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Você é um profissional REPOLHO ou ROSA?

Profissional Repolho ou Rosa?

REPOLHO ou ROSA?

É claro que esse post não se trata nem de comida, nem de decoração.

O REPOLHO representa o profissional apático, desiludido, parado no tempo, enquanto que a ROSA representa o profissional entusiasmado, antenado, cheio de energia positiva e aberto ao novo.

Vi essa metáfora em um vídeo de palestra e achei interessante. O Repolho nasce com as pétalas abertas e vai se fechando com o tempo.

O profissional REPOLHO é aquele que acha que já sabe tudo, está com a mente e o coração fechados para coisas novas, novos aprendizados, novos conhecimentos e via de regra, novos relacionamentos. Esse é o profissional que por vezes alardeia seus muitos anos de experiência, mas na verdade, mal sabe ele que o que tem é muitas vezes o MESMO ANO de experiência.

Ao contrário do repolho, a ROSA nasce fechada, tímida, e vai se abrindo com o tempo, até se tornar algo maravilhoso. Assim é o profissional ROSA, que chega tímido, até meio retraído, desconfiado, mas que com o tempo vai abrindo a mente, vai buscando novos conhecimentos, novas habilidades, novos relacionamentos e com isso vai criando uma camada de aprendizado, experiência, e com o tempo vai se abrindo e compartilhando aquilo que adquiriu com os colegas, familiares, com as pessoas à sua volta, contribuindo para mudar seu mundo e o mundo a sua volta.

E isso é prazeroso.

Para identificarmos se somos mais REPOLHO ou ROSA, é necessário um exercício de autoconhecimento. Isso é o começo de tudo.

É comum ouvirmos pessoas ao nosso lado falar assim:

“Eu me conheço! Sei como funciono.”

Na maioria das vezes isso é verdade nosso comportamento em certas situações a alguns dos nosso hábitos enraizados na alma, vontades, etc.

Mas é difícil encontrar alguém que faça uma avaliação sincera, profunda de si mesmo.

Para que possamos evoluir em qualquer área da nossa vida, é necessário que se dê o primeiro passo. E o primeiro passo é saber aonde estamos. Dificilmente saberemos aonde estamos realmente, sem um exercício profundo de autoconhecimento.

Uma vez identificado efetivamente em que ponto nos encontramos, devemos saber aonde queremos chegar. Isso para qualquer área da nossa vida que queiramos evoluir, mudar, enfim…

Após identificarmos em que ponto efetivamente estamos e aonde queremos chegar, é necessário que tenhamos claro o caminho a percorrer, as ferramentas necessárias, etc.

É tão simples quanto parece:

O QUE, QUANDO, ONDE e COMO queremos alcançar.

Isso é muito mais difícil, mais doloroso, para o profissional que tem um perfil mais REPOLHO, ou seja, mais fechado, que acha que já sabe tudo, que acha que tem a experiência necessária para qualquer coisa.

É menos complicado e menos doloroso para o profissional que se identifica mais com o perfil ROSA. Mais aberto para novos aprendizados, para tomar novos caminhos, para conhecer novas pessoas, para reconstruir o que quer que seja.

Um exemplo de que temos que manter sempre a mente aberta, se quisermos prosperar em qualquer área de nossas vidas, Antony Robbins, um dos palestrantes motivacionais mais requisitados e bem pagos do mundo, multimilionário, requisitado por celebridades, empresários, governantes, militares, etc.,

Tony Robbins, como é conhecido mundialmente, supostamente já sabe tudo no seu campo, porque ele foi quem levou o mercado de palestra motivacionais à estratosfera, lotando estádios, etc.

Tony Robbins, de 56 anos de idade, acabou de iniciar um projeto de PODCAST, porque ele disse que ficou maravilhado com a possiblidade de expandir sua mensagem a mais e mais pessoas e percebeu que não estava explorando corretamente todos os canais de distribuição de conteúdo.

Você acha que o Tony Robbins é profissional REPOLHO ou ROSA?

E você?

Se identifica mais com o quê?

REPOLHO ou ROSA?

Já fez sua autoanálise sincera?

Um abraço e até o próximo post.

Tempo: Como você investe ou desperdiça o seu?

Tempo: Saiba aproveitar o seu!

O que você faria se tivesse 5 horas a mais de tempo livre todos os dias?

Toda vez que vou estudar alguma coisa a respeito de como as pessoas utilizam esse bem tão precioso, que é o tempo, fico estarrecido!

Li uma pesquisa do IBGE, publicada pela revista Exame no ano passado, falando que o brasileiro passou em média, 5 horas em frente à TV, o que fazendo conta de chegada, significa cerca de 2,5 meses por ano.

2,5 meses por ano!!

Significa que se você começou a ver TV com 5 anos de idade, seguindo essa média, aos 50 anos, você terá desperdiçado 9 anos de sua vida em frente à televisão!

Ainda de acordo com a pesquisa, o que mais chama a atenção do brasileiro são novelas, minisséries, esportes, filmes e reality shows.

É absolutamente lamentável!!

Imagine que em 2014 foi pior. O Brasileiro passou 3 meses do ano em frente a TV!

Não bastasse isso, pesquisa divulgada no ano passado diz que em 2014, 70% da população brasileira não leu 1 Livro sequer. Significa que 140 Milhões de pessoas, não leu 1 livro sequer durante o ano inteiro, enquanto os indianos dedicam cerca de 10hs e 40 minutos semanais à leitura.

Mas, nesse caso vou me abster de fazer comparações com outros países, inclusive com nossos “hermanos” Sulamericanos.

É triste ver as pessoas seguindo na vida igual a zumbis, parecendo mortos-vivos, sem fazer nada para mudar. Vejo pessoas reclamando do trabalho, dos impostos, do transporte, do salário, da qualidade da educação e nesse caso específico, na maioria das vezes, sem sequer ter condições de avaliar se realmente a qualidade é baixa ou não.

Pense agora no que você faria com 5 horas livras a mais por dia e comece já!

Saia da frente da TV!

Não, não sou nenhum tipo de bitolado que fica só lendo. Também assisto TV. Embora confesso que a mais de 10 anos, não assisto jornais, noticiários, novelas, etc. Procuro escolher um pouco melhor o conteúdo que consumo desse veículo de entretenimento e que na maioria das vezes se coloca como veículo de informação. NÃO É!

A TV não informa. A programação da TV é feita para te vender e não para te informar!

