Category: Aprendizado

Fazer aquilo que AMA ou AMAR aquilo que faz?

AMAR aquilo que faz!

AMAR aquilo que faz!

Leio muitos textos e livros de gurus e especialistas de RH, psicólogos, Headhunters, etc. e é quase unanimidade entre esses especialistas que para atingir a felicidade no campo profissional, tem-se que trabalhar com aquilo que AMA fazer.

Andei me questionando sobre isso!

Será mesmo?

Comecei a observar as pessoas e as coisas comuns à minha volta e…mais questionamentos!

Comecei a me perguntar coisas como:

Fazer aquilo que AMA ou AMAR aquilo que faz?

Será que as mães AMAM limpar banheiro, lavar roupa suja, lavar uma pia cheia de louça?

Será que os garis AMAM de verdade correr em média 30Km por dia, recolhendo lixo e correndo riscos de contaminação de toda espécie?

Será mesmo que aqueles que se dedicam a cuidar de pessoas nas ruas, por vezes correndo perigo de vida, realmente AMAM estar por ai na madrugada, por vezes passando muito frio, vendo o sofrimento dos outros, quando podiam estar com a família, no conforto de suas casas?

Acho que acredito mais que essas pessoas devem AMAR aquilo que fazem, independente de isso ser aquilo que elas AMAM fazer!

Nós sabemos perfeitamente, sem que ninguém nos diga, quando foi a mãe ou esposa que limpou a casa ou arrumou a roupa no guarda roupa e quando foi outra pessoa.

Isso significa:

AMAR aquilo que faz!

Acredito que os atletas, como os jogadores de futebol por exemplo, AMAM jogar bola, aquele momento que estão em campo, com a torcida gritando, deve ser emocionante, mas, duvido que eles amem o PROCESSO para estar ali. Treinar todos os dias, ter o sono regrado e controlado, alimentação regrada e controlada, os finais de semana longe da família, as críticas da imprensa e da torcida, etc….

A meu ver, só alcançam a glória aqueles que fazem toda a parte ruim com MUITO AMOR, se aperfeiçoam e ai sim, podem curtir o momento de glória, quando estão dentro de campo, colhendo os frutos de todos os momentos dos quais não gostaram, mas fizeram assim mesmo.

E sabem que gostando ou não, tem que fazer bem feito, dar o seu melhor, se quiserem estar em campo com os demais.

AMAR aquilo que faz!

Tem uma das frases do Muhammad Ali que gosto muito, que diz o seguinte:

“Odiei cada segundo de treino, mas disse a mim mesmo: Não desista! Sofra agora e viva o resto da vida como campeão”

Pra mim está claro que ele “AMAVA” o momento de estar no ringue, disputando um cinturão, com o mundo todo olhando e com todas as expectativas sobre ele, mas….ele simplesmente ODIAVA o processo para chegar ali.

Não tinha outro jeito e ele sabia disso!

Para estar onde ele AMAVA e fazendo aquilo que AMAVA (Disputar Títulos), ele precisava colocar AMOR no resto do processo.

Quando falo aqui de colocar AMOR, não estou falando só de sentimento. Estou falando de mostrar vontade, de colocar a mente, o coração e o corpo naquilo que se está fazendo.

Só assim temos chance de dar o nosso melhor!

As vezes acho que as pessoas simplesmente “passam” pela vida porque estão esperando encontrara aquilo que AMAM fazer para dar o seu melhor. E como nunca encontram, vivem frustradas, achando que o mundo é injusto, que a vida é injusta, etc.

Acredito realmente que as pessoas que alcançam sucesso na vida, traçam um objetivo e colocam tudo nisso: AMOR, CORAÇÃO, CORPO, as ENTRANHAS se for preciso, até atingirem seu objetivo.

Esse é o segredo:

AMAR aquilo que faz!

Cristiano Ronaldo, um dos melhores jogadores do mundo na atualidade, ano passado disse a seguinte frase:

“Quando eu me aposentar, vou viver como um REI! Até lá, sou um atleta!”

Fantástico não?

Sabe porque ele fala isso?

Simples, ele se cuida mais do que a maioria dos atletas de alto nível. Mesmo quando sai de férias, ele leva um nutricionista e um preparador físico com ele. Por isso, está sempre em excelente forma. Dizem os especialistas que ele pode jogar em altíssimo nível até os 37, 38 anos de idade.

Isso é fenomenal!

Acredito que aqueles que colocam AMOR NO QUE FAZEM, quando menos esperam, quase sem perceber, se encontram fazendo AQUILO QUE AMAM!

Dá uma olhada nesse vídeo que gravei sobre o tema também…

https://youtu.be/1-8-0NrFIs8

Um abraço e até o próximo post.

Sobre a MINHA zona de conforto…

Você sabe identificar a sua ZONA de Conforto?

Será?

Vou te contar aqui um pouco de como identifiquei a minha…

Tenho consciência de que desperdicei um tempo precioso da minha vida, zapeando em canais de TV, tentando entorpecer a mente, consumindo conteúdo irrelevante, que não me adicionaram nenhum valor.

Desperdicei tempo precioso da minha vida, vendo “POSTS” do cotidiano dos outros, lendo matérias sem sentido em sites e revistas, assistindo a vídeos que embora não tenham nenhum sentido, parecem engraçados e te fazem rir.

Eu sei disso, porque por diversas vezes, me peguei justificando pra mim mesmo:

Eu mereço!

Afinal, preciso descansar a mente. Já trabalho muito. Preciso de alguns momentos de lazer!

Traz certo alivio, quando nos falamos isso, não é verdade?

