetivo e colocam tudo nisso: AMOR, CORAÇÃO, CORPO, as ENTRANHAS se for preciso, até atingirem seu objetivo.

Esse é o segredo:

AMAR aquilo que faz!

Cristiano Ronaldo, um dos melhores jogadores do mundo na atualidade, ano passado disse a seguinte frase:

“Quando eu me aposentar, vou viver como um REI! Até lá, sou um atleta!”

Fantástico não?

Sabe porque ele fala isso?

Simples, ele se cuida mais do que a maioria dos atletas de alto nível. Mesmo quando sai de férias, ele leva um nutricionista e um preparador físico com ele. Por isso, está sempre em excelente forma. Dizem os especialistas que ele pode jogar em altíssimo nível até os 37, 38 anos de idade.

Isso é fenomenal!

Acredito que aqueles que colocam AMOR NO QUE FAZEM, quando menos esperam, quase sem perceber, se encontram fazendo AQUILO QUE AMAM!

Dá uma olhada nesse vídeo que gravei sobre o tema também…

https://youtu.be/1-8-0NrFIs8

Um abraço e até o próximo post.

Sobre a MINHA zona de conforto…

Você sabe identificar a sua ZONA de Conforto?

Será?

Vou te contar aqui um pouco de como identifiquei a minha…

Tenho consciência de que desperdicei um tempo precioso da minha vida, zapeando em canais de TV, tentando entorpecer a mente, consumindo conteúdo irrelevante, que não me adicionaram nenhum valor.

Desperdicei tempo precioso da minha vida, vendo “POSTS” do cotidiano dos outros, lendo matérias sem sentido em sites e revistas, assistindo a vídeos que embora não tenham nenhum sentido, parecem engraçados e te fazem rir.

Eu sei disso, porque por diversas vezes, me peguei justificando pra mim mesmo:

Eu mereço!

Afinal, preciso descansar a mente. Já trabalho muito. Preciso de alguns momentos de lazer!

Traz certo alivio, quando nos falamos isso, não é verdade?

Pois é…, mas…

Em algum momento, parei alguns segundos e comecei a olhar à minha volta, simplesmente observar!

Você já teve aquela sensação de que tudo anda à sua volta, o mundo se movimenta, o tempo se move, as pessoas se movem e você tem a sensação de estar parado?

Como se tivesse “Brizando”?

Pois é… quando tive esse “clique”, comecei a me questionar. Via alguns dos meus amigos anos luz à minha frente em termos de aprendizado, de educação, de viajar e conhecer outros países, buscar especialização em diferentes áreas, etc.

Me senti pequeno. Muito pequeno!

Corri atrás!

Comecei a perceber à minha volta, alguns poucos entre a multidão, que costumavam falar sozinhos, como se tivessem conversando com alguém, algum ser superior, que sorriam também sozinhos, as vezes no meio da multidão, mas um sorriso que parecia de satisfação, de redenção, de quem sabe que deu um passo a mais e principalmente, um passo diferente do que se costuma dar e descobriu que um outro caminho se abriu.

Gente a quem os demais, a multidão, costumam chamar de loucos, que parecem não cansar, que tem uma energia quase infinita, que buscam incessantemente e insanamente dar um passo a mais e mudar de nível.

Comecei a segui-los!

Comecei a observar que tipo de caminho eles costumavam seguir, o que costumavam consumir, como alimentavam as suas mentes, de onde buscavam essa energia encantadora. Comecei a observar a minha forma de pensar, de ver as coisas, o mundo e percebi que isso eu podia mudar, que poderia mudar minha perspectiva de vida e com isso mudar a minha vida, o meu mundo, o mundo à minha volta.

Zona de Conforto!

Comecei a ler, mas dessa vez conteúdo que me adicionasse algum tipo de valor, que me permitisse aprender.

Continuei assistindo a videos, mas dessa vez, procurei filtrar o tipo de conteúdo que queria consumir.

Deixei de ouvir rádio e comecei a ouvir podcasts de motivação, de negócios, de liderança, etc., todos os dias no meu trajeto de casa para o trabalho.

Comecei a ler 1 livro por mês, depois passei a ler 2, procurar e ler artigos na Internet que me trouxessem efetivamente informação que adicionasse algum valor na minha vida, etc.

De repente me peguei escrevendo e criei esse blog!

Passei a procurar, pesquisar canais no Youtube que me trouxessem conteúdo relevante, que me levassem a entender algumas coisas que eu não entendia, ou pelo menos a pensar nelas.

Comecei a assinar alguns canais e ver conteúdo relevante pelo menos 1 vez por dia. Algumas vezes, copiava o conteúdo no celular e via no carro, no trajeto de volta para casa.

Quase sempre, conteúdo em inglês, assim eu podia trabalhar 2 coisas ao mesmo tempo:

Melhorar minha compreensão de alguns assuntos e ainda melhorar meu inglês.

Comecei a gravar vídeos!

Criei meu próprio canal!

Comecei a sair da minha ZONA de CONFORTO!