Não bastasse o tempo em frente à TV e o diminuto tempo de leitura, ainda tem um percentual do tempo navegando na Web. Nesse caso, se você souber aproveitar o tempo em que está acessando a Internet, você pode sim, ter conteúdo de altíssimo valor, para absolutamente qualquer tópico que você queira aprender, conhecer melhor, etc.

Algumas dicas de como aproveitar melhor o seu tempo:

Imagine que você queira melhorar o seu conhecimento de uma área específica. Vendas por exemplo.

Se você se propuser a ler 10 páginas de 1 livro por dia, digamos que você não tenha desenvolvido o hábito da leitura e acha super chata essa atividade, talvez você leve cerca de 30, 40 minutos?

Mesmo assim. Daquelas 5 horas em frente à TV, ainda sobraram mais de 4 horas. No entanto, se você se propuser a fazer isso, além de desenvolver um hábito super importante, você terá lido 1 livro de cerca de 300 páginas por mês e consequentemente, 12 livros durante o período de 1 ano. Se você concentrar seus esforços de leitura na área de interesse, no caso vendas, terá aprendido mais do que num MBA, ao longo de 1 ano.

Pense nisso!

São apenas 10 páginas por dia!

Imagine ainda que você queira testar a teoria do Josh Kauffman e desenvolver uma nova habilidade em apenas 20 horas. Segundo a teoria, se você estudar qualquer assunto, 40 minutos por dia, durante cerca de 30 dias, você terá aprendido sobre o assunto. Mas, se além de estudar, você praticar o assunto por mais 40 minutos, todo dia, você se tornará bom no mesmo. Com tudo isso, ainda sobrou tempo, bastante tempo para ficar em frente a TV.

Você pode investir um pouco mais num curso online, que pode ser de inglês, uma pós-graduação, etc.

E ai?

Vai investir ou continuar desperdiçando o seu tempo?

Um abraço e até o próximo post.

Mudança: Seja a mudança que você quer ver!


Planejamento!

Já planejou suas mudanças para o ano de 2016?

Existe uma diferença abissal entre “DESEJAR” mudar e ter um plano para efetivar a MUDANÇA que você quer!

Ví um meme com um dos minions, os famosos bonequinhos amarelos do Filme Meu Malvado Favorito que dizia alguma coisa como:

Vou comprar um caminhão báu, porque tem tanta gente dizendo que esse é o ano da mudança, que vou ganhar bastante dinheiro!

Parece engraçado, não e mesmo?

Mas infelizmente, é engraçado e verdadeiro!

Começa pelo fato de que a maioria das pessoas atribui a mudança em sua vida, ao ano, ao momento do mundo, aos giros do universo, às forças ocultas, enfim, a tudo que se vê à volta, menos a elas mesmas.

Então, vamos começar com a seguinte pergunta:

Porque ao invés de planejar o ano de 2016, você não planeja você?

Isso mesmo. Planejar você. Sua mudança!

Quem e o que você quer ser esse ano?

Que tipo de trabalho, contribuição você quer fazer/dar para as pessoas a sua volta?

As promessas de ano novo sempre começam com coisas do tipo:

– Esse ano vou emagrecer

– Esse ano vou ler mais

– Esse ano volto a estudar

Digo promessas porque via de regra, não tem sequer a definição do que realmente se quer fazer e muito menos um plano para executar.

Comece por uma definição clara do que efetivamente você quer alcançar de resultado, como por exemplo:

Mudança: Perder peso!

“Esse ano, no período de Janeiro a Dezembro, vou trabalhar para reduzir meu peso em 10 Quilos. Para isso, vou mudar minha dieta, comer frutas, verduras e legumes todos os dias, me exercitar no mínimo 3 vezes por semana e reduzir o consumo de bebida alcoólica, passando a beber apenas 1 vez por semana, que será as sexta-feiras.”

A declaração acima é algo mais próximo de ser alcançado, porque você especifica o que quer alcançar e como, quais ações/estratégias você vai executar para atingir esse objetivo.

Mudança: Esse ano vou ler mais!

O problema está exatamente ai. Ler mais o que?

O fato de se estar falando que quer ler mais, pressupõe-se que você gosta de ler e portanto quer aumentar a assiduidade com que você faz essa atividade. Então, partindo do principio que você já lê alguma coisa, gosta e quer praticar isso com mais frequência, nos leva as seguintes questões:

– Quanto livros você gostaria de ler por ano, mês, etc.

– Que tipo de livros você gostaria de ler?

– Você procura aumentar seu conhecimento em alguma área através da leitura ou é só para relaxar, descontrair?

O planejamento, mesmo que de coisas que parecem bem simples como as listadas acima, é necessário, porque te dá um norte, um direcionamento. A partir desses pontos, se você realmente estiver interessado nos tópicos, e se dedicar, isso vai te trazer um resultado diferenciado, o que te deixará mais entusiasmado para planejar outras áreas da sua vida.

Então, faça diferente esse ano e planeje quem você quer ser, em que áreas da sua vida você quer agir diferente e como. Defina claramente quais objetivos você quer atingir e como você fará para atingi-los.

Para completar, mais uma dica:

Crie a disciplina de todos os dias, tomar pelo menos 3 ações que te ajudarão a cumprir os objetivos traçados por você.

Exemplo:

Se você tem como objetivo ler pelo menos 1 livro por mês esse ano, se você tomar a ação de ler 10 páginas de 1 livro todos os dias, você terá lido um livro de 300 páginas todos mês, o que é excelente e te ajudará a cumprir a sua meta de ler 1 livro por mês.

Pense em 3 ações simples, para executar todos os dias, que estejam relacionadas com os objetivos traçados por você e você verá que sua vida vai mudar radicalmente.

Agora a dica de 1 milhão de dólares: Se você não tomar ação, agir todos os dias, nada vai acontecer!

Um abraço e até o próximo post!

Fé e crença como combustível para a Vida

Mantenha a crença e a FÉ!

 

Mantenha a FÉ!

Estamos passando por uma época muito difícil. Difícil mesmo. De total descredito e falta de em tudo. Não estou falando da situação financeira do pais, dos cidadãos, das famílias. Esta, apesar dos pesares, ainda está melhor do que já esteve diversas vezes, pelo que posso lembrar na minha, ainda curta, história de vida.