Pois é…, mas…

Em algum momento, parei alguns segundos e comecei a olhar à minha volta, simplesmente observar!

Você já teve aquela sensação de que tudo anda à sua volta, o mundo se movimenta, o tempo se move, as pessoas se movem e você tem a sensação de estar parado?

Como se tivesse “Brizando”?

Pois é… quando tive esse “clique”, comecei a me questionar. Via alguns dos meus amigos anos luz à minha frente em termos de aprendizado, de educação, de viajar e conhecer outros países, buscar especialização em diferentes áreas, etc.

Me senti pequeno. Muito pequeno!

Corri atrás!

Comecei a perceber à minha volta, alguns poucos entre a multidão, que costumavam falar sozinhos, como se tivessem conversando com alguém, algum ser superior, que sorriam também sozinhos, as vezes no meio da multidão, mas um sorriso que parecia de satisfação, de redenção, de quem sabe que deu um passo a mais e principalmente, um passo diferente do que se costuma dar e descobriu que um outro caminho se abriu.

Gente a quem os demais, a multidão, costumam chamar de loucos, que parecem não cansar, que tem uma energia quase infinita, que buscam incessantemente e insanamente dar um passo a mais e mudar de nível.

Comecei a segui-los!

Comecei a observar que tipo de caminho eles costumavam seguir, o que costumavam consumir, como alimentavam as suas mentes, de onde buscavam essa energia encantadora. Comecei a observar a minha forma de pensar, de ver as coisas, o mundo e percebi que isso eu podia mudar, que poderia mudar minha perspectiva de vida e com isso mudar a minha vida, o meu mundo, o mundo à minha volta.

Zona de Conforto!

Comecei a ler, mas dessa vez conteúdo que me adicionasse algum tipo de valor, que me permitisse aprender.

Continuei assistindo a videos, mas dessa vez, procurei filtrar o tipo de conteúdo que queria consumir.

Deixei de ouvir rádio e comecei a ouvir podcasts de motivação, de negócios, de liderança, etc., todos os dias no meu trajeto de casa para o trabalho.

Comecei a ler 1 livro por mês, depois passei a ler 2, procurar e ler artigos na Internet que me trouxessem efetivamente informação que adicionasse algum valor na minha vida, etc.

De repente me peguei escrevendo e criei esse blog!

Passei a procurar, pesquisar canais no Youtube que me trouxessem conteúdo relevante, que me levassem a entender algumas coisas que eu não entendia, ou pelo menos a pensar nelas.

Comecei a assinar alguns canais e ver conteúdo relevante pelo menos 1 vez por dia. Algumas vezes, copiava o conteúdo no celular e via no carro, no trajeto de volta para casa.

Quase sempre, conteúdo em inglês, assim eu podia trabalhar 2 coisas ao mesmo tempo:

Melhorar minha compreensão de alguns assuntos e ainda melhorar meu inglês.

Comecei a gravar vídeos!

Criei meu próprio canal!

Comecei a sair da minha ZONA de CONFORTO!

Logo, logo eu também estava rindo e falando sozinho, muitas vezes travando longas conversas comigo mesmo e de repente passei a rir mais, porque me identifiquei com aqueles malucos, que citei anteriormente.

Identifique você também e SAIA da sua zona de conforto.

VOCÊ e somente VOCÊ pode transformar a sua vida!

Abraços e até o próximo post!

Sobre aprendizado e experiência

Sobre ser um eterno aprendiz…

Estou constantemente buscando aprender coisas novas. É uma necessidade.

Se não faço isso, é como se estivesse em período de abstinência.

Fico preocupado.

Uma das formas de aprendizado que adotei, foi a leitura diária.

Primeiro estabeleci a meta de ler pelo menos 1 livro por mês, depois 2 e assim por diante.

No ano de 2016 li 22 livros. Dei uma arrefecida em Dezembro e não cumpri a meta de ler 2 livros por mês. Mas sou um leitor quase que compulsivo.

No comecinho do ano, comecei a repensar se estou sendo efetivo na utilização/aplicação dessa forma de aprendizado e me veio à mente uma conversa que presenciei a muitos anos atrás…

Trabalhei numa empresa onde a direção se preocupava e estimulava as pessoas a aprender mais, desenvolver novas habilidades, a se reinventar, pensar fora da caixa…

Um dia presenciei uma reação um pouco incomum no escritório…

Isso me fez ligar algo como um alerta máximo…#DEFCON 3…hahahaha…como nos filmes de espionagem…

2 profissionais experientes estavam discutindo sobre um projeto e um discordou do outro. O mais velho falou algo do tipo:

“O que você está pensando?”
“Tenho 20 anos de experiência nessa área!”

O outro respondeu com a seguinte pergunta:

“20 anos de experiência ou 20 vezes o mesmo ano de experiência?”

Claramente o profissional “mais experiente” estava rejeitando uma nova ideia, sem simplesmente analisar, pelo simples fato de verdadeiramente acreditar que pelo tempo em que ele trabalhava na área, ele sabia mais e portanto, sua experiência, falava mais alto.

Passei e me questionar sobre isso. Sobre o meu conhecimento e sobre a experiência que eu achava que tinha na época e que invariavelmente, nos vem à mente, como se fosse uma tábua de salvação…

Tenho experiência nisso…

Imaginemos agora os profissionais da indústria financeira que ficaram tantos anos oferecendo sempre mais do mesmo e agora estão buscando se reinventar em função das FINTECHS, as empresas de tecnologia que embora sejam muito menores que os bancos, oferecem serviços financeiros diferenciados, por valores menores e muitas vezes, de graça. Isso mesmo, de GRAÇA!