Logo, logo eu também estava rindo e falando sozinho, muitas vezes travando longas conversas comigo mesmo e de repente passei a rir mais, porque me identifiquei com aqueles malucos, que citei anteriormente.

Identifique você também e SAIA da sua zona de conforto.

VOCÊ e somente VOCÊ pode transformar a sua vida!

Abraços e até o próximo post!

Sobre aprendizado e experiência

Sobre ser um eterno aprendiz…

Estou constantemente buscando aprender coisas novas. É uma necessidade.

Se não faço isso, é como se estivesse em período de abstinência.

Fico preocupado.

Uma das formas de aprendizado que adotei, foi a leitura diária.

Primeiro estabeleci a meta de ler pelo menos 1 livro por mês, depois 2 e assim por diante.

No ano de 2016 li 22 livros. Dei uma arrefecida em Dezembro e não cumpri a meta de ler 2 livros por mês. Mas sou um leitor quase que compulsivo.

No comecinho do ano, comecei a repensar se estou sendo efetivo na utilização/aplicação dessa forma de aprendizado e me veio à mente uma conversa que presenciei a muitos anos atrás…

Trabalhei numa empresa onde a direção se preocupava e estimulava as pessoas a aprender mais, desenvolver novas habilidades, a se reinventar, pensar fora da caixa…

Um dia presenciei uma reação um pouco incomum no escritório…

Isso me fez ligar algo como um alerta máximo…#DEFCON 3…hahahaha…como nos filmes de espionagem…

2 profissionais experientes estavam discutindo sobre um projeto e um discordou do outro. O mais velho falou algo do tipo:

“O que você está pensando?”
“Tenho 20 anos de experiência nessa área!”

O outro respondeu com a seguinte pergunta:

“20 anos de experiência ou 20 vezes o mesmo ano de experiência?”

Claramente o profissional “mais experiente” estava rejeitando uma nova ideia, sem simplesmente analisar, pelo simples fato de verdadeiramente acreditar que pelo tempo em que ele trabalhava na área, ele sabia mais e portanto, sua experiência, falava mais alto.

Passei e me questionar sobre isso. Sobre o meu conhecimento e sobre a experiência que eu achava que tinha na época e que invariavelmente, nos vem à mente, como se fosse uma tábua de salvação…

Tenho experiência nisso…

Imaginemos agora os profissionais da indústria financeira que ficaram tantos anos oferecendo sempre mais do mesmo e agora estão buscando se reinventar em função das FINTECHS, as empresas de tecnologia que embora sejam muito menores que os bancos, oferecem serviços financeiros diferenciados, por valores menores e muitas vezes, de graça. Isso mesmo, de GRAÇA!

Vide Nubank…

Vejam as industrias Hoteleira e automobilística tendo que se reinventar, em função de AirBnb e Uber, respectivamente…

Devemos constantemente nos questionar se estamos utilizando sabiamente os recursos que temos.

Devemos nos questionar se estamos tirando algum proveito, usando de forma efetiva o nosso aprendizado e experiência.

Como aplicarmos o aprendizado adquirido durante anos de trabalho em diferentes empresas no seu contexto atual?

Não estou falando somente do aprendizado profissional, do pessoal também…

Estamos quase sempre buscando mais e mais sem muitas vezes sequer nos darmos conta do que já temos e que na maioria das vezes, nem usamos…

Isso acontece com bens materiais, com nosso conhecimento, com nossos relacionamentos, enfim…

Por isso, devemos fazer periodicamente um “inventário” daquilo que temos, do que usamos e do que não…

É necessário que façamos uma limpeza periódica daquilo que não usamos, para que possamos abrir espaço para novas coisas, novas ideias, novas experiências e porque não, um nova vida, um novo você..

Um abraço e até o próximo post!

Qual o tamanho REAL dos seus PROBLEMAS?

Qual o tamanho REAL dos seus problemas?

Qual o tamanho REAL dos seus problemas?

Essa é uma pergunta que me faço com frequência.

Será que estou dando a dimensão correta, o tamanho real aos meus problemas?

As vezes pegamos pequenos fatos, acontecimentos do dia a dia, como um olhar, uma frase dita de uma maneira mais rude, uma palavra pronunciada de uma forma mais grosseira e já colocamos uma enorme carga de emoções negativas em cima disso, ficamos magoados, tristes, afetando nosso dia e o das pessoas à nossa volta.

Por vezes, pegamos um fato absolutamente simples e corriqueiro e o transformamos em PROBLEMA.

Ninguém está imune a isso!

Uma vez que somos humanos e de vez em quando estamos com as “defesas” em baixa, com baixa maturidade emocional e isso nos atinge em cheio.

Não estamos imunes, mas podemos trabalhar, tanto a inteligência intelectual quanto a emocional, para que possamos tratar melhor isso.

Na verdade, devemos tratar de forma que possamos escolher se isso nos afeta, como e quando.

NÃO dê esse PODER aos OUTROS!

Esse é um poder só SEU!

E, nesse caso, dê a esse poder o tamanho real e não ao seu suposto problema.

Não é fácil, mas acredite, não só é possível, como é absolutamente compensador.