Não estou falando pelo desemprego que, embora tenha aumentado, é também menor do que em diversas outras épocas. Não estou falando de religião, porque embora vivamos uma época de quebra total de paradigmas em todos os sentidos, tem muita, mas muita gente indo atrás das religiões, das seitas, dos templos, buscando uma tal espiritualidade quase incompreensível.

Digo incompreensível porque o momento difícil que vivemos é de total perda de valores, total distorção da moral e dos bons costumes, total desrespeito às regras, leis, ordem, etc. Não falo isso querendo julgar ninguém, mas falo baseado na forma como fui criado, nos valores que me foram ensinados pelos meus pais, irmãos, tios, etc.

Baseado nesse conjunto de valores que aprendi e incorporei na minha vida, os quais tento diariamente ensinar ao meu filho, não doutrinando-o como se faz nas seitas, mas explicando e exemplificando para ele diariamente porque acredito nessa forma de pensar, agir e viver. Conversando e explicando. Falando para ele sobre responsabilidade ao invés de culpa, falando para ele aprender a tomar decisões baseando-se no que aprendeu, no que acredita, e não no que os outros estão falando sobre esse ou aquele assunto, falando para ele procurar se informar melhor, buscar informação de mais de uma fonte, procurar saber o outro lado da história, antes de simplesmente tomar qualquer assunto por verdade absoluta.

Mesmo quando vejo as verdadeiras barbáries que são divulgadas minuto a minuto nos diversos meios de comunicação, da total falta de caráter da maioria das pessoas públicas do nosso país, da ganância generalizada, da busca incensante pelo ter ao invés de ser, da busca incensante da fama pela fama, da total falta de conteúdo, falo para ele ter , acreditar no que é BOM e CORRETO, acreditar que as pessoas, as coisas, podem ser mudadas, que ele tem que olhar para dentro de si, ao invés de olhar para os lados e para fora, para achar as respostas.

Mesmo nesse momento tão surreal que a humanidade vive, de imagens de pessoas sendo decapitadas em grupo, de inocentes sendo mortos a esmo, por essa ou aquela seita fanática, por tantas pessoas perdidas, vazias, buscando sempre algo que parece que nem elas mesmo parecem saber o que é, eu falo. É PRECISO TER FÉ!

Se olharmos para todos os momentos históricos da humanidade, veremos que já vivemos situações iguais ou piores, em diversas partes do mundo. A grande diferença é que só ficamos sabendo disso, séculos depois, em alguns casos. Hoje, ficamos sabendo no minuto seguinte. Em alguns casos, até um pouco antes de acontecer.

Sempre, em todos os momentos difíceis pelos quais a humanidade passou, a mudança, a virada, veio de grupos que continuavam acreditando ser possível, que tinham que tudo poderia ser diferente, que acreditavam serem eles mesmos, agentes da mudança. Por isso, insisto, TENHA FÉ!

no sentido de se comprometer com o que você acredita. no sentido de continuar fazendo as coisas da forma que você acredita que é correto, sem se preocupar com o que as pessoas a sua volta estão falando.

Sim, porque se preocupar com o que as pessoas à volta estão falando é um veneno. Porque por medo de se tornarem impopulares, os jovens não externam sua opinião, mas sim a dos artistas ou personalidades as quais eles seguem diariamente, como se fosse uma religião. Se preocupar com o que os outros vão pensar, se tornou um veneno para a nossa sociedade.

Vivemos uma época estranha. Nos tornamos consumidores ávidos de todas as coisas materiais imagináveis. Não, estou sendo hipócrita, também sou um consumidor voraz. Mas, o mais triste e que a maioria não esta consumindo o que gosta, o que quer, mas sim o que os outros querem que se consuma.

Muito mais do que coisas materiais, vivemos um momento de consumo máximo de conteúdo sem qualidade, sem nenhuma profundidade e na grande maioria das vezes, sem qualquer veracidade. Nesse contexto, os jovens não tem opinião própria, não sabem sequer no que acreditam. Nesse contexto, não existe , CRENÇA em algo verdadeiro, um objetivo maior, uma meta. Existe somente o próximo vídeo, o próximo post, o próximo tweet.

É muito triste olhar à volta e ver isso acontecendo a todo momento. É muito triste ver muitos jovens saudáveis, inteligentes, sendo levados por esse consumo massificante de moda, tendências, futuros, criados por toda a espécie de “profetas” modernos.

Ninguém quer mais ler um livro, um texto, analisar e fazer anotações, assistir a um documentário, etc. Isso é antiquado e “besteira”. Ninguém faz nada e ninguém tem tempo pra nada. Todos vivem cansados, apáticos, sem energia para lutar por nada.

Ate mesmo os protestos contra a atual situação do nosso pais, que deveriam ser considerados um ato cívico, de luta por direitos e deveres, virou uma briga de quem pode mais na mídia, nas redes sociais. A grande maioria vai a esse ou aquele protesto, passeata, sem sequer saber os reais motivos que os levam. Mesmo com todo esse cenário caótico, lhes digo:

TENHAM E MANTENHAM A FÉ!

Desculpas pelo texto longo e pelo desabafo.

Esse é o meu recado para iniciarmos o ano. Que tenhamos todos um ano maravilhoso e absolutamente produtivo em todos os aspectos de nossas vidas.

Abraços e até o próximo post.

Motivação, o remédio para ir adiante!

Motivação: Torne o impossível, POSSÍVEL.

 Motivação

(do Latim movere, mover) refere-se em psicologia, em etologia e em outras ciências humanas à condição do organismo que influencia a direção (orientação para um objetivo) do comportamento. Em outras palavras é o impulso interno que leva à ação. Assim a principal questão da psicologia da motivação é “porquê o indivíduo se comporta da maneira como ele o faz?”. “O estudo da motivação comporta a busca de princípios (gerais) que nos auxiliem a compreender, por que seres humanos e animais em determinadas situações específicas escolhem, iniciam e mantém determinadas ações”

Porque MOTIVAÇÃO?

Porque não temos outra alternativa. Porque pensar negativamente não ajuda a ninguém, porque ficar reclamando do mundo, da vida, das pessoas à volta, do trânsito, não muda em nada a situação.

A única chance de mudar a situação é olhando pra frente, de maneira positiva, arregaçando as mangas e agindo.

Isso não significa que é pra ficar alienado, achando que o mundo é a colina dos Teletubies. Não é nada disso. Ouço muitas pessoas falando em ser “realistas”.

O que é ser “REALISTA”?