Vide Nubank…

Vejam as industrias Hoteleira e automobilística tendo que se reinventar, em função de AirBnb e Uber, respectivamente…

Devemos constantemente nos questionar se estamos utilizando sabiamente os recursos que temos.

Devemos nos questionar se estamos tirando algum proveito, usando de forma efetiva o nosso aprendizado e experiência.

Como aplicarmos o aprendizado adquirido durante anos de trabalho em diferentes empresas no seu contexto atual?

Não estou falando somente do aprendizado profissional, do pessoal também…

Estamos quase sempre buscando mais e mais sem muitas vezes sequer nos darmos conta do que já temos e que na maioria das vezes, nem usamos…

Isso acontece com bens materiais, com nosso conhecimento, com nossos relacionamentos, enfim…

Por isso, devemos fazer periodicamente um “inventário” daquilo que temos, do que usamos e do que não…

É necessário que façamos uma limpeza periódica daquilo que não usamos, para que possamos abrir espaço para novas coisas, novas ideias, novas experiências e porque não, um nova vida, um novo você..

Um abraço e até o próximo post!

Você sabe o que significa aprender?

Você sabe o que significa aprender?

O que significa aprender?

Significa “Não prender”, deixar o velho ir embora, estar aberto ao novo…

Absorver informação, não necessariamente significa aprender.

Vejo muita gente falando de fazer cursos, MBA’s, participar de seminários, só para poder fazer constar no currículo, para ter mais títulos, mais status, enfim…

A real questão é:

Você está aprendendo alguma coisa com isso?

Realmente?

O segundo ponto é:

Se está aprendendo, o que você está aprendendo é relevante pra você, para sua carreira, para a sua vida?

Ou é somente algo que você está fazendo porque está “em alta” e porque todo mundo do mercado, quem trabalha nas empresa X, Y e Z estão fazendo?

Seja criterioso com a sua educação!

Investir em educação, não significa necessariamente fazer cursos em instituições tradicionais. Pode ser investir no seu auto-conhecimento, desenvolver uma nova habilidade, aprender a editar vídeos, gastronomia, pode ser investir em coaching, etc.

O seu cérebro é como um músculo do seu corpo e como todo e qualquer músculo, precisa de alimentação correta, precisa ser exercitado constantemente, precisa de repouso, etc.

O que não pode é o cérebro ficar parado, sem se exercitar, sem aprender nada de novo, senão, como qualquer músculo, atrofia.

Outro dia li um artigo em que a autora falava que ficou desempregada e imediatamente se ofereceu para trabalhar um periodo sem remuneração em uma empresa, só para aprender como funcionava aquele mercado…

olha que fantástico!

Adivinha o que aconteceu?

Ela recebeu uma proposta de trabalho, claro!

Isso é estar aberto para aprender!

Investir na sua educação, pode ser fazer alguma atividade voluntária, onde você possa compartilhar seu conhecimento e experiência com outras pessoas, porque quando você compartilha conhecimento, informação, seus interlocutores também compartilham com você, criando um ambiente de colaboração e aprendizado mútuo.

O processo de aprendizado é e tem que ser prazeroso. A não ser que estejamos tentando “aprender” algo que não vai ser usado, que não vemos aplicação na prática na nossa vida. Isso nos deixa entediados, chateados e obvio, sem motivação para continuar…

Invista na sua educação, abra sua mente para novas possibilidades, para o novo…

Um abraço e até o próximo post.

Você é um profissional REPOLHO ou ROSA?

Profissional Repolho ou Rosa?

REPOLHO ou ROSA?

É claro que esse post não se trata nem de comida, nem de decoração.

O REPOLHO representa o profissional apático, desiludido, parado no tempo, enquanto que a ROSA representa o profissional entusiasmado, antenado, cheio de energia positiva e aberto ao novo.

Vi essa metáfora em um vídeo de palestra e achei interessante. O Repolho nasce com as pétalas abertas e vai se fechando com o tempo.

O profissional REPOLHO é aquele que acha que já sabe tudo, está com a mente e o coração fechados para coisas novas, novos aprendizados, novos conhecimentos e via de regra, novos relacionamentos. Esse é o profissional que por vezes alardeia seus muitos anos de experiência, mas na verdade, mal sabe ele que o que tem é muitas vezes o MESMO ANO de experiência.

Ao contrário do repolho, a ROSA nasce fechada, tímida, e vai se abrindo com o tempo, até se tornar algo maravilhoso. Assim é o profissional ROSA, que chega tímido, até meio retraído, desconfiado, mas que com o tempo vai abrindo a mente, vai buscando novos conhecimentos, novas habilidades, novos relacionamentos e com isso vai criando uma camada de aprendizado, experiência, e com o tempo vai se abrindo e compartilhando aquilo que adquiriu com os colegas, familiares, com as pessoas à sua volta, contribuindo para mudar seu mundo e o mundo a sua volta.

E isso é prazeroso.

Para identificarmos se somos mais REPOLHO ou ROSA, é necessário um exercício de autoconhecimento. Isso é o começo de tudo.

É comum ouvirmos pessoas ao nosso lado falar assim:

“Eu me conheço! Sei como funciono.”

Na maioria das vezes isso é verdade nosso comportamento em certas situações a alguns dos nosso hábitos enraizados na alma, vontades, etc.

Mas é difícil encontrar alguém que faça uma avaliação sincera, profunda de si mesmo.

Para que possamos evoluir em qualquer área da nossa vida, é necessário que se dê o primeiro passo. E o primeiro passo é saber aonde estamos. Dificilmente saberemos aonde estamos realmente, sem um exercício profundo de autoconhecimento.