Tem 2 frases, atribuídas a um pastor americano que gosto muito de lembrar sempre que me surge um problema:

1 – Se você tem algum problema que o homem ou o dinheiro podem resolver, você não tem nenhum problema.
2 – Se o seu problema não tem solução, então não é um problema. Você não precisa se preocupar.

PROBLEMA, presume-se algo a ser resolvido.

Muitos especialistas em neurolinguística falam que o problema em si só se torna um problema, dependendo da importância que você dá para ele.

As vezes, tenho a sensação de que algumas pessoas à minha volta, literalmente se “apegam” aos seus problemas, como se tivessem um “caso de amor”, como se estivessem “In love” com eles.

Além de não resolver, sempre que tem oportunidade, ficam revivendo, relembrando, contando novamente para qualquer pessoa que esteja disposta a ouvir suas mazelas, numa espécie de autoflagelo, auto piedade, esperando pelos afagos e pela piedade dos outros.

Problemas existem para todos e tem que ser resolvidos, senão vão consumindo energia, vida, vitalidade.

Desapegue!

Resolva seus problemas, TERMINE de uma vez por todas seu caso de amor por eles.

Preste bastante atenção no tamanho e na importância que você tem atribuído à esses pequenos fatos, pequenas coisas cotidianas e se você não está efetivamente tornando-os, problemas.

É importante desenvolver a inteligência emocional e a maturidade necessárias para que você possa escolher o que pode lhe afetar, quando e como.

Não dê esse poder aos outros. Esse poder é seu!

Se você tem realmente um problema e acha que o fardo está grande, pesado demais, utilize uma técnica muito utilizada na gestão de projetos:

Fatie o problema em problemas menores, mais fáceis de resolver e vá trabalhando em cada um dos pontos separadamente até finalizar.

Dessa forma, você vai alcançando pequenas vitórias, se fortalecendo emocionalmente, verá o seu problema diminuir de tamanho/importância e quando menos esperar, ele está resolvido.

Então, na sequência, minhas dicas para você são:

1 – Não dê aos outros o poder de atingi-lo, afetá-lo emocionalmente. Desenvolva inteligência/maturidade emocional para escolher o que pode te afetar.

2 – Termine de uma vez o caso de amor com seus problemas. Resolva-os!

3 – Se seu problema realmente existe e é grande, fatie-o em problemas menores que ficará mais fácil de ter uma visão do todo e resolver, ok?

Dá um pouquinho de trabalho, leva tempo, mas posso te garantir que vai valer a pena.

Com isso, você terá uma vida mais feliz e saudável.

Um abraço e até o próximo post.

Responsabilidade ou culpa: como você lida com suas falhas?

Culpa ou Responsabilidade?

Culpa ou responsabilidade: Como você encara suas falhas?

Quero falar sobre 2 sentimentos que acessamos quase que diariamente em diversas situações cotidianas e em diversas áreas da nossa vida profissional, familiar, pessoal, etc.

Esse texto é sobre CULPA, RESPONSABILIDADE, que tipo de influência esses sentimentos têm na nossa energia, entusiasmo e autoestima e ainda, o que a forma como nos comunicamos tem a ver com eles.

Se estudarmos um pouco sobre a história da humanidade veremos que o ser humano aprendeu desde muito cedo a “terceirizar” suas responsabilidades, sonhos, desejos, etc., para seus Deuses, deidades, etc.

Num país como o nosso em que a população é majoritariamente cristã, o mais comum é transferirmos nossos desejos, nossos sonhos e responsabilidades para Deus.

Outro dia me enviaram um vídeo por WhatsApp, de uma menina de 7 ou 8 anos, colocando a culpa em Deus, por ela não lembrar nada da matéria que ela havia estudado 2 dias antes.

É comum de vez em quando nos pegarmos falando frases como as listadas abaixo e por muitas vezes, pessoas à nossa volta, fazendo o mesmo.

“Se Deus quiser vou ganhar na mega-sena e ficar rico!”

“Se Deus quiser, vou passar de ano!”

“Se Deus quiser, esse ano, troco de carro!”

“Se Deus quiser, esse ano, quito a minha casa!”

Acredito que todos nós, pelo menos uma vez na vida já pronunciamos alguma das frases acima.

Para alguns, elas são apenas “força de expressão“, mas para a maioria, elas se tornaram um modo de vida. É fácil perceber quando é transferência e quando não é. Basta verificar que quando o resultado não vem, normalmente se ouve algo do tipo:

“Não aconteceu porque Deus não quis!”

“Deus não permitiu que acontecesse dessa forma. Quem sabe da próxima vez!”

Além de transferir nossos sonhos e desejos para Deus, também cultivamos, muitas vezes o péssimo hábito de atribuir CULPA a terceiros, pelas nossas falhas.

Certamente, e digo isso sem quase nenhuma sombra de dúvidas, você já viu alguém conhecido falando alguma das frases abaixo mais de uma vez e provavelmente você também já fez uso de alguma delas:

demissão: “A culpa foi do meu chefe, que não gostava de mim, não entendia meu trabalho!”

estudo: “A culpa foi do professor de matemática…ele não explicava direito a matéria…”

Infração: “Foi o filho da mãe do guarda de trânsito que me multou…nunca tinha ninguém lá…como é que eu ia saber?”