Ser realista é acreditar que você e somente você pode mudar o curso da sua vida ou atribuir essa responsabilidade aos seus familiares, professores, colegas de escola, colegas de trabalho, chefes, políticos, etc?

Você acredita que moisés dividiu o mar vermelho para que todo um povo atravessasse e não acredita que você pode mudar o seu destino?

Isso é ser “REALISTA”?

Não acredito que ficar o tempo todo prestando atenção e comentando da desgraça alheia, dos desmandos dos políticos e empresários, atribuindo o esforço dos outros à pura sorte, achando que quem estuda, se esforça para aprender algo novo, esta perdendo seu tempo porque não vale a pena, possa ajudá-lo de alguma forma a mudar qualquer coisa na sua vida.

Isso não quer dizer que você não deva prestar atenção e ficar ligado no que acontece no mercado, com a economia, politica, etc., você só não deve deixar isso conduzir a sua vida.

Por exemplo, sei que a inflação está alta e vai subir mais ainda, sei que o desemprego está alto e vai aumentar mais ainda, sei que os juros básicos da economia estão altos e vão aumentar mais ainda, mas não posso deixar isso conduzir minha vida. Não posso de forma alguma deixar isso ocupar minha mente a maior parte do dia, deixando uma nuvem negra sobre a minha cabeça e me impedindo de ver as coisas possíveis de serem realizadas, não posso deixar isso me impedir de ver as possibilidades aos invés das limitações. Posso e devo estar a par dessas interpéries para poder direcionar minhas ações de maneira positiva e ser mais efetivo em tudo o que faço, para poder direcionar meus esforços de maneira correta. Embora Eu saiba de tudo isso e do que está acontecendo à minha volta, não tenho qualquer influência sobre isso, ou seja:

– Não consigo mudar a inflação;

– Não consigo mudar a taxa SELIC;

– Não consigo mudar os políticos corruptos;

– Não consigo reduzir as taxas de desemprego;

Saber de tudo isso e acompanhar o desfecho me ajuda no máximo a decidir melhor como votar nas próximas eleições, no máximo.

O que consigo mudar com certeza e como me preparo para os desafios do mercado de trabalho, como melhoro e desenvolvo novas habilidades todos os dias, como fazer mais e melhor o meu trabalho, como administrar melhor o dinheiro que estou ganhando, perante os fatos listados acima, como garantir que numa competição por uma vaga no mercado estarei em condições de disputar com gente melhor preparada, com profissionais que se esforçam para se diferenciar. Consigo manter minha mente e corpo preparados para lutar pelo que quero e pelo que preciso. Essa é a minha zona de influência, onde ponho o meu foco, física e mentalmente. O que faço é colocar foco e esforço para transformar isso em motivação, para fazer mais e melhor.

Essas são as minhas estratégias para encarar o momento de crise pelo qual o mercado passa, independente da crise ser política ou financeira. Cada um tem que achar seu jeito, desenvolver suas próprias estratégias, sua forma de olhar o mundo e de lutar contra as adversidades. Não estou dizendo que é fácil. Não é. Até porque estamos habituados, porque aprendemos desde cedo que praticamente tudo que acontece conosco é consequência das ações de outras pessoas, de Deus, dos políticos, da economia mundial, etc.

Aprendemos isso e é difícil deixar de lado esse estado mental e se esforçar, genuinamente, para se tornar uma pessoa melhor, um profissional melhor.

Preste sempre atenção a sua volta e verá que em todos os campos profissionais tem um monte de gente à sua volta reclamando da vida e outros na mesma profissão, no mesmo nicho de mercado, prosperando, indo em frente. Você verá pedreiros, marceneiros, pintores, advogados, contadores, reclamando que estão sem trabalho e outros felizes falando que tem mais trabalho do que conseguem executar. Olhe a sua volta e certamente você verá isso, continuamente. Pergunte-se porque e como isso acontece. Pergunte a esses profissionais, empresários, quais são as estratégias deles, como eles conseguem fazer dar certo enquanto tanta gente em volta não consegue. Crie sua própria estratégia.

Eu tenho várias formas de buscar motivação, seja assistindo videos ou lendo histórias de superação, histórias motivadoras, discursos famosos de grandes líderes, estudando técnicas de como manter o foco mental no que quero realizar ao invés do que não quero, enfim, como diz o ditado popular, “dou meus pulos”, para me manter acreditando e fazendo as coisas de maneira positiva, assertiva.

Sempre que me sinto cansado, querendo desistir, lembro de uma frase proferida por Jonh F. Kennedy, quando lançou o desafio para que os EUA enviassem uma nave/foguete tripulado à lua em uma década:

Faremos isso não porque é fácil, mas porque é difícil!

Dentre outras coisas, isso me ajuda a respirar fundo e olhar pra frente, sempre pra frente, buscando fazer o melhor, dar o melhor de mim.

Encontre sua própria forma de motivação, de pensar positivo, de olhar pra frente e fazer as coisas acontecerem.

Um abraço e até o próximo post

Em tempos de crise, Resiliência.

Para tempos de crise: Resiliência!

Física – Resiliência ou resiliência é um conceito oriundo da física, que se refere à propriedade de que são dotados alguns sub-materiais, de acumular energia, quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Após a tensão cessar poderá ou não haver uma deformação residual causada pela histerese do material – como um elástico ou uma vara de salto em altura, que verga-se até um certo limite sem se quebrar e depois retorna à forma original dissipando a energia acumulada e lançando o atleta para o alto.

Psicologia – A resiliência é um aspecto psicológico, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse etc. – sem entrar em surto psicológico.

Resiliência

É um termo que o mundo corporativo, ou seja, os gurus de negócios, pegaram emprestado da física e da psicologia para definir aqueles profissionais que tem a capacidade de suportar alta pressão, de suportar adversidades no ambiente corporativo e no mercado, sem entrar em parafuso (se abalar física e/ou emocionalmente) e melhor ainda, sem colocar o time ou as equipes que trabalham juntos, em parafuso. Descrevendo assim, parece ser algo plausível para alguns poucos seres humanos, os iluminados. Certo?

Existem diversos artigos muito bem escritos na Internet sobre o tema, abordando-o do ponto de vista psicológico, da Física, Biologia, Administração e assim por diante. Não pretendo aqui de maneira alguma, competir com esses textos escritos, a maioria deles por profissionais especializados, com formação específica, etc. Estou trazendo o tema a tona em função do ambiente em que vivemos atualmente, que parece uma permanente panela de pressão em ebulição, sempre prestes a explodir.