Uma vez identificado efetivamente em que ponto nos encontramos, devemos saber aonde queremos chegar. Isso para qualquer área da nossa vida que queiramos evoluir, mudar, enfim…

Após identificarmos em que ponto efetivamente estamos e aonde queremos chegar, é necessário que tenhamos claro o caminho a percorrer, as ferramentas necessárias, etc.

É tão simples quanto parece:

O QUE, QUANDO, ONDE e COMO queremos alcançar.

Isso é muito mais difícil, mais doloroso, para o profissional que tem um perfil mais REPOLHO, ou seja, mais fechado, que acha que já sabe tudo, que acha que tem a experiência necessária para qualquer coisa.

É menos complicado e menos doloroso para o profissional que se identifica mais com o perfil ROSA. Mais aberto para novos aprendizados, para tomar novos caminhos, para conhecer novas pessoas, para reconstruir o que quer que seja.

Um exemplo de que temos que manter sempre a mente aberta, se quisermos prosperar em qualquer área de nossas vidas, Antony Robbins, um dos palestrantes motivacionais mais requisitados e bem pagos do mundo, multimilionário, requisitado por celebridades, empresários, governantes, militares, etc.,

Tony Robbins, como é conhecido mundialmente, supostamente já sabe tudo no seu campo, porque ele foi quem levou o mercado de palestra motivacionais à estratosfera, lotando estádios, etc.

Tony Robbins, de 56 anos de idade, acabou de iniciar um projeto de PODCAST, porque ele disse que ficou maravilhado com a possiblidade de expandir sua mensagem a mais e mais pessoas e percebeu que não estava explorando corretamente todos os canais de distribuição de conteúdo.

Você acha que o Tony Robbins é profissional REPOLHO ou ROSA?

E você?

Se identifica mais com o quê?

REPOLHO ou ROSA?

Já fez sua autoanálise sincera?

Um abraço e até o próximo post.

Tempo: Como você investe ou desperdiça o seu?

Tempo: Saiba aproveitar o seu!

O que você faria se tivesse 5 horas a mais de tempo livre todos os dias?

Toda vez que vou estudar alguma coisa a respeito de como as pessoas utilizam esse bem tão precioso, que é o tempo, fico estarrecido!

Li uma pesquisa do IBGE, publicada pela revista Exame no ano passado, falando que o brasileiro passou em média, 5 horas em frente à TV, o que fazendo conta de chegada, significa cerca de 2,5 meses por ano.

2,5 meses por ano!!

Significa que se você começou a ver TV com 5 anos de idade, seguindo essa média, aos 50 anos, você terá desperdiçado 9 anos de sua vida em frente à televisão!

Ainda de acordo com a pesquisa, o que mais chama a atenção do brasileiro são novelas, minisséries, esportes, filmes e reality shows.

É absolutamente lamentável!!

Imagine que em 2014 foi pior. O Brasileiro passou 3 meses do ano em frente a TV!

Não bastasse isso, pesquisa divulgada no ano passado diz que em 2014, 70% da população brasileira não leu 1 Livro sequer. Significa que 140 Milhões de pessoas, não leu 1 livro sequer durante o ano inteiro, enquanto os indianos dedicam cerca de 10hs e 40 minutos semanais à leitura.

Mas, nesse caso vou me abster de fazer comparações com outros países, inclusive com nossos “hermanos” Sulamericanos.

É triste ver as pessoas seguindo na vida igual a zumbis, parecendo mortos-vivos, sem fazer nada para mudar. Vejo pessoas reclamando do trabalho, dos impostos, do transporte, do salário, da qualidade da educação e nesse caso específico, na maioria das vezes, sem sequer ter condições de avaliar se realmente a qualidade é baixa ou não.

Pense agora no que você faria com 5 horas livras a mais por dia e comece já!

Saia da frente da TV!

Não, não sou nenhum tipo de bitolado que fica só lendo. Também assisto TV. Embora confesso que a mais de 10 anos, não assisto jornais, noticiários, novelas, etc. Procuro escolher um pouco melhor o conteúdo que consumo desse veículo de entretenimento e que na maioria das vezes se coloca como veículo de informação. NÃO É!

A TV não informa. A programação da TV é feita para te vender e não para te informar!

Não bastasse o tempo em frente à TV e o diminuto tempo de leitura, ainda tem um percentual do tempo navegando na Web. Nesse caso, se você souber aproveitar o tempo em que está acessando a Internet, você pode sim, ter conteúdo de altíssimo valor, para absolutamente qualquer tópico que você queira aprender, conhecer melhor, etc.

Algumas dicas de como aproveitar melhor o seu tempo:

Imagine que você queira melhorar o seu conhecimento de uma área específica. Vendas por exemplo.

Se você se propuser a ler 10 páginas de 1 livro por dia, digamos que você não tenha desenvolvido o hábito da leitura e acha super chata essa atividade, talvez você leve cerca de 30, 40 minutos?

Mesmo assim. Daquelas 5 horas em frente à TV, ainda sobraram mais de 4 horas. No entanto, se você se propuser a fazer isso, além de desenvolver um hábito super importante, você terá lido 1 livro de cerca de 300 páginas por mês e consequentemente, 12 livros durante o período de 1 ano. Se você concentrar seus esforços de leitura na área de interesse, no caso vendas, terá aprendido mais do que num MBA, ao longo de 1 ano.

Pense nisso!

São apenas 10 páginas por dia!

