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Qual o tamanho real dos seus problemas?

Tamanho real dos problemas

E se você estiver super dimensionando os seus problemas?

Você já se perguntou, de verdade, qual o tamanho real dos seus problemas?

Será que eles são mesmo grandes ou você que está super dimensionando?
Afinal, qual o tamanho real de um problema?

As vezes pegamos pequenos acontecimentos simples do dia a dia, como um olhar, uma frase dita de uma maneira mais rude, uma palavra pronunciada de uma forma mais grosseira e já colocamos uma enorme carga de emoções negativas em cima disso.
Em função disso, ficamos magoados, tristes, afetando nosso dia e o das pessoas à nossa volta.

É comum, pegarmos um fato absolutamente simples, corriqueiro e transformarmos em PROBLEMA.

Ninguém está imune a isso!

Afinal, somos humanos e de vez em quando estamos com as “defesas” em baixa, com baixa maturidade emocional e isso nos atinge em cheio.

Ninguém está imune, mas, podemos trabalhar tanto a inteligência intelectual quanto a emocional, para que possamos lidar melhor com essas situações.

Na verdade, devemos tratar de forma que possamos escolher se isso nos afeta, como e quando.

O poder de dimensionar o tamanho real dos seus problemas, é só SEU!

Não dê esse poder aos outros!

Inverta o jogo!

Ao invés de super dimensionar o problema, dê essa dimensão ao poder que você tem!
Não é fácil, mas acredite, é possível e absolutamente compensador.

Só para ilustrar, toda vez que me surge um problema, gosto de recorrer a 2 frases que são atribuídas a um pastor americano:

1 – Se você tem algum problema que o homem ou o dinheiro podem resolver, você não tem nenhum problema.
2 – Se o seu problema não tem solução, então não é um problema. Você não precisa se preocupar.

Problema, presume-se, algo a ser resolvido.

Especialistas em neurolinguística falam que algo só se torna realmente um problema, dependendo da importância que você dá para aquilo.

As vezes, tenho a sensação de que algumas pessoas, literalmente se “apegam” aos seus problemas, como se tivessem um “casso de amor” com eles

Além de não resolver, sempre que tem oportunidade, ficam revivendo, relembrando, contando novamente para qualquer pessoa que esteja disposta a ouvir suas mazelas, numa espécie de autoflagelo, auto piedade, esperando pelos afagos e pela piedade dos outros.

Problemas existem para todos e tem que ser resolvidos, senão vão consumindo energia, vida, vitalidade.

Desapegue, resolva. Termine de uma vez por todas seu caso de amor por eles.

Preste bastante atenção no tamanho e na importância que você tem atribuído à esses pequenos fatos, pequenas coisas cotidianas, e veja se você não está efetivamente tornando-os, problemas.

É importante desenvolver a inteligência emocional e a maturidade necessárias para que você possa escolher o que pode lhe afetar, quando e como.

Não dê esse poder aos outros. Esse poder é seu!

Se você tem realmente um problema e acha que o fardo está grande, pesado demais, utilize uma técnica muito utilizada na gestão de projetos:

Divida ele em problemas menores, mais fáceis de resolver e vá trabalhando em cada um dos pontos separadamente até finalizar.

Dessa forma, você vai alcançando pequenas vitórias, se fortalecendo emocionalmente, verá o seu problema diminuir de tamanho/importância e quando menos esperar, ele está resolvido.

Então, na sequência, minhas dicas para você são:

1 – Não dê aos outros o poder de atingi-lo, afetá-lo emocionalmente. Desenvolva inteligência/maturidade emocional para escolher o que pode te afetar.

2 – Termine de uma vez o caso de amor com seus problemas. Resolva-os!

3 – Se seu problema realmente existe e é grande, fatie-o em problemas menores que ficará mais fácil de ter uma visão do todo e resolver, ok?

Dá um pouquinho de trabalho, leva tempo, mas posso te garantir que vai valer a pena.

Com isso, você terá uma vida mais feliz e saudável.

Um abraço e até o próximo post.

Responsabilidade ou culpa: como você lida com suas falhas?

Culpa ou Responsabilidade?

Culpa ou responsabilidade: Como você encara suas falhas?

Quero falar sobre 2 sentimentos que acessamos quase que diariamente em diversas situações cotidianas e em diversas áreas da nossa vida profissional, familiar, pessoal, etc.

Esse texto é sobre CULPA, RESPONSABILIDADE, que tipo de influência esses sentimentos têm na nossa energia, entusiasmo e autoestima e ainda, o que a forma como nos comunicamos tem a ver com eles.

Se estudarmos um pouco sobre a história da humanidade veremos que o ser humano aprendeu desde muito cedo a “terceirizar” suas responsabilidades, sonhos, desejos, etc., para seus Deuses, deidades, etc.

Num país como o nosso em que a população é majoritariamente cristã, o mais comum é transferirmos nossos desejos, nossos sonhos e responsabilidades para Deus.

Outro dia me enviaram um vídeo por WhatsApp, de uma menina de 7 ou 8 anos, colocando a culpa em Deus, por ela não lembrar nada da matéria que ela havia estudado 2 dias antes.

É comum de vez em quando nos pegarmos falando frases como as listadas abaixo e por muitas vezes, pessoas à nossa volta, fazendo o mesmo.

“Se Deus quiser vou ganhar na mega-sena e ficar rico!”

“Se Deus quiser, vou passar de ano!”

“Se Deus quiser, esse ano, troco de carro!”

“Se Deus quiser, esse ano, quito a minha casa!”

Acredito que todos nós, pelo menos uma vez na vida já pronunciamos alguma das frases acima.

Para alguns, elas são apenas “força de expressão“, mas para a maioria, elas se tornaram um modo de vida. É fácil perceber quando é transferência e quando não é. Basta verificar que quando o resultado não vem, normalmente se ouve algo do tipo:

“Não aconteceu porque Deus não quis!”

“Deus não permitiu que acontecesse dessa forma. Quem sabe da próxima vez!”

Além de transferir nossos sonhos e desejos para Deus, também cultivamos, muitas vezes o péssimo hábito de atribuir CULPA a terceiros, pelas nossas falhas.