“A culpa é do governo, do mercado financeiro, da alta do dólar, do desemprego, da crise…etc…etc…etc…”

Se identificou com alguma situação acima?

Se você fizer um exame de consciência, certamente vai identificar mais de uma  situação em que você fez uso desses recursos, tanto o de terceirizar sonhos e responsabilidades, quanto o de culpar terceiros pelas suas falhas.

Minha intenção com o texto, não é ser didático nem técnico, até mesmo porque não tenho formação nessa área, mas sim, mostrar como pequenas coisas e a importância que damos a elas, podem influenciar no nosso estado de espirito, motivação, energia e entusiasmo.

Vamos começar identificando as principais diferenças entre CULPA e RESPONSABILIDADE.

A palavra CULPA, na sua própria pronuncia, remete a acusação, castigo, quase que um crime.
Remete a passividade ou impossibilidade de tomar ação, de resolver a situação. Quando nos atribuímos CULPA, além de sofrermos com isso, por ser um sentimento carregado de muita emoção negativa, é como se estivéssemos nos declarando vítimas da situação, por nos acharmos incapazes de tomar qualquer ação para reverter a situação ou resultado atual, não acreditamos e não confiamos em nos mesmos e por isso, assumimos essa posição. Não há mais o que fazer. Vamos conviver com isso. Tenha dó de mim.

Quando assumimos a responsabilidade por algo, a situação é bem diferente.

RESPONSABILIDADE remete a empoderamento, confiança, ação, futuro. Quando você assume a responsabilidade por algo, é como se batesse no peito e falasse: Isso é minha responsabilidade!

É como se estivesse falando: ocorreu um problema, nessa situação, nessas circunstâncias, mas confie em mim que tenho a capacidade para resolver, para reverter a situação!

Quando atribuímos CULPA a um terceiro, geralmente estamos com expressão fechada, apontando o dedo, claramente configurando uma acusação. A CULPA disso é SUA!

Quando atribuímos RESPONSABILIDADE, ao invés de apontarmos o dedo acusando, geralmente damos um tapa no ombro ou simplesmente falamos: Isso é sua RESPONSABILIDADE!

É como se estivéssemos falando: Ok, seu que houveram problemas aqui, nessas circunstâncias, mas eu confio que você tem a capacidade para resolver a situação, para reverter o quadro.

Essas são as diferenças básicas entre CULPA e RESPONSABILIDADE.

O Primeiro remete a passividade, passado, incapacidade de resolver e o outro remete a empoderamento, confiança, atividade, ação, solução, futuro.

E o que nossa forma de se comunicar tem a ver com isso?

Muito!

Está diretamente ligado à forma como estamos comunicando o problema pra nós ou para outros.

Qual a carga de emoção que estamos colocando nessa comunicação, nossa expressão facial, corporal, respiração, etc.

Especialistas dizem que somente 15% da nossa comunicação é verbal. Os outros 85% são a percepção do que nossa expressão corporal, facial, nossos gestos, respiração, olhar, tom e timbre de voz, estão realmente falando.

Por isso, as vezes temos a impressão de estarmos falando com alguem e pessoa aparentemente não estar nos ouvindo, entendendo o que estamos falando.

Isso pode ser verdade!

Pode ser que o que você está verbalizando não condiz com o que o seu corpo, sua respiração, seu olhar, estão transmitindo.

Preste um pouco mais de atenção na sua forma de comunicação e você irá perceber isso. Isso faz parte do exercício do autoconhecimento, da busca pela evolução, melhoria.

Se você cometeu alguma falha e está se sentindo culpado, substitua imediatamente isso por RESPONSABILIDADE!

CULPA é um sentimento ruim, que remete a acusação, mágoa, rancor. Enquanto que responsabilidade, remete à possibilidade, ação, empoderamento, força.

Torne-se responsável pelos seus atos, atitudes, pela sua vida e você verá todo um mundo novo de possibilidades surgir à sua frente. Porque quando você fizer isso, você terá mudado sua forma de sentir, de pensar e consequentemente, sua forma de agir.

Um abraço e até o próximo post.

Foco, disciplina e a diferença entre sonho, objetivo e meta

Foco, disciplina e a diferença entre sonho, objetivo e meta.

Ter um objetivo e foco, é fundamental para sua energia e entusiasmo

Existem 3 pontos básicos, que considero fundamentais para que possamos atingir resultados, cumprir metas e realizar sonhos em quaisquer áreas de nossas vidas. Seja com a família, no ambiente de trabalho, na vida pessoal, etc., eles são:

– Ter um OBJETIVO definido

FOCO

DISCIPLINA de execução

Primeiro, vamos falar um pouco sobre as diferenças entre SONHO, OBJETIVO e META.

Vou partir da premissa que todos nós, devemos ter objetivos a alcançar na vida, sonhos a serem realizados, etc., por que sem isso, perdemos o sentido da vida, o entusiasmo, a força para realizarmos coisas, vivemos como robôs, zumbis, numa rotina maçante que nos tira toda a energia. Sem isso, não temos motivos para agir, para dar o próximo passo, sair do lugar.