Durante períodos de crise, é comum surgirem os “tiranos” nos escritórios. Aqueles profissionais que, seja cumprindo ordens, seja por perfil, gostam de infernizar a vida dos outros no ambiente de trabalho. Seja cobrando de maneira desmedida, seja falando com ironia, seja sendo sarcástico, seja falando de maneira inadequada, esses profissionais costumam tornar a vida dos outros, um verdadeiro inferno. Alguns profissionais, tem a capacidade de absorver essas demandas, protegendo o time e procurando não se deixar abalar ou ser afetado por isso.

Os profissionais que tem a capacidade, de suportar esse tipo de adversidade, seja durante os períodos de crise, seja no dia a dia, geralmente trabalham muito bem, diversas outras características de liderança, tais como:

Paciência, tolerância, compreensão, perdão, fé e por fim, sabedoria.

Para atingir esse nível de maturidade, muito mais do que experiência, requer muito autoconhecimento, estudo, um aprendizado constante com os próprios erros e uma observação constante do que acontece a sua volta. Requer altos níveis de flexibilidade e adaptação ao ambiente em que se trabalha e porque não, se vive. A maioria das pessoas não consegue conviver muito bem com isso, e aí, os níveis de stress vão para a estratosfera, causando sérios problemas de saúde, relacionamentos e frustração.

Mas, em momentos de crise como o que estamos vivendo, faz-se necessário mais e mais, o desenvolvimento e a prática dessa habilidade/característica. Em momentos como esse é que vemos “aflorar” a tirania no ambiente de trabalho e o clima de terror geralmente se instaura. Vê-se pelos corredores das empresas, pessoas tensas, com a sensação constante de que vão ser demitidas, olhando as notícias ruins na mídia e apavoradas por essa sensação de medo/stress constante. É exatamente nesse tipo de cenário que se sobressaem as pessoas que tem autocontrole e autoconhecimento, que conseguem fazer uma análise menos alarmante da situação, que conseguem manter o otimismo olhando a situação como um todo, buscando as oportunidades que ela traz, e sempre traz, ao invés de olhar para as limitações.

O desenvolvimento de características como a resiliência, conforme citado acima, requer também o conhecimento/pratica de diversas outras habilidades. Mas, obviamente, devemos começar por uma. Pode ser aquela com a qual mais nos identificamos. Minha sugestão: Comece praticando a GRATIDÃO, diariamente.

Agradecer diariamente pelo que somos, temos, pela família, trabalho, vida, etc., começa a ficar mais fácil perdoar. Muitas vezes o exercício do PERDÃO é para nós mesmos, porque estamos habituados a nos culpar, porque foi assim que aprendemos, foi assim que fomos criados.

Quando aprendemos a perdoar, tanto a nós quanto aos outros, começamos a falar de responsabilidade ao invés de culpa e, acredite, a diferença é brutal. Quando se começa a praticar gratidão e perdão, sentimentos que parecem triviais e tão simples, mas não são, começamos a criara uma “camada”, uma “segunda pele” de proteção contra o negativismo, contra o pessimismo e consequentemente, contra a tirania. Com essas práticas, fica mais fácil ser flexível, envergar com a pressão e depois voltar ao estado natural e não se deixar levar e nem vencer pelas interpéries.

Vejo pessoas criticando a psicologia positiva, mas a meu ver ela é infinitamente melhor do que a psicologia do negativismo, que vê tudo com pessimismo, que traz desmotivação, e essas, definitivamente, não são características que vão ajudar ninguém a se tornar resiliente. Lembre-se que os jornais vivem de lhe “vender” notícias e não para lhe trazer informações. Cada telejornal dá a notícia do jeito que lhe convém, da forma que chame mais a atenção, como entretenimento. Claro, que existem jornais, programas de TV e revistas sérios, mas são raros e até por essa razão, não são os mais populares.

A resiliência quando desenvolvida, é aplicada na verdade em todas as áreas da vida, pois te dá a consciência, a compreensão e a flexibilidade necessárias para lidar com situações cotidianas e não só com situações do trabalho.

Faça regularmente uma autoanalise, pratique o autoconhecimento, procure sempre melhorar seus conhecimentos e habilidades. Isso te dará auto-confiança, melhora a auto-estima e te deixa menos vulnerável aos tiranos.

Segundo Darwin, quem vence não é o mais forte, nem o mais inteligente, mas sim o que melhor se adapta. Acredito que essa descrição se encaixa muito bem no contexto descrito acima.

Abraços e até o próximo post.

Como aprender rápido?

Tornar-se um expert ou aprender rápido?

Tornar-se um expert ou aprender rápido?

Tenho buscado a muitos anos, incessantemente, aprender coisas novas sempre, buscar aprimorar algum conhecimento que já adquiri, desenvolver novas habilidades e assim por diante. Tornei isso parte essencial do meu cotidiano e comecei isso a vários anos atrás, como uma forma de manter minha “empregabildade”. Depois de um tempo, comecei a pesquisar formar de aprender rápido, nova habilidades.

Quando eu trabalhava com Delivery de software/soluções, embora quase nunca tivesse que utilizar/fazer apresentações, comecei a estudar a fundo técnicas de apresentação, como fazer, como “harmonizar” cores, imagens, fontes e como dar ênfase a um conteúdo especifico, além de estudar qual a melhor forma de apresentar. Comprei livros, acessei vasto material online, assisti a videos de especialistas, enfim. Quando achei que já sabia razoavelmente bem fazer apresentações, mantive o hábito de semanalmente pelo menos, praticar. Fazer uma apresentação sobre qualquer assunto. Depois, comecei a estudar como preparar planilhas de maneira inteligente e visualmente fáceis de entender. São duas ferramentas que são utilizadas na maior parte do tempo, todos os dias em empresas do mundo inteiro. Isso só para citar alguns exemplos.

Depois de praticar durante bastante tempo, percebi que comecei a aprender rápido novas funcionalidades nas ferramentas utilizadas, em função da familiaridade adquirida com os menus, telas, etc.

Com a prática, tudo fica mais e mais fácil!