Certamente, e digo isso sem quase nenhuma sombra de dúvidas, você já viu alguém conhecido falando alguma das frases abaixo mais de uma vez e provavelmente você também já fez uso de alguma delas:

demissão: “A culpa foi do meu chefe, que não gostava de mim, não entendia meu trabalho!”

estudo: “A culpa foi do professor de matemática…ele não explicava direito a matéria…”

Infração: “Foi o filho da mãe do guarda de trânsito que me multou…nunca tinha ninguém lá…como é que eu ia saber?”

“A culpa é do governo, do mercado financeiro, da alta do dólar, do desemprego, da crise…etc…etc…etc…”

Se identificou com alguma situação acima?

Se você fizer um exame de consciência, certamente vai identificar mais de uma  situação em que você fez uso desses recursos, tanto o de terceirizar sonhos e responsabilidades, quanto o de culpar terceiros pelas suas falhas.

Minha intenção com o texto, não é ser didático nem técnico, até mesmo porque não tenho formação nessa área, mas sim, mostrar como pequenas coisas e a importância que damos a elas, podem influenciar no nosso estado de espirito, motivação, energia e entusiasmo.

Vamos começar identificando as principais diferenças entre CULPA e RESPONSABILIDADE.

A palavra CULPA, na sua própria pronuncia, remete a acusação, castigo, quase que um crime.
Remete a passividade ou impossibilidade de tomar ação, de resolver a situação. Quando nos atribuímos CULPA, além de sofrermos com isso, por ser um sentimento carregado de muita emoção negativa, é como se estivéssemos nos declarando vítimas da situação, por nos acharmos incapazes de tomar qualquer ação para reverter a situação ou resultado atual, não acreditamos e não confiamos em nos mesmos e por isso, assumimos essa posição. Não há mais o que fazer. Vamos conviver com isso. Tenha dó de mim.

Quando assumimos a responsabilidade por algo, a situação é bem diferente.

RESPONSABILIDADE remete a empoderamento, confiança, ação, futuro. Quando você assume a responsabilidade por algo, é como se batesse no peito e falasse: Isso é minha responsabilidade!

É como se estivesse falando: ocorreu um problema, nessa situação, nessas circunstâncias, mas confie em mim que tenho a capacidade para resolver, para reverter a situação!

Quando atribuímos CULPA a um terceiro, geralmente estamos com expressão fechada, apontando o dedo, claramente configurando uma acusação. A CULPA disso é SUA!

Quando atribuímos RESPONSABILIDADE, ao invés de apontarmos o dedo acusando, geralmente damos um tapa no ombro ou simplesmente falamos: Isso é sua RESPONSABILIDADE!

É como se estivéssemos falando: Ok, seu que houveram problemas aqui, nessas circunstâncias, mas eu confio que você tem a capacidade para resolver a situação, para reverter o quadro.

Essas são as diferenças básicas entre CULPA e RESPONSABILIDADE.

O Primeiro remete a passividade, passado, incapacidade de resolver e o outro remete a empoderamento, confiança, atividade, ação, solução, futuro.

E o que nossa forma de se comunicar tem a ver com isso?

Muito!

Está diretamente ligado à forma como estamos comunicando o problema pra nós ou para outros.

Qual a carga de emoção que estamos colocando nessa comunicação, nossa expressão facial, corporal, respiração, etc.

Especialistas dizem que somente 15% da nossa comunicação é verbal. Os outros 85% são a percepção do que nossa expressão corporal, facial, nossos gestos, respiração, olhar, tom e timbre de voz, estão realmente falando.

Por isso, as vezes temos a impressão de estarmos falando com alguem e pessoa aparentemente não estar nos ouvindo, entendendo o que estamos falando.

Isso pode ser verdade!

Pode ser que o que você está verbalizando não condiz com o que o seu corpo, sua respiração, seu olhar, estão transmitindo.

Preste um pouco mais de atenção na sua forma de comunicação e você irá perceber isso. Isso faz parte do exercício do autoconhecimento, da busca pela evolução, melhoria.

Se você cometeu alguma falha e está se sentindo culpado, substitua imediatamente isso por RESPONSABILIDADE!

CULPA é um sentimento ruim, que remete a acusação, mágoa, rancor. Enquanto que responsabilidade, remete à possibilidade, ação, empoderamento, força.

Torne-se responsável pelos seus atos, atitudes, pela sua vida e você verá todo um mundo novo de possibilidades surgir à sua frente. Porque quando você fizer isso, você terá mudado sua forma de sentir, de pensar e consequentemente, sua forma de agir.

Um abraço e até o próximo post.

Foco, disciplina e a diferença entre sonho, objetivo e meta

Foco, disciplina e a diferença entre sonho, objetivo e meta.

Ter um objetivo e foco, é fundamental para sua energia e entusiasmo

Existem 3 pontos básicos, que considero fundamentais para que possamos atingir resultados, cumprir metas e realizar sonhos em quaisquer áreas de nossas vidas. Seja com a família, no ambiente de trabalho, na vida pessoal, etc., eles são:

– Ter um OBJETIVO definido

FOCO

DISCIPLINA de execução

Primeiro, vamos falar um pouco sobre as diferenças entre SONHO, OBJETIVO e META.

Vou partir da premissa que todos nós, devemos ter objetivos a alcançar na vida, sonhos a serem realizados, etc., por que sem isso, perdemos o sentido da vida, o entusiasmo, a força para realizarmos coisas, vivemos como robôs, zumbis, numa rotina maçante que nos tira toda a energia. Sem isso, não temos motivos para agir, para dar o próximo passo, sair do lugar.

No filme “Alice no País das maravilhas”, em certo momento acontece o seguinte diálogo:

Alice: Para que lado fica a saída?

Gato: Depende. Para onde você quer ir?

Alice: Não sei. Estou perdida.

Gato: Então tanto faz, qualquer caminho serve.

Isso ilustra bem o que descrevi acima Se não temos objetivos, metas, sonhos a serem realizados, tanto faz para onde vamos, o que fazemos, etc.

Tudo fica sem motivo, sem razão.

Partindo da premissa de que todos devemos sonhar, vamos falar um pouco sobre o que é sonho. Sonho é a manifestação de um forte desejo de fazer, ter algo. Geralmente, começamos a “sonhar acordados” durante a adolescência. Alguns de nós perde a capacidade de sonhar, ao longo do tempo, em função da rotina maçante, do stress, dos problemas cotidianos e alguns outros, continuam sonhando até a velhice, ,mas infelizmente, a maioria não toma qualquer ação para realizar seus sonhos.