No filme “Alice no País das maravilhas”, em certo momento acontece o seguinte diálogo:

Alice: Para que lado fica a saída?

Gato: Depende. Para onde você quer ir?

Alice: Não sei. Estou perdida.

Gato: Então tanto faz, qualquer caminho serve.

Isso ilustra bem o que descrevi acima Se não temos objetivos, metas, sonhos a serem realizados, tanto faz para onde vamos, o que fazemos, etc.

Tudo fica sem motivo, sem razão.

Partindo da premissa de que todos devemos sonhar, vamos falar um pouco sobre o que é sonho. Sonho é a manifestação de um forte desejo de fazer, ter algo. Geralmente, começamos a “sonhar acordados” durante a adolescência. Alguns de nós perde a capacidade de sonhar, ao longo do tempo, em função da rotina maçante, do stress, dos problemas cotidianos e alguns outros, continuam sonhando até a velhice, ,mas infelizmente, a maioria não toma qualquer ação para realizar seus sonhos.

É comum ouvirmos coisas do tipo:

“Meu sonho é morar numa casa grande, num bairro bem legal!”

Veja, isso é a manifestação de um desejo, de morar numa casa grande e num bairro legal, mas não especifica absolutamente nada além disso. Parece algo abstrato, distante, pois não define nem o tamanho da casa, nem o que seria um bairro legal. Chamemos a isso de sonho, ou manifestação de um desejo.

Qual a diferença disso para OBJETIVO?

Quando defino um objetivo, a partir desse sonho ou desejo manifestado, seria mais ou menos assim:

“Quero morar numa casa de pelo menos 300m2, no bairro do Morumbi em São Paulo, que tenha pelo menos 4 dormitórios e 4 vagas na garagem”

Dá pra notar a diferença da definição acima e da manifestação do desejo de morar numa casa grande descrito antes?

Isso pode ser considerado um OBJETIVO.

Qual a diferença de OBJETIVO para META?

Quando se estabelece uma meta, se quantifica, temporiza, coloca-se um “alvo”, um prazo a ser atingido. Explico:

Continuando no caso da casa, vamos estabelecer a seguinte META:

No prazo máximo de 3 anos, a partir de agora, estarei morando na minha casa, com as características descritas acima, no bairro do Morumbi.

Veja que nesse caso, eu estabeleci um prazo para atingir meu objetivo e assim, realizar o meu sonho ou desejo manifestado.

O próximo passo, seria definir o como atingirei essa meta, mas ai, já esteremos falando de PLANO, que deverá ser assunto para um outro post.

Uma vez que já manifestei meu desejo, baseado nele defini um OBJETIVO e uma META a ser cumprida, chegou a hora de falarmos de FOCO.

O que é FOCO?

FOCO é o que nos permite concentrar, direcionar nossas energias, nossas forças, direcionar todos os nossos recursos disponiveis, sejam eles físicos, financeiros, intelectuais ou emocionais, para atingir nosso objetivo e consequentemente, realizar nosso sonho.

FOCO é o que nos dá energia para colocarmos de lado as distrações que nos assolam diariamente e voltar novamente nossas energias para cumprir a META estabelecida. Exemplo:

Imagine que durante a sua jornada em prol do seu objetivo, surge uma daquelas oportunidades mirabolantes, trazida por algum parente, amigo ou mesmo por algum App ou site que você acessa, falando sobre um apartamento em Santos-SP a 2 quadras da praia, por um preço muito abaixo do valor de mercado. Embora, possa parecer uma oportunidade excelente, lembre-se que sua META é atingir o OBJETIVO de morar na sua casa no Morumbi em no máximo 3 anos. Se você estiver realmente focado, determinado, você considerará essa oportunidade uma distração e a colocará de lado, voltando novamente sua atenção para o que é necessário para atingir seu OBJETIVO.

“Quem tem FOCO, faz o que tem que ser feito e não o que quer fazer!”

Ok. Agora que você já manifestou seu desejo, definiu um OBJETIVO, estabeleceu um META para atingi-lo e definiu que vai colocar todo o seu FOCO nisso, chegou a hora de falarmos sobre DISCIPLINA de execução.

É isso amigos. Sem ação, sem execução, nada acontece. E sem disciplina para executar aquilo que tem que ser feito, continuamente, consistentemente, nada acontece. É a ação que nos permite materializar qualquer coisa. Exemplo:

Você precisa definir, escrever e executar algumas ações básicas que se não o fizer, pode ser que a oportunidade bata à sua porta e você não esteja preparado para agarrá-la, tais como:

Definir em que região do bairro do Morumbi você quer morar. Numa rua ou quadra específica?

A casa pode ser germinada ou tem que ser totalmente isolada dos lados?

Você quer o sol banhando a sua sala pela manhã ou no final do dia?

A casa deve ter jardim?

Qual o valor médio de um imóvel com essas características nesse bairro?

Qual o valor máximo você está disposto a pagar para realizar seu sonho?

Vale a pena fazer financiamento?