O desafio de aprender coisas novas, desenvolver novas habilidades é cada vez mais constante nos dias atuais. Se exige cada vez mais dos profissionais e os desafios do dia a dia são cada vez maiores. No entanto, atualmente temos acesso a mais informação do que nunca. Qualquer coisa que você queira aprender, literalmente qualquer coisa, você encontrará livros, vídeos, vídeo aulas, artigos na Internet, etc. O Problema continua sendo o mesmo de todos os tempos: TEMPO!

Sempre que falamos para qualquer um sobre aprender algo novo ou desenvolver uma nova habilidade, quase sempre ouvimos a mesma coisa:

Não tenho tempo!

Quem não gostaria de aprender como no filme Matrix, onde eles plugam um conector na cabeça do personagem Neo, inserem um disco com o conhecimento que querem transmitir e segundos depois, voilá!

Ele já sabe tudo. Lembro muito bem da famosa cena em que logo após a primeira “carga” de conhecimento ele abre os olhos e fala “I KNOW KUNG FU!”

Fantástico, não é mesmo?

Mas infelizmente, ainda não atingimos esse nível.

Segundo a teoria de K. Anders Ericsson, cientista comportamental que estudou durante anos pessoas de altissima performance, qualquer ser humano pode se tornar um EXPERT em qualquer assunto, desde que invista pelo menos 10.000 horas no desenvolvimento dessa nova habilidade. Após isso, você atingirá o nirvana. Será uma estrela em sua área. Parece mais impossivel ainda para nós, reles mortais, certo?

A teoria de Ericsson foi popularizada no livro Outliers, de Malcom Gladwell. Já existe um estudo feito por vários cientistas, contestando a teoria, mas de fato, a mesma é quem ganhou notoriedade e ainda é bastante divulgada.

Mas, na verdade, precisamos aprender uma série de coisas novas e desenvolver novas habilidades, seja para diversão, seja para o trabalho. Podemos querer aprender a surfar e não necessariamente nos tornarmos um Kelly Slater ou um Gabriel Medina, certo?

Esses são experts, campeões mundiais. Precisamos aprender rápido, para termos conhecimentos básicos ou no máximo razoáveis sobre o assunto e não necessariamente nos tornarmos experts, correto?

De acordo com Josh Kaufmman, como ele próprio se denomina, “Geek” e autor de sucesso da literatura de negócios americana, é possivel aprender/desenvolver qualquer habilidade em, pasme, apenas 20 horas. É isso mesmo, 20 horas. O Próprio Josh prova a teoria, aplicando-a em várias áreas de sua vida. No seu livro “The first 20 hours”(Não traduzido para o Português ainda), Josh explica quais as ferramentas e estratégias necessárias para aprender em um bom nivel, qualquer coisa, em 20 horas. Seja uma nova lingua, seja desenvolver programas de computador, tocar um instrumento musical ou surfar. Dedicando cerca de 40 minutos por dia, com o foco e as ferramentas corretas e dedicando mais cerca de 40 minutos de prática daquilo que estudou, Josh garante que em cerca de 1 mês você terá adquirido a nova habilidade ou conhecimento.

Vale a pena ler o livro.

Estou testando a teoria, quando finalizar minhas 20 horas, publico aqui o resultado.

Abraços e até o próximo post.

Pensar Grande

Pensar grande. O esforço é o mesmo!

Pensar grande exige o mesmo nível de esforço que pensar pequeno!

Segundo o empresário e mega investidor Donald Trump, se você tem que pensar de qualquer jeito, Pense Grande. O esforço é o mesmo. Ou seja, pensar grande, exige o mesmo nível de esforço que pensar pequeno!

Sonhar alto, não quer dizer ser megalomaníaco. Não é isso.

Significa que você tem que pensar além do minimo, do que você pensa ser possível agora com o que você tem em mãos. Na grande maioria das vezes, as pessoas se limitam em função de visão limitada, curta, de pensar apenas no momento, do que se tem em mãos, sem olhar as possibilidades.

Aprenda a pensar grande!

Lembro de um episódio em que um dos maiores varejistas do Brasil ia abrir novas lojas e pediu um projeto para um escritório de arquitetura e falou de limitações de budget. Quando os arquitetos trouxeram o projeto, ouviram diversos impropérios. Voltaram para a prancheta e trouxeram um novo projeto e ouviram: “Agora sim. Vamos ver como esse projeto se encaixa no meu orçamento.”

Basicamente, os arquitetos nivelaram por baixo e fizeram um projeto “Chinfrim”, pobre, por assim dizer. No segundo projeto eles olharam as possibilidades e não as limitações. É disso que estou falando, olhar as possibilidades ao invés das limitações.

Isso, qualquer um pode e deve fazer. Pensar grande e sonhar alto são coisas que ao meu ver, deveriam ser ensinadas nas escolas de ensino básico. Infelizmente, acontece exatamente o contrário. Quando um aluno da escola pública pensa alto ou fala de seus sonhos, o primeiro trabalho que o professor faz é desencorajá-lo, dizendo que isso não é para ele, que é impossível, que precisa de recursos, de dinheiro, de ajuda, de influência, etc. A lista das coisas que tornam a realização daquilo impossível é gigante.

As pessoas geralmente se limitam por tudo ao redor. Pelas condições meteorológicas, pela idade, por falta de dinheiro, por falta de transporte, por ser feio, por ser bonito, enfim, por uma infinidade de motivos irrelevantes. Quando falo as pessoas, para não ficar muito genérico, falo de pessoas que vejo diariamente no meu ambiente de trabalho, no bairro onde moro, no meu circulo de amizades, etc.

O que todo mundo quer de verdade é ganhar na mega sena acumulada e se possível sem nem ter que jogar.

O que todo mundo quer de verdade é se tornar uma celebridade da noite para o dia sem ter que fazer nenhum esforço.

O que todo mundo quer de verdade é ter no currículo um curso no exterior, em universidade americana de ponta, sem ter que fazer esforço pra isso.

Isso não é sonhar alto. Isso é querer se dar bem sem esforço.

Tenho visto cada vez mais, os jovens, garotos mesmo, se interessando por empreendedorismo, por startups, por se desenvolver e desenvolver negócios. Isso é absolutamente fantástico. Tenho aprendido muito com esses novos empreendedores. Muito mesmo.

No entanto, infelizmente a parcela da população jovem ou não, que vive vegetando, literalmente, é infinitamente maior. Aquela parcela que vive em função dos noticiários, do pessimismo, que acredita que o mundo vai ruir a qualquer momento, que os EUA vão invadir o Pais e viraremos colônia (Como se já não fossemos…), que acredita que a realidade é a novela das 8, os reality shows, etc.