É comum ouvirmos coisas do tipo:

“Meu sonho é morar numa casa grande, num bairro bem legal!”

Veja, isso é a manifestação de um desejo, de morar numa casa grande e num bairro legal, mas não especifica absolutamente nada além disso. Parece algo abstrato, distante, pois não define nem o tamanho da casa, nem o que seria um bairro legal. Chamemos a isso de sonho, ou manifestação de um desejo.

Qual a diferença disso para OBJETIVO?

Quando defino um objetivo, a partir desse sonho ou desejo manifestado, seria mais ou menos assim:

“Quero morar numa casa de pelo menos 300m2, no bairro do Morumbi em São Paulo, que tenha pelo menos 4 dormitórios e 4 vagas na garagem”

Dá pra notar a diferença da definição acima e da manifestação do desejo de morar numa casa grande descrito antes?

Isso pode ser considerado um OBJETIVO.

Qual a diferença de OBJETIVO para META?

Quando se estabelece uma meta, se quantifica, temporiza, coloca-se um “alvo”, um prazo a ser atingido. Explico:

Continuando no caso da casa, vamos estabelecer a seguinte META:

No prazo máximo de 3 anos, a partir de agora, estarei morando na minha casa, com as características descritas acima, no bairro do Morumbi.

Veja que nesse caso, eu estabeleci um prazo para atingir meu objetivo e assim, realizar o meu sonho ou desejo manifestado.

O próximo passo, seria definir o como atingirei essa meta, mas ai, já esteremos falando de PLANO, que deverá ser assunto para um outro post.

Uma vez que já manifestei meu desejo, baseado nele defini um OBJETIVO e uma META a ser cumprida, chegou a hora de falarmos de FOCO.

O que é FOCO?

FOCO é o que nos permite concentrar, direcionar nossas energias, nossas forças, direcionar todos os nossos recursos disponiveis, sejam eles físicos, financeiros, intelectuais ou emocionais, para atingir nosso objetivo e consequentemente, realizar nosso sonho.

FOCO é o que nos dá energia para colocarmos de lado as distrações que nos assolam diariamente e voltar novamente nossas energias para cumprir a META estabelecida. Exemplo:

Imagine que durante a sua jornada em prol do seu objetivo, surge uma daquelas oportunidades mirabolantes, trazida por algum parente, amigo ou mesmo por algum App ou site que você acessa, falando sobre um apartamento em Santos-SP a 2 quadras da praia, por um preço muito abaixo do valor de mercado. Embora, possa parecer uma oportunidade excelente, lembre-se que sua META é atingir o OBJETIVO de morar na sua casa no Morumbi em no máximo 3 anos. Se você estiver realmente focado, determinado, você considerará essa oportunidade uma distração e a colocará de lado, voltando novamente sua atenção para o que é necessário para atingir seu OBJETIVO.

“Quem tem FOCO, faz o que tem que ser feito e não o que quer fazer!”

Ok. Agora que você já manifestou seu desejo, definiu um OBJETIVO, estabeleceu um META para atingi-lo e definiu que vai colocar todo o seu FOCO nisso, chegou a hora de falarmos sobre DISCIPLINA de execução.

É isso amigos. Sem ação, sem execução, nada acontece. E sem disciplina para executar aquilo que tem que ser feito, continuamente, consistentemente, nada acontece. É a ação que nos permite materializar qualquer coisa. Exemplo:

Você precisa definir, escrever e executar algumas ações básicas que se não o fizer, pode ser que a oportunidade bata à sua porta e você não esteja preparado para agarrá-la, tais como:

Definir em que região do bairro do Morumbi você quer morar. Numa rua ou quadra específica?

A casa pode ser germinada ou tem que ser totalmente isolada dos lados?

Você quer o sol banhando a sua sala pela manhã ou no final do dia?

A casa deve ter jardim?

Qual o valor médio de um imóvel com essas características nesse bairro?

Qual o valor máximo você está disposto a pagar para realizar seu sonho?

Vale a pena fazer financiamento?

Quais as melhores taxas de financiamento imobiliário do mercado?

Quais as imobiliárias que oferecem os melhores imóveis nessa região?

Quando você começará a visitar imóveis e com qual frequência?

 

Veja que são coisas, definições, ações aparentemente simples, mas se você não definir, escrever, executar, corre o risco de não realizar absolutamente nada.

Se você se propuser a estabelecer OBJETIVOS de curto, médio e longo prazo, estabelecer METAS agressivas para atingì-los, mantiver o FOCO e a DISCIPLINA de execução do seu plano, o sucesso é garantido.

Pode acreditar!

Um abraço e até o próximo post.

Você sabe o que significa aprender?

Você sabe o que significa aprender?

O que significa aprender?

Significa “Não prender”, deixar o velho ir embora, estar aberto ao novo…

Absorver informação, não necessariamente significa aprender.

Vejo muita gente falando de fazer cursos, MBA’s, participar de seminários, só para poder fazer constar no currículo, para ter mais títulos, mais status, enfim…

A real questão é:

Você está aprendendo alguma coisa com isso?

Realmente?

O segundo ponto é:

Se está aprendendo, o que você está aprendendo é relevante pra você, para sua carreira, para a sua vida?

Ou é somente algo que você está fazendo porque está “em alta” e porque todo mundo do mercado, quem trabalha nas empresa X, Y e Z estão fazendo?

Seja criterioso com a sua educação!

Investir em educação, não significa necessariamente fazer cursos em instituições tradicionais. Pode ser investir no seu auto-conhecimento, desenvolver uma nova habilidade, aprender a editar vídeos, gastronomia, pode ser investir em coaching, etc.

O seu cérebro é como um músculo do seu corpo e como todo e qualquer músculo, precisa de alimentação correta, precisa ser exercitado constantemente, precisa de repouso, etc.

O que não pode é o cérebro ficar parado, sem se exercitar, sem aprender nada de novo, senão, como qualquer músculo, atrofia.