Quais as melhores taxas de financiamento imobiliário do mercado?

Quais as imobiliárias que oferecem os melhores imóveis nessa região?

Quando você começará a visitar imóveis e com qual frequência?

 

Veja que são coisas, definições, ações aparentemente simples, mas se você não definir, escrever, executar, corre o risco de não realizar absolutamente nada.

Se você se propuser a estabelecer OBJETIVOS de curto, médio e longo prazo, estabelecer METAS agressivas para atingì-los, mantiver o FOCO e a DISCIPLINA de execução do seu plano, o sucesso é garantido.

Pode acreditar!

Um abraço e até o próximo post.

Você sabe o que significa aprender?

Você sabe o que significa aprender?

O que significa aprender?

Significa “Não prender”, deixar o velho ir embora, estar aberto ao novo…

Absorver informação, não necessariamente significa aprender.

Vejo muita gente falando de fazer cursos, MBA’s, participar de seminários, só para poder fazer constar no currículo, para ter mais títulos, mais status, enfim…

A real questão é:

Você está aprendendo alguma coisa com isso?

Realmente?

O segundo ponto é:

Se está aprendendo, o que você está aprendendo é relevante pra você, para sua carreira, para a sua vida?

Ou é somente algo que você está fazendo porque está “em alta” e porque todo mundo do mercado, quem trabalha nas empresa X, Y e Z estão fazendo?

Seja criterioso com a sua educação!

Investir em educação, não significa necessariamente fazer cursos em instituições tradicionais. Pode ser investir no seu auto-conhecimento, desenvolver uma nova habilidade, aprender a editar vídeos, gastronomia, pode ser investir em coaching, etc.

O seu cérebro é como um músculo do seu corpo e como todo e qualquer músculo, precisa de alimentação correta, precisa ser exercitado constantemente, precisa de repouso, etc.

O que não pode é o cérebro ficar parado, sem se exercitar, sem aprender nada de novo, senão, como qualquer músculo, atrofia.

Outro dia li um artigo em que a autora falava que ficou desempregada e imediatamente se ofereceu para trabalhar um periodo sem remuneração em uma empresa, só para aprender como funcionava aquele mercado…

olha que fantástico!

Adivinha o que aconteceu?

Ela recebeu uma proposta de trabalho, claro!

Isso é estar aberto para aprender!

Investir na sua educação, pode ser fazer alguma atividade voluntária, onde você possa compartilhar seu conhecimento e experiência com outras pessoas, porque quando você compartilha conhecimento, informação, seus interlocutores também compartilham com você, criando um ambiente de colaboração e aprendizado mútuo.

O processo de aprendizado é e tem que ser prazeroso. A não ser que estejamos tentando “aprender” algo que não vai ser usado, que não vemos aplicação na prática na nossa vida. Isso nos deixa entediados, chateados e obvio, sem motivação para continuar…

Invista na sua educação, abra sua mente para novas possibilidades, para o novo…

Um abraço e até o próximo post.

Você é um profissional REPOLHO ou ROSA?

Profissional Repolho ou Rosa?

REPOLHO ou ROSA?

É claro que esse post não se trata nem de comida, nem de decoração.

O REPOLHO representa o profissional apático, desiludido, parado no tempo, enquanto que a ROSA representa o profissional entusiasmado, antenado, cheio de energia positiva e aberto ao novo.

Vi essa metáfora em um vídeo de palestra e achei interessante. O Repolho nasce com as pétalas abertas e vai se fechando com o tempo.

O profissional REPOLHO é aquele que acha que já sabe tudo, está com a mente e o coração fechados para coisas novas, novos aprendizados, novos conhecimentos e via de regra, novos relacionamentos. Esse é o profissional que por vezes alardeia seus muitos anos de experiência, mas na verdade, mal sabe ele que o que tem é muitas vezes o MESMO ANO de experiência.

Ao contrário do repolho, a ROSA nasce fechada, tímida, e vai se abrindo com o tempo, até se tornar algo maravilhoso. Assim é o profissional ROSA, que chega tímido, até meio retraído, desconfiado, mas que com o tempo vai abrindo a mente, vai buscando novos conhecimentos, novas habilidades, novos relacionamentos e com isso vai criando uma camada de aprendizado, experiência, e com o tempo vai se abrindo e compartilhando aquilo que adquiriu com os colegas, familiares, com as pessoas à sua volta, contribuindo para mudar seu mundo e o mundo a sua volta.

E isso é prazeroso.

Para identificarmos se somos mais REPOLHO ou ROSA, é necessário um exercício de autoconhecimento. Isso é o começo de tudo.

É comum ouvirmos pessoas ao nosso lado falar assim:

“Eu me conheço! Sei como funciono.”

Na maioria das vezes isso é verdade nosso comportamento em certas situações a alguns dos nosso hábitos enraizados na alma, vontades, etc.

Mas é difícil encontrar alguém que faça uma avaliação sincera, profunda de si mesmo.

Para que possamos evoluir em qualquer área da nossa vida, é necessário que se dê o primeiro passo. E o primeiro passo é saber aonde estamos. Dificilmente saberemos aonde estamos realmente, sem um exercício profundo de autoconhecimento.