Imagine ainda que você queira testar a teoria do Josh Kauffman e desenvolver uma nova habilidade em apenas 20 horas. Segundo a teoria, se você estudar qualquer assunto, 40 minutos por dia, durante cerca de 30 dias, você terá aprendido sobre o assunto. Mas, se além de estudar, você praticar o assunto por mais 40 minutos, todo dia, você se tornará bom no mesmo. Com tudo isso, ainda sobrou tempo, bastante tempo para ficar em frente a TV.

Você pode investir um pouco mais num curso online, que pode ser de inglês, uma pós-graduação, etc.

E ai?

Vai investir ou continuar desperdiçando o seu tempo?

Um abraço e até o próximo post.

Fé e crença como combustível para a Vida

Mantenha a crença e a FÉ!

 

Mantenha a FÉ!

Estamos passando por uma época muito difícil. Difícil mesmo. De total descredito e falta de em tudo. Não estou falando da situação financeira do pais, dos cidadãos, das famílias. Esta, apesar dos pesares, ainda está melhor do que já esteve diversas vezes, pelo que posso lembrar na minha, ainda curta, história de vida.

Não estou falando pelo desemprego que, embora tenha aumentado, é também menor do que em diversas outras épocas. Não estou falando de religião, porque embora vivamos uma época de quebra total de paradigmas em todos os sentidos, tem muita, mas muita gente indo atrás das religiões, das seitas, dos templos, buscando uma tal espiritualidade quase incompreensível.

Digo incompreensível porque o momento difícil que vivemos é de total perda de valores, total distorção da moral e dos bons costumes, total desrespeito às regras, leis, ordem, etc. Não falo isso querendo julgar ninguém, mas falo baseado na forma como fui criado, nos valores que me foram ensinados pelos meus pais, irmãos, tios, etc.

Baseado nesse conjunto de valores que aprendi e incorporei na minha vida, os quais tento diariamente ensinar ao meu filho, não doutrinando-o como se faz nas seitas, mas explicando e exemplificando para ele diariamente porque acredito nessa forma de pensar, agir e viver. Conversando e explicando. Falando para ele sobre responsabilidade ao invés de culpa, falando para ele aprender a tomar decisões baseando-se no que aprendeu, no que acredita, e não no que os outros estão falando sobre esse ou aquele assunto, falando para ele procurar se informar melhor, buscar informação de mais de uma fonte, procurar saber o outro lado da história, antes de simplesmente tomar qualquer assunto por verdade absoluta.

Mesmo quando vejo as verdadeiras barbáries que são divulgadas minuto a minuto nos diversos meios de comunicação, da total falta de caráter da maioria das pessoas públicas do nosso país, da ganância generalizada, da busca incensante pelo ter ao invés de ser, da busca incensante da fama pela fama, da total falta de conteúdo, falo para ele ter , acreditar no que é BOM e CORRETO, acreditar que as pessoas, as coisas, podem ser mudadas, que ele tem que olhar para dentro de si, ao invés de olhar para os lados e para fora, para achar as respostas.

Mesmo nesse momento tão surreal que a humanidade vive, de imagens de pessoas sendo decapitadas em grupo, de inocentes sendo mortos a esmo, por essa ou aquela seita fanática, por tantas pessoas perdidas, vazias, buscando sempre algo que parece que nem elas mesmo parecem saber o que é, eu falo. É PRECISO TER FÉ!

Se olharmos para todos os momentos históricos da humanidade, veremos que já vivemos situações iguais ou piores, em diversas partes do mundo. A grande diferença é que só ficamos sabendo disso, séculos depois, em alguns casos. Hoje, ficamos sabendo no minuto seguinte. Em alguns casos, até um pouco antes de acontecer.

Sempre, em todos os momentos difíceis pelos quais a humanidade passou, a mudança, a virada, veio de grupos que continuavam acreditando ser possível, que tinham que tudo poderia ser diferente, que acreditavam serem eles mesmos, agentes da mudança. Por isso, insisto, TENHA FÉ!

no sentido de se comprometer com o que você acredita. no sentido de continuar fazendo as coisas da forma que você acredita que é correto, sem se preocupar com o que as pessoas a sua volta estão falando.

Sim, porque se preocupar com o que as pessoas à volta estão falando é um veneno. Porque por medo de se tornarem impopulares, os jovens não externam sua opinião, mas sim a dos artistas ou personalidades as quais eles seguem diariamente, como se fosse uma religião. Se preocupar com o que os outros vão pensar, se tornou um veneno para a nossa sociedade.

Vivemos uma época estranha. Nos tornamos consumidores ávidos de todas as coisas materiais imagináveis. Não, estou sendo hipócrita, também sou um consumidor voraz. Mas, o mais triste e que a maioria não esta consumindo o que gosta, o que quer, mas sim o que os outros querem que se consuma.

Muito mais do que coisas materiais, vivemos um momento de consumo máximo de conteúdo sem qualidade, sem nenhuma profundidade e na grande maioria das vezes, sem qualquer veracidade. Nesse contexto, os jovens não tem opinião própria, não sabem sequer no que acreditam. Nesse contexto, não existe , CRENÇA em algo verdadeiro, um objetivo maior, uma meta. Existe somente o próximo vídeo, o próximo post, o próximo tweet.

É muito triste olhar à volta e ver isso acontecendo a todo momento. É muito triste ver muitos jovens saudáveis, inteligentes, sendo levados por esse consumo massificante de moda, tendências, futuros, criados por toda a espécie de “profetas” modernos.

Ninguém quer mais ler um livro, um texto, analisar e fazer anotações, assistir a um documentário, etc. Isso é antiquado e “besteira”. Ninguém faz nada e ninguém tem tempo pra nada. Todos vivem cansados, apáticos, sem energia para lutar por nada.