Outro dia li um artigo em que a autora falava que ficou desempregada e imediatamente se ofereceu para trabalhar um periodo sem remuneração em uma empresa, só para aprender como funcionava aquele mercado…

olha que fantástico!

Adivinha o que aconteceu?

Ela recebeu uma proposta de trabalho, claro!

Isso é estar aberto para aprender!

Investir na sua educação, pode ser fazer alguma atividade voluntária, onde você possa compartilhar seu conhecimento e experiência com outras pessoas, porque quando você compartilha conhecimento, informação, seus interlocutores também compartilham com você, criando um ambiente de colaboração e aprendizado mútuo.

O processo de aprendizado é e tem que ser prazeroso. A não ser que estejamos tentando “aprender” algo que não vai ser usado, que não vemos aplicação na prática na nossa vida. Isso nos deixa entediados, chateados e obvio, sem motivação para continuar…

Invista na sua educação, abra sua mente para novas possibilidades, para o novo…

Um abraço e até o próximo post.

Você é um profissional REPOLHO ou ROSA?

Profissional Repolho ou Rosa?

REPOLHO ou ROSA?

É claro que esse post não se trata nem de comida, nem de decoração.

O REPOLHO representa o profissional apático, desiludido, parado no tempo, enquanto que a ROSA representa o profissional entusiasmado, antenado, cheio de energia positiva e aberto ao novo.

Vi essa metáfora em um vídeo de palestra e achei interessante. O Repolho nasce com as pétalas abertas e vai se fechando com o tempo.

O profissional REPOLHO é aquele que acha que já sabe tudo, está com a mente e o coração fechados para coisas novas, novos aprendizados, novos conhecimentos e via de regra, novos relacionamentos. Esse é o profissional que por vezes alardeia seus muitos anos de experiência, mas na verdade, mal sabe ele que o que tem é muitas vezes o MESMO ANO de experiência.

Ao contrário do repolho, a ROSA nasce fechada, tímida, e vai se abrindo com o tempo, até se tornar algo maravilhoso. Assim é o profissional ROSA, que chega tímido, até meio retraído, desconfiado, mas que com o tempo vai abrindo a mente, vai buscando novos conhecimentos, novas habilidades, novos relacionamentos e com isso vai criando uma camada de aprendizado, experiência, e com o tempo vai se abrindo e compartilhando aquilo que adquiriu com os colegas, familiares, com as pessoas à sua volta, contribuindo para mudar seu mundo e o mundo a sua volta.

E isso é prazeroso.

Para identificarmos se somos mais REPOLHO ou ROSA, é necessário um exercício de autoconhecimento. Isso é o começo de tudo.

É comum ouvirmos pessoas ao nosso lado falar assim:

“Eu me conheço! Sei como funciono.”

Na maioria das vezes isso é verdade nosso comportamento em certas situações a alguns dos nosso hábitos enraizados na alma, vontades, etc.

Mas é difícil encontrar alguém que faça uma avaliação sincera, profunda de si mesmo.

Para que possamos evoluir em qualquer área da nossa vida, é necessário que se dê o primeiro passo. E o primeiro passo é saber aonde estamos. Dificilmente saberemos aonde estamos realmente, sem um exercício profundo de autoconhecimento.

Uma vez identificado efetivamente em que ponto nos encontramos, devemos saber aonde queremos chegar. Isso para qualquer área da nossa vida que queiramos evoluir, mudar, enfim…

Após identificarmos em que ponto efetivamente estamos e aonde queremos chegar, é necessário que tenhamos claro o caminho a percorrer, as ferramentas necessárias, etc.

É tão simples quanto parece:

O QUE, QUANDO, ONDE e COMO queremos alcançar.

Isso é muito mais difícil, mais doloroso, para o profissional que tem um perfil mais REPOLHO, ou seja, mais fechado, que acha que já sabe tudo, que acha que tem a experiência necessária para qualquer coisa.

É menos complicado e menos doloroso para o profissional que se identifica mais com o perfil ROSA. Mais aberto para novos aprendizados, para tomar novos caminhos, para conhecer novas pessoas, para reconstruir o que quer que seja.

Um exemplo de que temos que manter sempre a mente aberta, se quisermos prosperar em qualquer área de nossas vidas, Antony Robbins, um dos palestrantes motivacionais mais requisitados e bem pagos do mundo, multimilionário, requisitado por celebridades, empresários, governantes, militares, etc.,

Tony Robbins, como é conhecido mundialmente, supostamente já sabe tudo no seu campo, porque ele foi quem levou o mercado de palestra motivacionais à estratosfera, lotando estádios, etc.

Tony Robbins, de 56 anos de idade, acabou de iniciar um projeto de PODCAST, porque ele disse que ficou maravilhado com a possiblidade de expandir sua mensagem a mais e mais pessoas e percebeu que não estava explorando corretamente todos os canais de distribuição de conteúdo.

Você acha que o Tony Robbins é profissional REPOLHO ou ROSA?

E você?

Se identifica mais com o quê?

REPOLHO ou ROSA?

Já fez sua autoanálise sincera?

Um abraço e até o próximo post.

Tempo: Como você investe ou desperdiça o seu?

Tempo: Saiba aproveitar o seu!

O que você faria se tivesse 5 horas a mais de tempo livre todos os dias?

Toda vez que vou estudar alguma coisa a respeito de como as pessoas utilizam esse bem tão precioso, que é o tempo, fico estarrecido!

Li uma pesquisa do IBGE, publicada pela revista Exame no ano passado, falando que o brasileiro passou em média, 5 horas em frente à TV, o que fazendo conta de chegada, significa cerca de 2,5 meses por ano.

2,5 meses por ano!!

Significa que se você começou a ver TV com 5 anos de idade, seguindo essa média, aos 50 anos, você terá desperdiçado 9 anos de sua vida em frente à televisão!

Ainda de acordo com a pesquisa, o que mais chama a atenção do brasileiro são novelas, minisséries, esportes, filmes e reality shows.

É absolutamente lamentável!!

Imagine que em 2014 foi pior. O Brasileiro passou 3 meses do ano em frente a TV!

Não bastasse isso, pesquisa divulgada no ano passado diz que em 2014, 70% da população brasileira não leu 1 Livro sequer. Significa que 140 Milhões de pessoas, não leu 1 livro sequer durante o ano inteiro, enquanto os indianos dedicam cerca de 10hs e 40 minutos semanais à leitura.