Essa parcela da população, deveria se conscientizar sim, de outra forma, buscando melhorar seu conhecimento, suas habilidades, sua maneira de ver pelo menos o “seu” mundo. Um olhar de otimismo para o mundo a sua volta, um olhar construtivo, de possibilidades, o olhar necessário para se construir ou reconstruir qualquer coisa.

É verdade que o momento é de descrença. Descrença nas instituições, sejam elas politicas, esportivas, religiosas ou de cunho social. As instituições ao nosso redor estão todas impregnadas de corrupção, de falta de integridade moral, de falta de dignidade, enfim, falta de tudo aquilo que é bom e caro à humanidade.

Mas há que ainda se acreditar no ser humano e na sua capacidade de superação, de recuperação, de construção. Há que se buscar novos heróis que não os de quadrinhos ou os de outras culturas/países. Devemos olhar as histórias de cidadãos que a despeito de tudo de ruim a sua volta, a despeito do fato de aos olhos dos outros estarem abaixo da linha da pobreza, da ignorância as vezes, buscaram soluções, saídas para melhorar suas vidas e as vidas dos seus.

Para refletir, vou tomar a liberdade de citar pelo menos 4 matérias que ilustram os exemplos acima, de personagens que devemos certamente adotar como heróis, como exemplos.

http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/educacao/cearense-e-aprovada-para-mestrado-em-5-universidades-da-europa/

http://raimundomoura.blogspot.com/2014/05/exemplo-agricultor-de-pentecoste-sai-da.html

http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Visao/noticia/2015/04/como-janguie-diniz-passou-de-engraxate-dono-do-maior-grupo-de-educacao-do-nordeste.html

http://vestibular.uol.com.br/noticias/redacao/2014/02/27/jovem-da-periferia-de-sp-abandona-duas-graduacoes-para-tentar-medicina.htmhttp://www.estudarfora.org.br/estudante-baiana-e-disputada-por-9-universidades-dos-eua/

Pense Grande, Sonhe Alto. o Esforço é o mesmo.

Abraços e até o próximo post.

Pensamento Disruptivo

Business Vision

disruptivo
dis.rup.ti.vo
adj (lat disruptu+ivo) 1 Que causa ou tende a causar disrupção; que rompe.

Tenho pensado cada vez mais nos avanços tecnológicos que vemos ou ouvimos falar todos os dias. Tecnologias disruptivas, inovadoras. Mas também, tenho pensado se veremos mais tantas teconologias disruptivas ou se veremos cada vez mais o uso disruptivo das tecnologias já existentes.

Costumo citar como exemplo o Microsoft Office, pacote de ferramentas de produtividade para escritórios que estão instaladas e em uso em mais de 80% dos computadores no mundo e me arrisco a dizer que a maioria dos usuários não utiliza nem 10% dos recursos disponíveis nessas ferramentas. Outro bom exemplo são os smartphones que todo mundo quer e na maioria dos casos é absolutamente subutilizado.

Hoje temos à disposição, uma verdadeira miríade de aplicativos para os mais diversos usos, mas ainda assim acredito que em breve teremos uma utilização ainda mais efetiva desses aplicativos. Porque a meu modo de ver, são poucas as pessoas que tentam maximizar o uso dos recursos disponíveis nos dispositivos. Nos mais diversos. Da TV ao Smartphone.

Já temos gente utilizado o smartphone para fazer reportagens, para gravar entrevistas, para gravar e editar vídeos e fotos e em muitos casos o smartphone e/ou o Tablet são as únicas ferramentas de trabalho. Mas imagine se a grande massa, a maioria das pessoas conseguisse enxergar nesses equipamentos uma ferramenta para realmente ajudá-los no dia a dia. Utiliza-se muito para escrever textos curtos nas redes sociais ou nas ferramentas de Chat, como o WhatsApp. Vejo por exemplo alunos escrevendo um monte de texto, observações com caneta e papel pra depois passar a “limpo” o texto. E não estou falando somente de alunos do ensino fudamental e do colegial não.  Esses, acredito que até fazem mais uso dos recursos eletrônicos disponíveis. Só não usam mais pela absoluta falta de capacidade dos professores de procurar incentivar e até mesmo de adequar o conteúdo da aula para permitir maior uso dessas tecnologias, para engajar mais os alunos e fazer com que eles tenham mais interesse pelo conteúdo.

Vejo alunoas de curso superior gravando horas e horas de observações e transcrevendo esse material depois. Hoje já temos aplicativos e recursos disponíveis, de texto para voz e vice-versa. Com uma precisão bem razoável. Isso aumentaria bastante a produtividade. Isso a meu ver é uso “disruptivo” das tecnologias existentes.

Fico imaginando como seria a utilização de Apps para uma espécie de “cross-marketing”. Imagine um App de jogos de carros fazendo propaganda de maneira não agressiva ou mesmo invasiva de um fabricante de veículos. Não promoção, mas informação institucional, relevante, interessante que chame a atenção do usuário de forma que ele se interesse e vá ao site do fabricante. Outro exemplo de cross-marketing seria por exemplo a utilização da barra de ferramentas ou dos painéis laterais do Microsoft Outlook para veicular propaganda institucional. Mas não quero dizer simplesmente passar qualquer tipo de propaganda, mas sim a propaganda contextual e direcionada. Tento explicar. Essas ferramentas de produtividade nos escritórios são utilizadas por vezes por períodos ininterruptos de 8, 9 horas. Que tal fazer pequenas inserções de 5 segundos, com mensagens subliminares, para os usuários de uma indústria de eletrônicos sobre viagens, lugares exóticos, praias, etc. Ou sobre uma marca de roupas especificas, tudo contextual.

Por contextual digo que o usuário de Excel que utiliza a ferramenta por longos períodos, poderia receber informações financeiras ou ainda sobre cursos de especialização em finanças, diretamente na ferramenta, sem ter que necessariamente ter que abrir um browser e navegar pela Internet para ver banners de promoções e afins.

Provavelmente, o cruzamento de informações de diversas fontes utlizando o Big Data, e com mudanças na legislação, obviamente, teremos alguns desses cenários sendo explorados, como no filme Minority Report que mosta o Tom Cruise caminhando pelas ruas ou pelo shopping e tendo a sua iris lida em tempo real e recebendo ofertas que condizem com seu comportamento de consumo.