Ate mesmo os protestos contra a atual situação do nosso pais, que deveriam ser considerados um ato cívico, de luta por direitos e deveres, virou uma briga de quem pode mais na mídia, nas redes sociais. A grande maioria vai a esse ou aquele protesto, passeata, sem sequer saber os reais motivos que os levam. Mesmo com todo esse cenário caótico, lhes digo:

TENHAM E MANTENHAM A FÉ!

Desculpas pelo texto longo e pelo desabafo.

Esse é o meu recado para iniciarmos o ano. Que tenhamos todos um ano maravilhoso e absolutamente produtivo em todos os aspectos de nossas vidas.

Abraços e até o próximo post.

Como aprender rápido?

Tornar-se um expert ou aprender rápido?

Tornar-se um expert ou aprender rápido?

Tenho buscado a muitos anos, incessantemente, aprender coisas novas sempre, buscar aprimorar algum conhecimento que já adquiri, desenvolver novas habilidades e assim por diante. Tornei isso parte essencial do meu cotidiano e comecei isso a vários anos atrás, como uma forma de manter minha “empregabildade”. Depois de um tempo, comecei a pesquisar formar de aprender rápido, nova habilidades.

Quando eu trabalhava com Delivery de software/soluções, embora quase nunca tivesse que utilizar/fazer apresentações, comecei a estudar a fundo técnicas de apresentação, como fazer, como “harmonizar” cores, imagens, fontes e como dar ênfase a um conteúdo especifico, além de estudar qual a melhor forma de apresentar. Comprei livros, acessei vasto material online, assisti a videos de especialistas, enfim. Quando achei que já sabia razoavelmente bem fazer apresentações, mantive o hábito de semanalmente pelo menos, praticar. Fazer uma apresentação sobre qualquer assunto. Depois, comecei a estudar como preparar planilhas de maneira inteligente e visualmente fáceis de entender. São duas ferramentas que são utilizadas na maior parte do tempo, todos os dias em empresas do mundo inteiro. Isso só para citar alguns exemplos.

Depois de praticar durante bastante tempo, percebi que comecei a aprender rápido novas funcionalidades nas ferramentas utilizadas, em função da familiaridade adquirida com os menus, telas, etc.

Com a prática, tudo fica mais e mais fácil!

O desafio de aprender coisas novas, desenvolver novas habilidades é cada vez mais constante nos dias atuais. Se exige cada vez mais dos profissionais e os desafios do dia a dia são cada vez maiores. No entanto, atualmente temos acesso a mais informação do que nunca. Qualquer coisa que você queira aprender, literalmente qualquer coisa, você encontrará livros, vídeos, vídeo aulas, artigos na Internet, etc. O Problema continua sendo o mesmo de todos os tempos: TEMPO!

Sempre que falamos para qualquer um sobre aprender algo novo ou desenvolver uma nova habilidade, quase sempre ouvimos a mesma coisa:

Não tenho tempo!

Quem não gostaria de aprender como no filme Matrix, onde eles plugam um conector na cabeça do personagem Neo, inserem um disco com o conhecimento que querem transmitir e segundos depois, voilá!

Ele já sabe tudo. Lembro muito bem da famosa cena em que logo após a primeira “carga” de conhecimento ele abre os olhos e fala “I KNOW KUNG FU!”

Fantástico, não é mesmo?

Mas infelizmente, ainda não atingimos esse nível.

Segundo a teoria de K. Anders Ericsson, cientista comportamental que estudou durante anos pessoas de altissima performance, qualquer ser humano pode se tornar um EXPERT em qualquer assunto, desde que invista pelo menos 10.000 horas no desenvolvimento dessa nova habilidade. Após isso, você atingirá o nirvana. Será uma estrela em sua área. Parece mais impossivel ainda para nós, reles mortais, certo?

A teoria de Ericsson foi popularizada no livro Outliers, de Malcom Gladwell. Já existe um estudo feito por vários cientistas, contestando a teoria, mas de fato, a mesma é quem ganhou notoriedade e ainda é bastante divulgada.

Mas, na verdade, precisamos aprender uma série de coisas novas e desenvolver novas habilidades, seja para diversão, seja para o trabalho. Podemos querer aprender a surfar e não necessariamente nos tornarmos um Kelly Slater ou um Gabriel Medina, certo?

Esses são experts, campeões mundiais. Precisamos aprender rápido, para termos conhecimentos básicos ou no máximo razoáveis sobre o assunto e não necessariamente nos tornarmos experts, correto?

De acordo com Josh Kaufmman, como ele próprio se denomina, “Geek” e autor de sucesso da literatura de negócios americana, é possivel aprender/desenvolver qualquer habilidade em, pasme, apenas 20 horas. É isso mesmo, 20 horas. O Próprio Josh prova a teoria, aplicando-a em várias áreas de sua vida. No seu livro “The first 20 hours”(Não traduzido para o Português ainda), Josh explica quais as ferramentas e estratégias necessárias para aprender em um bom nivel, qualquer coisa, em 20 horas. Seja uma nova lingua, seja desenvolver programas de computador, tocar um instrumento musical ou surfar. Dedicando cerca de 40 minutos por dia, com o foco e as ferramentas corretas e dedicando mais cerca de 40 minutos de prática daquilo que estudou, Josh garante que em cerca de 1 mês você terá adquirido a nova habilidade ou conhecimento.

Vale a pena ler o livro.

Estou testando a teoria, quando finalizar minhas 20 horas, publico aqui o resultado.

Abraços e até o próximo post.

Pensar Grande

Pensar grande. O esforço é o mesmo!