Mas, nesse caso vou me abster de fazer comparações com outros países, inclusive com nossos “hermanos” Sulamericanos.

É triste ver as pessoas seguindo na vida igual a zumbis, parecendo mortos-vivos, sem fazer nada para mudar. Vejo pessoas reclamando do trabalho, dos impostos, do transporte, do salário, da qualidade da educação e nesse caso específico, na maioria das vezes, sem sequer ter condições de avaliar se realmente a qualidade é baixa ou não.

Pense agora no que você faria com 5 horas livras a mais por dia e comece já!

Saia da frente da TV!

Não, não sou nenhum tipo de bitolado que fica só lendo. Também assisto TV. Embora confesso que a mais de 10 anos, não assisto jornais, noticiários, novelas, etc. Procuro escolher um pouco melhor o conteúdo que consumo desse veículo de entretenimento e que na maioria das vezes se coloca como veículo de informação. NÃO É!

A TV não informa. A programação da TV é feita para te vender e não para te informar!

Não bastasse o tempo em frente à TV e o diminuto tempo de leitura, ainda tem um percentual do tempo navegando na Web. Nesse caso, se você souber aproveitar o tempo em que está acessando a Internet, você pode sim, ter conteúdo de altíssimo valor, para absolutamente qualquer tópico que você queira aprender, conhecer melhor, etc.

Algumas dicas de como aproveitar melhor o seu tempo:

Imagine que você queira melhorar o seu conhecimento de uma área específica. Vendas por exemplo.

Se você se propuser a ler 10 páginas de 1 livro por dia, digamos que você não tenha desenvolvido o hábito da leitura e acha super chata essa atividade, talvez você leve cerca de 30, 40 minutos?

Mesmo assim. Daquelas 5 horas em frente à TV, ainda sobraram mais de 4 horas. No entanto, se você se propuser a fazer isso, além de desenvolver um hábito super importante, você terá lido 1 livro de cerca de 300 páginas por mês e consequentemente, 12 livros durante o período de 1 ano. Se você concentrar seus esforços de leitura na área de interesse, no caso vendas, terá aprendido mais do que num MBA, ao longo de 1 ano.

Pense nisso!

São apenas 10 páginas por dia!

Imagine ainda que você queira testar a teoria do Josh Kauffman e desenvolver uma nova habilidade em apenas 20 horas. Segundo a teoria, se você estudar qualquer assunto, 40 minutos por dia, durante cerca de 30 dias, você terá aprendido sobre o assunto. Mas, se além de estudar, você praticar o assunto por mais 40 minutos, todo dia, você se tornará bom no mesmo. Com tudo isso, ainda sobrou tempo, bastante tempo para ficar em frente a TV.

Você pode investir um pouco mais num curso online, que pode ser de inglês, uma pós-graduação, etc.

E ai?

Vai investir ou continuar desperdiçando o seu tempo?

Um abraço e até o próximo post.

Mudança: Seja a mudança que você quer ver!


Planejamento!

Já planejou suas mudanças para o ano de 2016?

Existe uma diferença abissal entre “DESEJAR” mudar e ter um plano para efetivar a MUDANÇA que você quer!

Ví um meme com um dos minions, os famosos bonequinhos amarelos do Filme Meu Malvado Favorito que dizia alguma coisa como:

Vou comprar um caminhão báu, porque tem tanta gente dizendo que esse é o ano da mudança, que vou ganhar bastante dinheiro!

Parece engraçado, não e mesmo?

Mas infelizmente, é engraçado e verdadeiro!

Começa pelo fato de que a maioria das pessoas atribui a mudança em sua vida, ao ano, ao momento do mundo, aos giros do universo, às forças ocultas, enfim, a tudo que se vê à volta, menos a elas mesmas.

Então, vamos começar com a seguinte pergunta:

Porque ao invés de planejar o ano de 2016, você não planeja você?

Isso mesmo. Planejar você. Sua mudança!

Quem e o que você quer ser esse ano?

Que tipo de trabalho, contribuição você quer fazer/dar para as pessoas a sua volta?

As promessas de ano novo sempre começam com coisas do tipo:

– Esse ano vou emagrecer

– Esse ano vou ler mais

– Esse ano volto a estudar

Digo promessas porque via de regra, não tem sequer a definição do que realmente se quer fazer e muito menos um plano para executar.

Comece por uma definição clara do que efetivamente você quer alcançar de resultado, como por exemplo:

Mudança: Perder peso!

“Esse ano, no período de Janeiro a Dezembro, vou trabalhar para reduzir meu peso em 10 Quilos. Para isso, vou mudar minha dieta, comer frutas, verduras e legumes todos os dias, me exercitar no mínimo 3 vezes por semana e reduzir o consumo de bebida alcoólica, passando a beber apenas 1 vez por semana, que será as sexta-feiras.”

A declaração acima é algo mais próximo de ser alcançado, porque você especifica o que quer alcançar e como, quais ações/estratégias você vai executar para atingir esse objetivo.

Mudança: Esse ano vou ler mais!

O problema está exatamente ai. Ler mais o que?

O fato de se estar falando que quer ler mais, pressupõe-se que você gosta de ler e portanto quer aumentar a assiduidade com que você faz essa atividade. Então, partindo do principio que você já lê alguma coisa, gosta e quer praticar isso com mais frequência, nos leva as seguintes questões:

– Quanto livros você gostaria de ler por ano, mês, etc.

– Que tipo de livros você gostaria de ler?

– Você procura aumentar seu conhecimento em alguma área através da leitura ou é só para relaxar, descontrair?

O planejamento, mesmo que de coisas que parecem bem simples como as listadas acima, é necessário, porque te dá um norte, um direcionamento. A partir desses pontos, se você realmente estiver interessado nos tópicos, e se dedicar, isso vai te trazer um resultado diferenciado, o que te deixará mais entusiasmado para planejar outras áreas da sua vida.

Então, faça diferente esse ano e planeje quem você quer ser, em que áreas da sua vida você quer agir diferente e como. Defina claramente quais objetivos você quer atingir e como você fará para atingi-los.

Para completar, mais uma dica:

Crie a disciplina de todos os dias, tomar pelo menos 3 ações que te ajudarão a cumprir os objetivos traçados por você.