Uma vez identificado efetivamente em que ponto nos encontramos, devemos saber aonde queremos chegar. Isso para qualquer área da nossa vida que queiramos evoluir, mudar, enfim…

Após identificarmos em que ponto efetivamente estamos e aonde queremos chegar, é necessário que tenhamos claro o caminho a percorrer, as ferramentas necessárias, etc.

É tão simples quanto parece:

O QUE, QUANDO, ONDE e COMO queremos alcançar.

Isso é muito mais difícil, mais doloroso, para o profissional que tem um perfil mais REPOLHO, ou seja, mais fechado, que acha que já sabe tudo, que acha que tem a experiência necessária para qualquer coisa.

É menos complicado e menos doloroso para o profissional que se identifica mais com o perfil ROSA. Mais aberto para novos aprendizados, para tomar novos caminhos, para conhecer novas pessoas, para reconstruir o que quer que seja.

Um exemplo de que temos que manter sempre a mente aberta, se quisermos prosperar em qualquer área de nossas vidas, Antony Robbins, um dos palestrantes motivacionais mais requisitados e bem pagos do mundo, multimilionário, requisitado por celebridades, empresários, governantes, militares, etc.,

Tony Robbins, como é conhecido mundialmente, supostamente já sabe tudo no seu campo, porque ele foi quem levou o mercado de palestra motivacionais à estratosfera, lotando estádios, etc.

Tony Robbins, de 56 anos de idade, acabou de iniciar um projeto de PODCAST, porque ele disse que ficou maravilhado com a possiblidade de expandir sua mensagem a mais e mais pessoas e percebeu que não estava explorando corretamente todos os canais de distribuição de conteúdo.

Você acha que o Tony Robbins é profissional REPOLHO ou ROSA?

E você?

Se identifica mais com o quê?

REPOLHO ou ROSA?

Já fez sua autoanálise sincera?

Um abraço e até o próximo post.

Tempo: Como você investe ou desperdiça o seu?

Tempo: Saiba aproveitar o seu!

O que você faria se tivesse 5 horas a mais de tempo livre todos os dias?

Toda vez que vou estudar alguma coisa a respeito de como as pessoas utilizam esse bem tão precioso, que é o tempo, fico estarrecido!

Li uma pesquisa do IBGE, publicada pela revista Exame no ano passado, falando que o brasileiro passou em média, 5 horas em frente à TV, o que fazendo conta de chegada, significa cerca de 2,5 meses por ano.

2,5 meses por ano!!

Significa que se você começou a ver TV com 5 anos de idade, seguindo essa média, aos 50 anos, você terá desperdiçado 9 anos de sua vida em frente à televisão!

Ainda de acordo com a pesquisa, o que mais chama a atenção do brasileiro são novelas, minisséries, esportes, filmes e reality shows.

É absolutamente lamentável!!

Imagine que em 2014 foi pior. O Brasileiro passou 3 meses do ano em frente a TV!

Não bastasse isso, pesquisa divulgada no ano passado diz que em 2014, 70% da população brasileira não leu 1 Livro sequer. Significa que 140 Milhões de pessoas, não leu 1 livro sequer durante o ano inteiro, enquanto os indianos dedicam cerca de 10hs e 40 minutos semanais à leitura.

Mas, nesse caso vou me abster de fazer comparações com outros países, inclusive com nossos “hermanos” Sulamericanos.

É triste ver as pessoas seguindo na vida igual a zumbis, parecendo mortos-vivos, sem fazer nada para mudar. Vejo pessoas reclamando do trabalho, dos impostos, do transporte, do salário, da qualidade da educação e nesse caso específico, na maioria das vezes, sem sequer ter condições de avaliar se realmente a qualidade é baixa ou não.

Pense agora no que você faria com 5 horas livras a mais por dia e comece já!

Saia da frente da TV!

Não, não sou nenhum tipo de bitolado que fica só lendo. Também assisto TV. Embora confesso que a mais de 10 anos, não assisto jornais, noticiários, novelas, etc. Procuro escolher um pouco melhor o conteúdo que consumo desse veículo de entretenimento e que na maioria das vezes se coloca como veículo de informação. NÃO É!

A TV não informa. A programação da TV é feita para te vender e não para te informar!

Não bastasse o tempo em frente à TV e o diminuto tempo de leitura, ainda tem um percentual do tempo navegando na Web. Nesse caso, se você souber aproveitar o tempo em que está acessando a Internet, você pode sim, ter conteúdo de altíssimo valor, para absolutamente qualquer tópico que você queira aprender, conhecer melhor, etc.

Algumas dicas de como aproveitar melhor o seu tempo:

Imagine que você queira melhorar o seu conhecimento de uma área específica. Vendas por exemplo.

Se você se propuser a ler 10 páginas de 1 livro por dia, digamos que você não tenha desenvolvido o hábito da leitura e acha super chata essa atividade, talvez você leve cerca de 30, 40 minutos?