Pensar grande exige o mesmo nível de esforço que pensar pequeno!

Segundo o empresário e mega investidor Donald Trump, se você tem que pensar de qualquer jeito, Pense Grande. O esforço é o mesmo. Ou seja, pensar grande, exige o mesmo nível de esforço que pensar pequeno!

Sonhar alto, não quer dizer ser megalomaníaco. Não é isso.

Significa que você tem que pensar além do minimo, do que você pensa ser possível agora com o que você tem em mãos. Na grande maioria das vezes, as pessoas se limitam em função de visão limitada, curta, de pensar apenas no momento, do que se tem em mãos, sem olhar as possibilidades.

Aprenda a pensar grande!

Lembro de um episódio em que um dos maiores varejistas do Brasil ia abrir novas lojas e pediu um projeto para um escritório de arquitetura e falou de limitações de budget. Quando os arquitetos trouxeram o projeto, ouviram diversos impropérios. Voltaram para a prancheta e trouxeram um novo projeto e ouviram: “Agora sim. Vamos ver como esse projeto se encaixa no meu orçamento.”

Basicamente, os arquitetos nivelaram por baixo e fizeram um projeto “Chinfrim”, pobre, por assim dizer. No segundo projeto eles olharam as possibilidades e não as limitações. É disso que estou falando, olhar as possibilidades ao invés das limitações.

Isso, qualquer um pode e deve fazer. Pensar grande e sonhar alto são coisas que ao meu ver, deveriam ser ensinadas nas escolas de ensino básico. Infelizmente, acontece exatamente o contrário. Quando um aluno da escola pública pensa alto ou fala de seus sonhos, o primeiro trabalho que o professor faz é desencorajá-lo, dizendo que isso não é para ele, que é impossível, que precisa de recursos, de dinheiro, de ajuda, de influência, etc. A lista das coisas que tornam a realização daquilo impossível é gigante.

As pessoas geralmente se limitam por tudo ao redor. Pelas condições meteorológicas, pela idade, por falta de dinheiro, por falta de transporte, por ser feio, por ser bonito, enfim, por uma infinidade de motivos irrelevantes. Quando falo as pessoas, para não ficar muito genérico, falo de pessoas que vejo diariamente no meu ambiente de trabalho, no bairro onde moro, no meu circulo de amizades, etc.

O que todo mundo quer de verdade é ganhar na mega sena acumulada e se possível sem nem ter que jogar.

O que todo mundo quer de verdade é se tornar uma celebridade da noite para o dia sem ter que fazer nenhum esforço.

O que todo mundo quer de verdade é ter no currículo um curso no exterior, em universidade americana de ponta, sem ter que fazer esforço pra isso.

Isso não é sonhar alto. Isso é querer se dar bem sem esforço.

Tenho visto cada vez mais, os jovens, garotos mesmo, se interessando por empreendedorismo, por startups, por se desenvolver e desenvolver negócios. Isso é absolutamente fantástico. Tenho aprendido muito com esses novos empreendedores. Muito mesmo.

No entanto, infelizmente a parcela da população jovem ou não, que vive vegetando, literalmente, é infinitamente maior. Aquela parcela que vive em função dos noticiários, do pessimismo, que acredita que o mundo vai ruir a qualquer momento, que os EUA vão invadir o Pais e viraremos colônia (Como se já não fossemos…), que acredita que a realidade é a novela das 8, os reality shows, etc.

Essa parcela da população, deveria se conscientizar sim, de outra forma, buscando melhorar seu conhecimento, suas habilidades, sua maneira de ver pelo menos o “seu” mundo. Um olhar de otimismo para o mundo a sua volta, um olhar construtivo, de possibilidades, o olhar necessário para se construir ou reconstruir qualquer coisa.

É verdade que o momento é de descrença. Descrença nas instituições, sejam elas politicas, esportivas, religiosas ou de cunho social. As instituições ao nosso redor estão todas impregnadas de corrupção, de falta de integridade moral, de falta de dignidade, enfim, falta de tudo aquilo que é bom e caro à humanidade.

Mas há que ainda se acreditar no ser humano e na sua capacidade de superação, de recuperação, de construção. Há que se buscar novos heróis que não os de quadrinhos ou os de outras culturas/países. Devemos olhar as histórias de cidadãos que a despeito de tudo de ruim a sua volta, a despeito do fato de aos olhos dos outros estarem abaixo da linha da pobreza, da ignorância as vezes, buscaram soluções, saídas para melhorar suas vidas e as vidas dos seus.

Para refletir, vou tomar a liberdade de citar pelo menos 4 matérias que ilustram os exemplos acima, de personagens que devemos certamente adotar como heróis, como exemplos.

http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/educacao/cearense-e-aprovada-para-mestrado-em-5-universidades-da-europa/

http://raimundomoura.blogspot.com/2014/05/exemplo-agricultor-de-pentecoste-sai-da.html

http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Visao/noticia/2015/04/como-janguie-diniz-passou-de-engraxate-dono-do-maior-grupo-de-educacao-do-nordeste.html

http://vestibular.uol.com.br/noticias/redacao/2014/02/27/jovem-da-periferia-de-sp-abandona-duas-graduacoes-para-tentar-medicina.htmhttp://www.estudarfora.org.br/estudante-baiana-e-disputada-por-9-universidades-dos-eua/

Pense Grande, Sonhe Alto. o Esforço é o mesmo.

Abraços e até o próximo post.

Aprender como aprender, um desafio.

Aprendendo a aprender

Aprender… e aprender, ou aprender a aprender?