Exemplo:

Se você tem como objetivo ler pelo menos 1 livro por mês esse ano, se você tomar a ação de ler 10 páginas de 1 livro todos os dias, você terá lido um livro de 300 páginas todos mês, o que é excelente e te ajudará a cumprir a sua meta de ler 1 livro por mês.

Pense em 3 ações simples, para executar todos os dias, que estejam relacionadas com os objetivos traçados por você e você verá que sua vida vai mudar radicalmente.

Agora a dica de 1 milhão de dólares: Se você não tomar ação, agir todos os dias, nada vai acontecer!

Um abraço e até o próximo post!

Fé e crença como combustível para a Vida

Mantenha a crença e a FÉ!

 

Mantenha a FÉ!

Estamos passando por uma época muito difícil. Difícil mesmo. De total descredito e falta de em tudo. Não estou falando da situação financeira do pais, dos cidadãos, das famílias. Esta, apesar dos pesares, ainda está melhor do que já esteve diversas vezes, pelo que posso lembrar na minha, ainda curta, história de vida.

Não estou falando pelo desemprego que, embora tenha aumentado, é também menor do que em diversas outras épocas. Não estou falando de religião, porque embora vivamos uma época de quebra total de paradigmas em todos os sentidos, tem muita, mas muita gente indo atrás das religiões, das seitas, dos templos, buscando uma tal espiritualidade quase incompreensível.

Digo incompreensível porque o momento difícil que vivemos é de total perda de valores, total distorção da moral e dos bons costumes, total desrespeito às regras, leis, ordem, etc. Não falo isso querendo julgar ninguém, mas falo baseado na forma como fui criado, nos valores que me foram ensinados pelos meus pais, irmãos, tios, etc.

Baseado nesse conjunto de valores que aprendi e incorporei na minha vida, os quais tento diariamente ensinar ao meu filho, não doutrinando-o como se faz nas seitas, mas explicando e exemplificando para ele diariamente porque acredito nessa forma de pensar, agir e viver. Conversando e explicando. Falando para ele sobre responsabilidade ao invés de culpa, falando para ele aprender a tomar decisões baseando-se no que aprendeu, no que acredita, e não no que os outros estão falando sobre esse ou aquele assunto, falando para ele procurar se informar melhor, buscar informação de mais de uma fonte, procurar saber o outro lado da história, antes de simplesmente tomar qualquer assunto por verdade absoluta.

Mesmo quando vejo as verdadeiras barbáries que são divulgadas minuto a minuto nos diversos meios de comunicação, da total falta de caráter da maioria das pessoas públicas do nosso país, da ganância generalizada, da busca incensante pelo ter ao invés de ser, da busca incensante da fama pela fama, da total falta de conteúdo, falo para ele ter , acreditar no que é BOM e CORRETO, acreditar que as pessoas, as coisas, podem ser mudadas, que ele tem que olhar para dentro de si, ao invés de olhar para os lados e para fora, para achar as respostas.

Mesmo nesse momento tão surreal que a humanidade vive, de imagens de pessoas sendo decapitadas em grupo, de inocentes sendo mortos a esmo, por essa ou aquela seita fanática, por tantas pessoas perdidas, vazias, buscando sempre algo que parece que nem elas mesmo parecem saber o que é, eu falo. É PRECISO TER FÉ!

Se olharmos para todos os momentos históricos da humanidade, veremos que já vivemos situações iguais ou piores, em diversas partes do mundo. A grande diferença é que só ficamos sabendo disso, séculos depois, em alguns casos. Hoje, ficamos sabendo no minuto seguinte. Em alguns casos, até um pouco antes de acontecer.

Sempre, em todos os momentos difíceis pelos quais a humanidade passou, a mudança, a virada, veio de grupos que continuavam acreditando ser possível, que tinham que tudo poderia ser diferente, que acreditavam serem eles mesmos, agentes da mudança. Por isso, insisto, TENHA FÉ!

no sentido de se comprometer com o que você acredita. no sentido de continuar fazendo as coisas da forma que você acredita que é correto, sem se preocupar com o que as pessoas a sua volta estão falando.

Sim, porque se preocupar com o que as pessoas à volta estão falando é um veneno. Porque por medo de se tornarem impopulares, os jovens não externam sua opinião, mas sim a dos artistas ou personalidades as quais eles seguem diariamente, como se fosse uma religião. Se preocupar com o que os outros vão pensar, se tornou um veneno para a nossa sociedade.

Vivemos uma época estranha. Nos tornamos consumidores ávidos de todas as coisas materiais imagináveis. Não, estou sendo hipócrita, também sou um consumidor voraz. Mas, o mais triste e que a maioria não esta consumindo o que gosta, o que quer, mas sim o que os outros querem que se consuma.

Muito mais do que coisas materiais, vivemos um momento de consumo máximo de conteúdo sem qualidade, sem nenhuma profundidade e na grande maioria das vezes, sem qualquer veracidade. Nesse contexto, os jovens não tem opinião própria, não sabem sequer no que acreditam. Nesse contexto, não existe , CRENÇA em algo verdadeiro, um objetivo maior, uma meta. Existe somente o próximo vídeo, o próximo post, o próximo tweet.

É muito triste olhar à volta e ver isso acontecendo a todo momento. É muito triste ver muitos jovens saudáveis, inteligentes, sendo levados por esse consumo massificante de moda, tendências, futuros, criados por toda a espécie de “profetas” modernos.

Ninguém quer mais ler um livro, um texto, analisar e fazer anotações, assistir a um documentário, etc. Isso é antiquado e “besteira”. Ninguém faz nada e ninguém tem tempo pra nada. Todos vivem cansados, apáticos, sem energia para lutar por nada.

Ate mesmo os protestos contra a atual situação do nosso pais, que deveriam ser considerados um ato cívico, de luta por direitos e deveres, virou uma briga de quem pode mais na mídia, nas redes sociais. A grande maioria vai a esse ou aquele protesto, passeata, sem sequer saber os reais motivos que os levam. Mesmo com todo esse cenário caótico, lhes digo:

TENHAM E MANTENHAM A FÉ!

Desculpas pelo texto longo e pelo desabafo.