Imagino não mais do mesmo, utilizar isso para ficar enchendo o saco do usuário enviando promoções, ofertas e piscando na tela mensagens do tipo “Compre Agora!!”. Imagino conteúdo que traga informação, que chame a atgenção do interlocutor e não que encha o saco dele e o deixe com vontade de formatar o micro ou dispositivos à sua frente.

Pode até ser que já existam empresas fazendo isso e que eu esteja sem informação, mas com certeza, se o tiver é em pequena escala, porque senão estaríamos vendo isso com mais frequência, na mesa ao nosso lado, no celular do amigo, etc.

Um abraço e até o próximo post.

Aprender como aprender, um desafio.

Aprendendo a aprender

Aprender… e aprender, ou aprender a aprender?

Tenho refletido bastante sobre nossos processos de aprendizado. O que aprendemos, como aprendemos, como utilizamos nossas experiências cotidianas e o ambiente ao nosso redor para aprender.

Vemos técnicas, procedimentos para gerenciamento de contéudo corporativo, gerenciamento do conhecimento corporativo, etc.

Mas e sobre o “gerenciamento” do nosso conhecimento?

E sobre o gerenciamento do nosso processo de aprendizado, de reciclagem?

Geralmente o ser humano comum, é compelido a aprender coisas novas, adquirir novas habilidades, em momentos de ruptura, de dificuldades. Somente nos momentos em que se é desafiado é que se toma as ações necessárias para mudar a situação ou o contexto atual.

Quando crianças, aprendemos a maioria das coisas observando as pessoas à nossa volta, os costumes, as atitudes, os “procedimentos”, os “processos”, etc. Quando “crescemos”, literalmente “formatam” o nosso modelo de aprendizado e a partir daí, qualquer coisa que esteja fora desse formato, é considerado fora do “padrão” ou fora do normal. Na verdade, no discurso, ouvimos muito sobre “pensar for a da caixa”, mas na verdade, pensar fora da caixa, não é algo muito incentivado, nem dentro das empresas, nem nas comunidades, nem pelos pais.

Na verdade, muitas vezes “falamos” que queremos pessoas pensando “fora da caixa” mas se prestarmos atenção, estamos sempre incentivando as pessoas a pensarem muito mais fora da “caixa” delas e muito mais dentro da “caixa dos padrões” que adotamos, que aprendemos, etc.

Temos um cenário onde quem precisa de informação, não quer mais nem saber de fazer pesquisa, basta fazer uma “busca” no Google e pronto. A maioria não se preocupa nem mesmo em validar a informação, a fonte, comparar com outras fontes, etc.

Google » Search » Copy » Paste » Done!!

Do lado dos educadores, me parece que temos muitos professores, mestres, doutores pregando a mesma coisa de 30, 40 anos atrás. Não se recicla o conteúdo, não se recicla a forma, não se recicla o método. Completei minha graduação em Matemática no ano de 1994 e lembro bem de ter questionado a um dos meus professores, qual a aplicação pratica, no meu cotidiano, das derivadas ou mesmo de integral tripla. A explicação foi mais ou menos assim:

“Você pode utilizar derivada para calcular a melhor distância entre dois carros no trânsito, por exemplo!”

No que de respondi: “Professor, isso o Detran já me dá pronto e aliás, sou obrigado a utilizar, por força da lei!“.

Fui repreendido!

Isso foi a 20 anos e vejo que provavelmente, nos cursos de exatas, os alunos continuam a receber como ensinamentos, as mesmas matérias. Não estou dizendo com isso que sou dono da verdade ou que temos que simplesmente eliminar essas matérias dos cursos de exatas, mas sim, que podemos rever a forma como ensinamos com novas aplicabilidades, de forma que possamos atrair e reter o consumidor dessa informação, que é o aluno. Certamente isso não ocorre somente nos cursos de exatas.

Além de querermos impor aos estudantes, conteúdos ou materias que precisariam no minimo ser contextualizadas, ainda o fazemos sem o uso adequado da tecnologia, que se utilizada de maneira correta, pode efetivamente tornar a matéria /assunto mais atraente e engajar o aluno. Devemos lembrar que o triangulo de pascal, não foi criado para ser aplicado em provas, mas sim, para ajudar as freiras do convento onde Pascal terminou os seus dias a ecnomizar couro, material utilizado por elas para confecção de bolsas e sapatos, ou seja, para aplicação prática.

Além de contextualizar, porque não utilizar as várias ferramentas gratuitas no contexto da educação, para compartilhar conteúdo, para incentivar a criação de fóruns de discussão entre os alunos, para mostrar como utilizar as ferramentas de buscas de maneira inteligente e para buscar conteúdo relevante?

Porque não inserir na rotina dos alunos buscas no Khan Academy, Youtube Education, Fundação Lehman, utilizar ferramentas de nuvem para armazenar e compartilhar conteúdo de maneira otimizada e inteligente?

Não estou falando de redes sociais, mas de ferramentas que podem efetivamente tornar o ato de estudar mais atraente para o aluno.

Vejo que algumas escolas até incentivam a utilização desses recursos por parte do aluno, mas o que estou sugerindo aqui e inserir a utilização dessas ferramentas na rotina diária do professor, durante as aulas.

Obvio que para isso se faz necessário uma reciclagem no modelo de ensino, no treinamento e preparação dos professores, mudança de hábitos, adaptação, etc.

Acredito que talvez o primeiro passo a ser dado, é buscar gradativamente mudar pelo menos a plataforma de ensino, de analógica pra digital, sem rupturas. Dessa forma, obrigatoriamente as adaptações e mudanças de hábito ocorrerão e novas mudanças poderão ser inseridas aos poucos, sem causar danos e transtornos nem para os alunos nem para os professores.

É importante que o professor entenda que ele continuará sendo o Mestre, que o seu conhecimento, continuará sendo soberano, o que acho que tem que acontecer é simplesmente mudar a forma de passar esse conteúdo, esse conhecimento. Acredito que seria muito bom que os professores ouvissem/lessem um pouco sobre as propostas revolucionárias do empresário Ricardo Semler. Ouvir as propostas, sem pré-julgamento, sem rótulos, com objetivo de extrair delas coisas boas e que auxiliem nessa mudança que a meu ver é absolutamente necessária, para que possamos ter efetivamente um engajamento dos alunos no processo de aprendizado.

Um abraço e até o próximo post.

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