Tenho refletido bastante sobre nossos processos de aprendizado. O que aprendemos, como aprendemos, como utilizamos nossas experiências cotidianas e o ambiente ao nosso redor para aprender.

Vemos técnicas, procedimentos para gerenciamento de contéudo corporativo, gerenciamento do conhecimento corporativo, etc.

Mas e sobre o “gerenciamento” do nosso conhecimento?

E sobre o gerenciamento do nosso processo de aprendizado, de reciclagem?

Geralmente o ser humano comum, é compelido a aprender coisas novas, adquirir novas habilidades, em momentos de ruptura, de dificuldades. Somente nos momentos em que se é desafiado é que se toma as ações necessárias para mudar a situação ou o contexto atual.

Quando crianças, aprendemos a maioria das coisas observando as pessoas à nossa volta, os costumes, as atitudes, os “procedimentos”, os “processos”, etc. Quando “crescemos”, literalmente “formatam” o nosso modelo de aprendizado e a partir daí, qualquer coisa que esteja fora desse formato, é considerado fora do “padrão” ou fora do normal. Na verdade, no discurso, ouvimos muito sobre “pensar for a da caixa”, mas na verdade, pensar fora da caixa, não é algo muito incentivado, nem dentro das empresas, nem nas comunidades, nem pelos pais.

Na verdade, muitas vezes “falamos” que queremos pessoas pensando “fora da caixa” mas se prestarmos atenção, estamos sempre incentivando as pessoas a pensarem muito mais fora da “caixa” delas e muito mais dentro da “caixa dos padrões” que adotamos, que aprendemos, etc.

Temos um cenário onde quem precisa de informação, não quer mais nem saber de fazer pesquisa, basta fazer uma “busca” no Google e pronto. A maioria não se preocupa nem mesmo em validar a informação, a fonte, comparar com outras fontes, etc.

Google » Search » Copy » Paste » Done!!

Do lado dos educadores, me parece que temos muitos professores, mestres, doutores pregando a mesma coisa de 30, 40 anos atrás. Não se recicla o conteúdo, não se recicla a forma, não se recicla o método. Completei minha graduação em Matemática no ano de 1994 e lembro bem de ter questionado a um dos meus professores, qual a aplicação pratica, no meu cotidiano, das derivadas ou mesmo de integral tripla. A explicação foi mais ou menos assim:

“Você pode utilizar derivada para calcular a melhor distância entre dois carros no trânsito, por exemplo!”

No que de respondi: “Professor, isso o Detran já me dá pronto e aliás, sou obrigado a utilizar, por força da lei!“.

Fui repreendido!

Isso foi a 20 anos e vejo que provavelmente, nos cursos de exatas, os alunos continuam a receber como ensinamentos, as mesmas matérias. Não estou dizendo com isso que sou dono da verdade ou que temos que simplesmente eliminar essas matérias dos cursos de exatas, mas sim, que podemos rever a forma como ensinamos com novas aplicabilidades, de forma que possamos atrair e reter o consumidor dessa informação, que é o aluno. Certamente isso não ocorre somente nos cursos de exatas.

Além de querermos impor aos estudantes, conteúdos ou materias que precisariam no minimo ser contextualizadas, ainda o fazemos sem o uso adequado da tecnologia, que se utilizada de maneira correta, pode efetivamente tornar a matéria /assunto mais atraente e engajar o aluno. Devemos lembrar que o triangulo de pascal, não foi criado para ser aplicado em provas, mas sim, para ajudar as freiras do convento onde Pascal terminou os seus dias a ecnomizar couro, material utilizado por elas para confecção de bolsas e sapatos, ou seja, para aplicação prática.

Além de contextualizar, porque não utilizar as várias ferramentas gratuitas no contexto da educação, para compartilhar conteúdo, para incentivar a criação de fóruns de discussão entre os alunos, para mostrar como utilizar as ferramentas de buscas de maneira inteligente e para buscar conteúdo relevante?

Porque não inserir na rotina dos alunos buscas no Khan Academy, Youtube Education, Fundação Lehman, utilizar ferramentas de nuvem para armazenar e compartilhar conteúdo de maneira otimizada e inteligente?

Não estou falando de redes sociais, mas de ferramentas que podem efetivamente tornar o ato de estudar mais atraente para o aluno.

Vejo que algumas escolas até incentivam a utilização desses recursos por parte do aluno, mas o que estou sugerindo aqui e inserir a utilização dessas ferramentas na rotina diária do professor, durante as aulas.

Obvio que para isso se faz necessário uma reciclagem no modelo de ensino, no treinamento e preparação dos professores, mudança de hábitos, adaptação, etc.

Acredito que talvez o primeiro passo a ser dado, é buscar gradativamente mudar pelo menos a plataforma de ensino, de analógica pra digital, sem rupturas. Dessa forma, obrigatoriamente as adaptações e mudanças de hábito ocorrerão e novas mudanças poderão ser inseridas aos poucos, sem causar danos e transtornos nem para os alunos nem para os professores.

É importante que o professor entenda que ele continuará sendo o Mestre, que o seu conhecimento, continuará sendo soberano, o que acho que tem que acontecer é simplesmente mudar a forma de passar esse conteúdo, esse conhecimento. Acredito que seria muito bom que os professores ouvissem/lessem um pouco sobre as propostas revolucionárias do empresário Ricardo Semler. Ouvir as propostas, sem pré-julgamento, sem rótulos, com objetivo de extrair delas coisas boas e que auxiliem nessa mudança que a meu ver é absolutamente necessária, para que possamos ter efetivamente um engajamento dos alunos no processo de aprendizado.

Um abraço e até o próximo post.

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