Esse é o meu recado para iniciarmos o ano. Que tenhamos todos um ano maravilhoso e absolutamente produtivo em todos os aspectos de nossas vidas.

Abraços e até o próximo post.

Motivação, o remédio para ir adiante!

Motivação: Torne o impossível, POSSÍVEL.

 Motivação

(do Latim movere, mover) refere-se em psicologia, em etologia e em outras ciências humanas à condição do organismo que influencia a direção (orientação para um objetivo) do comportamento. Em outras palavras é o impulso interno que leva à ação. Assim a principal questão da psicologia da motivação é “porquê o indivíduo se comporta da maneira como ele o faz?”. “O estudo da motivação comporta a busca de princípios (gerais) que nos auxiliem a compreender, por que seres humanos e animais em determinadas situações específicas escolhem, iniciam e mantém determinadas ações”

Porque MOTIVAÇÃO?

Porque não temos outra alternativa. Porque pensar negativamente não ajuda a ninguém, porque ficar reclamando do mundo, da vida, das pessoas à volta, do trânsito, não muda em nada a situação.

A única chance de mudar a situação é olhando pra frente, de maneira positiva, arregaçando as mangas e agindo.

Isso não significa que é pra ficar alienado, achando que o mundo é a colina dos Teletubies. Não é nada disso. Ouço muitas pessoas falando em ser “realistas”.

O que é ser “REALISTA”?

Ser realista é acreditar que você e somente você pode mudar o curso da sua vida ou atribuir essa responsabilidade aos seus familiares, professores, colegas de escola, colegas de trabalho, chefes, políticos, etc?

Você acredita que moisés dividiu o mar vermelho para que todo um povo atravessasse e não acredita que você pode mudar o seu destino?

Isso é ser “REALISTA”?

Não acredito que ficar o tempo todo prestando atenção e comentando da desgraça alheia, dos desmandos dos políticos e empresários, atribuindo o esforço dos outros à pura sorte, achando que quem estuda, se esforça para aprender algo novo, esta perdendo seu tempo porque não vale a pena, possa ajudá-lo de alguma forma a mudar qualquer coisa na sua vida.

Isso não quer dizer que você não deva prestar atenção e ficar ligado no que acontece no mercado, com a economia, politica, etc., você só não deve deixar isso conduzir a sua vida.

Por exemplo, sei que a inflação está alta e vai subir mais ainda, sei que o desemprego está alto e vai aumentar mais ainda, sei que os juros básicos da economia estão altos e vão aumentar mais ainda, mas não posso deixar isso conduzir minha vida. Não posso de forma alguma deixar isso ocupar minha mente a maior parte do dia, deixando uma nuvem negra sobre a minha cabeça e me impedindo de ver as coisas possíveis de serem realizadas, não posso deixar isso me impedir de ver as possibilidades aos invés das limitações. Posso e devo estar a par dessas interpéries para poder direcionar minhas ações de maneira positiva e ser mais efetivo em tudo o que faço, para poder direcionar meus esforços de maneira correta. Embora Eu saiba de tudo isso e do que está acontecendo à minha volta, não tenho qualquer influência sobre isso, ou seja:

– Não consigo mudar a inflação;

– Não consigo mudar a taxa SELIC;

– Não consigo mudar os políticos corruptos;

– Não consigo reduzir as taxas de desemprego;

Saber de tudo isso e acompanhar o desfecho me ajuda no máximo a decidir melhor como votar nas próximas eleições, no máximo.

O que consigo mudar com certeza e como me preparo para os desafios do mercado de trabalho, como melhoro e desenvolvo novas habilidades todos os dias, como fazer mais e melhor o meu trabalho, como administrar melhor o dinheiro que estou ganhando, perante os fatos listados acima, como garantir que numa competição por uma vaga no mercado estarei em condições de disputar com gente melhor preparada, com profissionais que se esforçam para se diferenciar. Consigo manter minha mente e corpo preparados para lutar pelo que quero e pelo que preciso. Essa é a minha zona de influência, onde ponho o meu foco, física e mentalmente. O que faço é colocar foco e esforço para transformar isso em motivação, para fazer mais e melhor.

Essas são as minhas estratégias para encarar o momento de crise pelo qual o mercado passa, independente da crise ser política ou financeira. Cada um tem que achar seu jeito, desenvolver suas próprias estratégias, sua forma de olhar o mundo e de lutar contra as adversidades. Não estou dizendo que é fácil. Não é. Até porque estamos habituados, porque aprendemos desde cedo que praticamente tudo que acontece conosco é consequência das ações de outras pessoas, de Deus, dos políticos, da economia mundial, etc.

Aprendemos isso e é difícil deixar de lado esse estado mental e se esforçar, genuinamente, para se tornar uma pessoa melhor, um profissional melhor.

Preste sempre atenção a sua volta e verá que em todos os campos profissionais tem um monte de gente à sua volta reclamando da vida e outros na mesma profissão, no mesmo nicho de mercado, prosperando, indo em frente. Você verá pedreiros, marceneiros, pintores, advogados, contadores, reclamando que estão sem trabalho e outros felizes falando que tem mais trabalho do que conseguem executar. Olhe a sua volta e certamente você verá isso, continuamente. Pergunte-se porque e como isso acontece. Pergunte a esses profissionais, empresários, quais são as estratégias deles, como eles conseguem fazer dar certo enquanto tanta gente em volta não consegue. Crie sua própria estratégia.

Eu tenho várias formas de buscar motivação, seja assistindo videos ou lendo histórias de superação, histórias motivadoras, discursos famosos de grandes líderes, estudando técnicas de como manter o foco mental no que quero realizar ao invés do que não quero, enfim, como diz o ditado popular, “dou meus pulos”, para me manter acreditando e fazendo as coisas de maneira positiva, assertiva.

Sempre que me sinto cansado, querendo desistir, lembro de uma frase proferida por Jonh F. Kennedy, quando lançou o desafio para que os EUA enviassem uma nave/foguete tripulado à lua em uma década:

Faremos isso não porque é fácil, mas porque é difícil!

Dentre outras coisas, isso me ajuda a respirar fundo e olhar pra frente, sempre pra frente, buscando fazer o melhor, dar o melhor de mim.

Encontre sua própria forma de motivação, de pensar positivo, de olhar pra frente e fazer as coisas acontecerem.