Mesmo assim. Daquelas 5 horas em frente à TV, ainda sobraram mais de 4 horas. No entanto, se você se propuser a fazer isso, além de desenvolver um hábito super importante, você terá lido 1 livro de cerca de 300 páginas por mês e consequentemente, 12 livros durante o período de 1 ano. Se você concentrar seus esforços de leitura na área de interesse, no caso vendas, terá aprendido mais do que num MBA, ao longo de 1 ano.

Pense nisso!

São apenas 10 páginas por dia!

Imagine ainda que você queira testar a teoria do Josh Kauffman e desenvolver uma nova habilidade em apenas 20 horas. Segundo a teoria, se você estudar qualquer assunto, 40 minutos por dia, durante cerca de 30 dias, você terá aprendido sobre o assunto. Mas, se além de estudar, você praticar o assunto por mais 40 minutos, todo dia, você se tornará bom no mesmo. Com tudo isso, ainda sobrou tempo, bastante tempo para ficar em frente a TV.

Você pode investir um pouco mais num curso online, que pode ser de inglês, uma pós-graduação, etc.

E ai?

Vai investir ou continuar desperdiçando o seu tempo?

Um abraço e até o próximo post.

Mudança: Seja a mudança que você quer ver!


Planejamento!

Já planejou suas mudanças para o ano de 2016?

Existe uma diferença abissal entre “DESEJAR” mudar e ter um plano para efetivar a MUDANÇA que você quer!

Ví um meme com um dos minions, os famosos bonequinhos amarelos do Filme Meu Malvado Favorito que dizia alguma coisa como:

Vou comprar um caminhão báu, porque tem tanta gente dizendo que esse é o ano da mudança, que vou ganhar bastante dinheiro!

Parece engraçado, não e mesmo?

Mas infelizmente, é engraçado e verdadeiro!

Começa pelo fato de que a maioria das pessoas atribui a mudança em sua vida, ao ano, ao momento do mundo, aos giros do universo, às forças ocultas, enfim, a tudo que se vê à volta, menos a elas mesmas.

Então, vamos começar com a seguinte pergunta:

Porque ao invés de planejar o ano de 2016, você não planeja você?

Isso mesmo. Planejar você. Sua mudança!

Quem e o que você quer ser esse ano?

Que tipo de trabalho, contribuição você quer fazer/dar para as pessoas a sua volta?

As promessas de ano novo sempre começam com coisas do tipo:

– Esse ano vou emagrecer

– Esse ano vou ler mais

– Esse ano volto a estudar

Digo promessas porque via de regra, não tem sequer a definição do que realmente se quer fazer e muito menos um plano para executar.

Comece por uma definição clara do que efetivamente você quer alcançar de resultado, como por exemplo:

Mudança: Perder peso!

“Esse ano, no período de Janeiro a Dezembro, vou trabalhar para reduzir meu peso em 10 Quilos. Para isso, vou mudar minha dieta, comer frutas, verduras e legumes todos os dias, me exercitar no mínimo 3 vezes por semana e reduzir o consumo de bebida alcoólica, passando a beber apenas 1 vez por semana, que será as sexta-feiras.”

A declaração acima é algo mais próximo de ser alcançado, porque você especifica o que quer alcançar e como, quais ações/estratégias você vai executar para atingir esse objetivo.

Mudança: Esse ano vou ler mais!

O problema está exatamente ai. Ler mais o que?

O fato de se estar falando que quer ler mais, pressupõe-se que você gosta de ler e portanto quer aumentar a assiduidade com que você faz essa atividade. Então, partindo do principio que você já lê alguma coisa, gosta e quer praticar isso com mais frequência, nos leva as seguintes questões:

– Quanto livros você gostaria de ler por ano, mês, etc.

– Que tipo de livros você gostaria de ler?

– Você procura aumentar seu conhecimento em alguma área através da leitura ou é só para relaxar, descontrair?

O planejamento, mesmo que de coisas que parecem bem simples como as listadas acima, é necessário, porque te dá um norte, um direcionamento. A partir desses pontos, se você realmente estiver interessado nos tópicos, e se dedicar, isso vai te trazer um resultado diferenciado, o que te deixará mais entusiasmado para planejar outras áreas da sua vida.

Então, faça diferente esse ano e planeje quem você quer ser, em que áreas da sua vida você quer agir diferente e como. Defina claramente quais objetivos você quer atingir e como você fará para atingi-los.

Para completar, mais uma dica:

Crie a disciplina de todos os dias, tomar pelo menos 3 ações que te ajudarão a cumprir os objetivos traçados por você.

Exemplo:

Se você tem como objetivo ler pelo menos 1 livro por mês esse ano, se você tomar a ação de ler 10 páginas de 1 livro todos os dias, você terá lido um livro de 300 páginas todos mês, o que é excelente e te ajudará a cumprir a sua meta de ler 1 livro por mês.

Pense em 3 ações simples, para executar todos os dias, que estejam relacionadas com os objetivos traçados por você e você verá que sua vida vai mudar radicalmente.

Agora a dica de 1 milhão de dólares: Se você não tomar ação, agir todos os dias, nada vai acontecer!

Um abraço e até o próximo post!

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