Um abraço e até o próximo post

Em tempos de crise, Resiliência.

Na Física, o conceito de resiliência se refere à propriedade de que são dotados alguns sub-materiais, de acumular energia, quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Após a tensão cessar poderá ou não haver uma deformação residual causada pela histerese do material – como um elástico ou uma vara de salto em altura, que verga-se até um certo limite sem se quebrar e depois retorna à forma original dissipando a energia acumulada e lançando o atleta para o alto.

Na Psicologia, a resiliência é um aspecto psicológico, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse etc. – sem entrar em surto psicológico.

Resiliência no mundo corporativo

É também um termo que o mundo corporativo, ou seja, os gurus de negócios, pegaram emprestado da Física e da Psicologia para definir aqueles profissionais que tem a capacidade de suportar alta pressão, de suportar adversidades no ambiente corporativo e no mercado, sem entrar em parafuso (se abalar física e/ou emocionalmente) e melhor ainda, sem colocar o time ou as equipes que trabalham juntos, em parafuso.

Descrevendo assim, parece ser algo possível somente para alguns poucos seres humanos iluminados, certo?

Existem diversos artigos muito bem escritos na Internet sobre o tema, abordando-o do ponto de vista psicológico, da Física, Biologia, Administração e assim por diante. Não pretendo aqui de maneira alguma, competir com esses textos escritos, a maioria deles por profissionais especializados, com formação específica, etc. Estou trazendo o tema a tona em função do ambiente em que vivemos atualmente, que parece uma permanente panela de pressão em ebulição, sempre prestes a explodir.

Resiliência e a “tirania” nos escritórios

Durante períodos de crise, é comum surgirem os “tiranos” nos escritórios. Aqueles profissionais que, seja cumprindo ordens, seja por perfil, gostam de infernizar a vida dos outros no ambiente de trabalho.

Seja cobrando de maneira desmedida, seja falando com ironia, seja sendo sarcástico, seja falando de maneira inadequada, esses profissionais costumam tornar a vida dos outros, um verdadeiro inferno. Alguns profissionais, tem a capacidade de absorver essas demandas, protegendo o time e procurando não se deixar abalar ou ser afetado por isso.

Os profissionais que tem a capacidade, de suportar esse tipo de adversidade, seja durante os períodos de crise, seja no dia a dia, geralmente trabalham muito bem, diversas outras características de liderança, tais como:
Paciência, tolerância, compreensão, perdão, fé e por fim, sabedoria.

Autoconhecimento

Para atingir esse nível de maturidade, mais do que experiência, requer muito autoconhecimento, estudo, um aprendizado constante com os próprios erros e uma observação constante do que acontece a sua volta. Requer altos níveis de flexibilidade e adaptação ao ambiente em que se trabalha e porque não, se vive.

A maioria das pessoas não consegue conviver muito bem com isso, e aí, os níveis de stress vão para a estratosfera, causando sérios problemas de saúde, relacionamentos e frustração.

Mas, em momentos de crise como o que estamos vivendo, faz-se necessário mais e mais, o desenvolvimento e a prática dessa habilidade/característica. Em momentos como esse é que vemos “aflorar” a tirania no ambiente de trabalho, e o clima de terror geralmente se instaura.

Vê-se pelos corredores das empresas, pessoas tensas, com a sensação constante de que vão ser demitidas, olhando as notícias ruins na mídia e apavoradas por essa sensação de medo/stress constante.

É exatamente nesse tipo de cenário que se sobressaem as pessoas que tem autocontrole e autoconhecimento, que conseguem fazer uma análise menos alarmante da situação, que conseguem manter o otimismo olhando a situação como um todo, buscando as oportunidades que ela traz, e sempre traz, ao invés de olhar para as limitações.

Pratique a gratidão!

O desenvolvimento de características como a resiliência, conforme citado acima, requer também o conhecimento/prática de diversas outras habilidades. Mas, obviamente, devemos começar por uma. Pode ser aquela com a qual mais nos identificamos. Minha sugestão: Comece praticando a GRATIDÃO, diariamente.

Agradecer diariamente pelo que somos, temos, pela família, trabalho, vida, etc., começa a ficar mais fácil perdoar. Muitas vezes o exercício do PERDÃO é para nós mesmos, porque estamos habituados a nos culpar, porque foi assim que aprendemos, foi assim que fomos criados.

Crie uma camada de proteção contra o negativismo e o pessimismo

Quando aprendemos a perdoar, tanto a nós quanto aos outros, começamos a falar de responsabilidade ao invés de culpa e, acredite, a diferença é brutal. Quando se começa a praticar gratidão e perdão, sentimentos que parecem triviais e tão simples, mas não são, começamos a criar uma “camada”, uma “segunda pele” de proteção contra o negativismo, contra o pessimismo e consequentemente, contra a tirania.

Com essas práticas, fica mais fácil ser flexível, envergar com a pressão e depois voltar ao estado natural e não se deixar levar e nem vencer pelas intempéries.

Vejo pessoas criticando a psicologia positiva, mas a meu ver ela é infinitamente melhor do que a psicologia do negativismo, que vê tudo com pessimismo, que traz desmotivação, e essas, definitivamente, não são características que vão ajudar alguém a se tornar resiliente. Lembre-se que os jornais vivem de lhe “vender” notícias e não para lhe trazer informações.

Cada telejornal dá a notícia do jeito que lhe convém, da forma que chame mais a atenção, como entretenimento. Claro, que existem jornais, programas de TV e revistas sérios, mas são raros e até por essa razão, não são os mais populares.

A resiliência quando desenvolvida, acaba sendo aplicada em todas as áreas da vida, pois te dá a consciência, a compreensão e a flexibilidade necessárias para lidar com situações cotidianas e não só com situações do trabalho.

Faça regularmente uma autoanalise, pratique o autoconhecimento, procure sempre melhorar seus conhecimentos e habilidades. Isso te dará autoconfiança, melhora a autoestima e te deixa menos vulnerável aos tiranos.

Segundo Darwin, quem vence não é o mais forte, nem o mais inteligente, mas sim o que melhor se adapta. Acredito que essa descrição se encaixa muito bem no contexto descrito acima.

Abraços e até o próximo post.

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